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Apreenda como escolher a pasta de dente ideal e a melhor escova para o seu perfil de usuário

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A pasta de dente certa? Algumas pessoas, por exemplo, apresentam particularidades em sua saúde bucal, exigindo uma pasta dental específica.

Você vai à farmácia ou ao supermercado e encontra uma infinidade de marcas e tipos diferentes de pastas e escovas de dentes. Como escolher as melhores para o seu perfil? A primeira dica é: esqueça a influência da publicidade. Entenda que cada pessoa tem uma necessidade específica e, sendo assim, você precisa escolher um produto que atenda à sua necessidade. Saiba o que os seus dentes realmente precisam. A melhor forma de descobrir isso é perguntando diretamente ao seu dentista. A Cirurgião-Dentista Dra. Valeska Roverso Correa, diretora da Clínica Fast Odonto, pode ajudá-lo nessa escolha.

Algumas pessoas, por exemplo, apresentam particularidades em sua saúde bucal, exigindo uma pasta dental específica. É o caso, por exemplo, de quem apresenta doença periodontal, sensibilidade dentária ou faz uso de prótese. Confira algumas dicas da profissional:

O flúor é importante?

O flúor é um nutriente fundamental para os dentes e que é pouco encontrado na alimentação. Por isso, os cremes dentais devem ser enriquecidos com esse mineral para que o esmalte dentário seja fortalecido e ajude na proteção contra as cáries. Mas lembre-se que ingestão de grandes quantidades de pasta de dente com flúor é tóxico. O ideal é escolher um creme dental que tenha pelo menos 1.000 ppm (partes por milhão) de flúor. Note que, nesse caso, não é de fato importante o valor ou a marca do produto escolhido. Afinal, esses não são fatores que determinam qual é a melhor pasta de dente. Esteja mais atento à sua composição do que a qualquer outro fator. Vale lembrar que, para as crianças acima de dois anos de idade, essa concentração de flúor deve ser a mesma. Isso varia somente para bebês e crianças menores de dois anos, que ainda não compreendem que não se deve engolir a pasta de dente e têm dificuldade para cuspir.

Vale a pena investir em cremes clareadores?

Muita gente compra os cremes dentais que se denominam clareadores acreditando que eles eliminarão o amarelado dos dentes. No entanto, isso é um mito que pode frustrar muitos consumidores. Os cremes clareadores apenas ajudam a diminuir manchas causadas pelos alimentos. Eles não clareiam o tom dos dentes. A sua ação se restringe à superfície do esmalte dentário e não oferecem o mesmo efeito dos tratamentos dos dentistas. Outro ponto importante a se considerar é que esses cremes dentais podem ser muito abrasivos ou conter substâncias que agridem o esmalte dentário. Nos dois casos, o uso prolongado pode ocasionar sensibilidade.

Dicas para as crianças

As necessidades da saúde bucal das crianças são as mesmas do que as dos adultos. Isso porque os dentes de leite requerem os mesmos cuidados, sendo assim, a melhor pasta de dente para elas é aquela que contém, pelo menos, a quantidade mínima de flúor. Os cremes dentais infantis com sabor e que trazem temas de personagens são uma boa alternativa para que a criança não rejeite os cuidados com a higiene. Afinal, pode ser difícil acostumá-la a usar os cremes dentais adultos, que costumam ter um sabor mais forte. Para evitar que a criança ingira muito flúor ao escovar os dentes, o ideal é que seja utilizada uma quantidade de pasta equivalente à metade do tamanho de um grão de arroz cru. Assim, mesmo que a criança ainda não saiba cuspir e engula um pouco do produto, isso não lhe fará mal.

Doenças periodontais

Existem pastas de dente que são indicadas para tratar problemas que acometem os tecidos gengivais. Nesse caso, elas atuam como um medicamento, além de realizarem a limpeza dos dentes. Sua função é combater micro-organismos que estejam causando inflamações nas gengivas. Mas, embora sejam benéficas para a saúde bucal, assim como todo remédio, devem ser utilizadas apenas por um período. A melhor pasta de dente nesses casos deve ser indicada pelo profissional, em função da necessidade de cada paciente. O importante é que você saiba que não deve fazer uso contínuo desse tipo de creme dental, porque ele pode trazer efeitos colaterais como manchas e escurecimento do esmalte.

Dentes sensíveis

Pessoas que sofrem com sensibilidade dentária são significativamente beneficiadas com o uso do creme dental que ajuda a reduzir esse problema. Esses produtos podem ser comprados sem receita e não apresentam risco para a saúde bucal. Se esse for o seu caso, basta escolher uma pasta que tenha essa propriedade de formar uma camada protetora sobre o esmalte. Mas não se esqueça de que esse creme também deve conter flúor e realizar uma boa limpeza. Se você quiser escolher a melhor pasta de dente para sensibilidade, peça a indicação do seu dentista para que ele avalie o seu caso com mais cautela e indique aquela ideal para você.

Reparação do esmalte

Existem cremes dentais com ação reparadora. Esse tipo de produto é rico em substâncias que ajudam a remineralizar o esmalte dentário, favorecendo a reconstrução desse tecido quando ele está enfraquecido ou danificado. Mas a ação dessa pasta é apenas um auxílio para reforçar os dentes, combatendo o desgaste causado pela erosão ácida e outros danos e agressões. Porém, ao mesmo tempo, é necessário manter o acompanhamento com o dentista, para que ele possa realizar outros tratamentos e intervenções. Não se esqueça de que, assim como nos outros casos, é importante escolher um creme dental que seja rico em flúor e realize uma limpeza eficaz.

Mas e quanto às escovas?

 

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Há uma boa variedade de escolhas no mercado, com características bem distintas.

Você sabe escolher a melhor escova de dentes de acordo com a sua faixa etária e suas necessidades específicas? A Dra. Valeska Roverso Correa dá algumas dicas importantes:

Faixa etária e necessidades específicas

É preciso observar a escova ideal para cada idade, de acordo com a recomendação na embalagem. Pessoas que utilizam aparelhos ortodônticos, que possuem implantes dentais ou próteses odontológicas podem necessitar de escovas especiais. Assim como, em casos de pós-cirurgia oral e utilização de próteses removíveis, o uso de escovas adequadas pode ser necessário.

Prefira as cerdas macias

Salvo recomendações expressas de um dentista, deve-se usar escovas dentais com cerdas macias ou extramacias para evitar o desgaste do esmalte dental ou traumatismos nas gengivas, que podem gerar quadros de hipersensibilidade e dor. Porém, no caso do sorriso ser composto por uma prótese dentária, o acessório precisa ser higienizado especialmente com uma escova de cerdas mais duras.

Formato da escova

Muita gente não percebe, mas o formato da escova conta muito na hora da higiene, principalmente quando se trata da cabeça da ferramenta. Se você é o tipo de paciente que manteve os sisos ou tem a abertura da boca limitada, precisa comprar o utensílio de cabeça pequena e arredondada. Assim é possível alcançar as áreas mais escondidas da boca durante a higiene e acabar com todo o excesso de placa nesses locais. Agora, se o seu sorriso não tiver nenhuma dessas exceções, pode optar por uma escova com cabeça maior.

Escovas elétricas

Estas têm sido indicadas a pacientes que tenham algum tipo de dificuldade motora para realizar a escovação e, especialmente, a pessoas idosas que tenham alto risco às cáries radiculares e também à doença periodontal. O uso da escova elétrica, nesses casos, serve de estímulo para que o paciente mantenha sua saúde bucal mesmo tendo dificuldades motoras.

E não é só isso:

Depois de comprar a escova certa para o seu perfil, também fique atento a essa dicas:

  • As escovas devem ser substituídas, no mínimo, a cada 3 meses.
  • Recomenda-se três escovações diárias. A mais importante e que merece maior atenção, porém, é a da noite, antes de dormir, com a utilização de fio dental e posterior escovação mais cuidadosa. Recomenda-se que o processo dure em torno de 10 minutos.

Blog “Fim do Pânico de Dentista”

Para ter mais dicas da Cirurgiã-Dentista Dra. Valeska Roverso Correa e conhecer o seu exclusivo método de tratamento dentário sob sedação, acesse o blog “Fim do Pânico de Dentista“, desenvolvido totalmente pela g6 Comunicação.

Pânico de dentista afeta a vida de milhões de pessoas em todo o mundo

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Milhões de pessoas em todo o mundo sofrem de uma fobia complexa capaz de provocar consequências muito desagradáveis no dia a dia: o pânico de dentista. São homens, mulheres e crianças de todas as idades e classes sociais que simplesmente não conseguem se submeter a um tratamento odontológico adequado e, por isso, com o passar dos anos, assistem com muita tristeza seus dentes estragarem, destruindo completamente sua autoestima. “As pessoas que sofrem dessa fobia só vão ao dentista quando estão realmente com muita dor e, ainda assim, raramente aceitam passar por um tratamento odontológico convencional para de fato tratar seus dentes. Em geral, elas vão ao dentista em busca somente de uma medicação que acabe com a sua dor”, explica a Cirurgiã-Dentista Dra. Valeska Roverso Correa, diretora da Clínica Fast Odonto e criadora de um método ainda inédito de tratamento dentário sob sedação (ou tratamento dentário sem dor) que já atendeu com sucesso centenas de pessoas do Brasil e de outros países que sofrem de pânico de dentista.

Uma pesquisa realizada pela Faculdade Ideau de Getúlio Vargas (RS) revela alguns dados interessantes sobre o medo de dentista. De acordo com esse estudo, feito junto à população local, a incidência do pânico de dentista é maior entre as mulheres, por exemplo. 18% das entrevistadas afirmaram ter fobia de ir ao consultório odontológico, contra 6% do público masculino. Além disso, o trabalho também aponta que essa fobia aumenta à medida que diminui o grau de ensino dos entrevistados, sendo de 2% entre as pessoas com nível superior, 7% entre aqueles que concluíram o ensino médio e 14% nas pessoas que chegaram somente ao ensino fundamental. Outro dado interessante verificado na pesquisa diz respeito aos sintomas típicos do pânico de dentista – que incluem falta de ar, tonturas, sensação de medo, ansiedade, formigamento, ondas de calor e frio, sudorese e náuseas. 14% das mulheres e 8% dos homens afirmaram já terem sentido algum desses sintomas num consultório odontológico.

A odontofobia tem origem, na maioria dos casos, simplesmente no medo – e este medo pode ser “objetivo” ou “subjetivo”. Objetivo é o medo que o indivíduo apresenta pelo fato de já ter passado por experiências desagradáveis em algum tratamento dentário no passado, muitas vezes ainda na infância. Alguns pacientes podem ter considerado seu dentista “insensível” ou “frio” durante o tratamento que tiveram no passado – e isso acabou levando a uma antipatia a toda classe de dentistas, gerando um receio permanente desses profissionais.  Já o medo subjetivo é adquirido ao ouvir casos desagraveis vividos por outras pessoas. Há indivíduos, também, que têm pavor do barulho do motorzinho do dentista ou de qualquer tipo de agulha, como a utilizada na injeção de anestesia, o que acaba gerando ansiedade e pode fazer com que a pessoa evite o tratamento. “Mas há outro fator muito importante, que contribui com todo esse medo: é a crença já antiga que popularizou o tratamento odontológico como sinônimo de sofrimento”, afirma a Cirurgiã-Dentista.

De acordo com a Dra. Valeska, a importância da boca na vida das pessoas é vital, daí o motivo do medo de dentista afetar tanto a qualidade de vida de quem sofre desse mal. “A boca é o órgão de conexão do mundo interno com o exterior. É pela boca que nos comunicamos com todos que nos rodeiam, por meio da fala. É pela boca que sentimos os primeiros prazeres na infância, através da amamentação. É pela boca que ingerimos os alimentos e bebidas que nos mantém vivos e que também são fonte de prazer. Enfim, é pela boca, com o sorriso, que exteriorizamos a felicidade que temos dentro de nós, ou com um beijo, que demonstramos nosso amor”, explica ela. “Portanto, qualquer coisa que intimide o funcionamento desse órgão nos amedronta instintivamente, mesmo que inconscientemente, por sabermos da sua importância para nossa vida”, acrescenta a especialista.

Uma consequência muito frequente do pânico de dentista é que, ao evitar o tratamento dentário durante anos, a pessoa acaba tendo diversas complicações na sua boca. Um dente que no início poderia ser reparado apenas com um simples  tratamento de cárie, por exemplo, depois de algum tempo pode virar um tratamento de canal ou mesmo ser perdido, exigindo sua extração e a implantação de uma prótese no seu lugar. São, portanto, tratamentos mais complicados, mais demorados e mais caros quando não tratados no início. “Dentes podres podem afetar muito negativamente diversas áreas da vida do indivíduo, como no dia a dia profissional, onde se espera que ele tenha dentes brilhantes e limpos, ou mesmo em um relacionamento amoroso. “Cientes do estado dos seus dentes, sobretudo quando a estética está bastante comprometida, as pessoas muitas vezes se tornam socialmente retraídas, deprimidas e isoladas, prejudicando seus relacionamentos pessoais, profissionais e amorosos”, diz a Dra. Valeska Roverso.

Preocupada com esse público, a Dra. Valeska Roverso Correa desenvolveu, em 2011, um método até hoje inovador, seguro e muito eficaz de tratamento odontológico sob sedação – acessível mesmo para os pacientes mais humildes. Em um único dia, seus pacientes especiais passam por todos os tratamentos dentários necessários, sem sentir dor e sem lembrar de nada. Eles acordam com uma “boca nova”, prontos para uma nova vida. O tratamento odontológico sob sedação tradicional, encontrado em diversas clínicas do mercado, utiliza óxido nitroso para sedar os pacientes. É um procedimento caro (só a aplicação do gás custa entre R$ 2.500 e R$ 3.000, fora os tratamentos realizados). Na época, oito anos atrás, a Dra. Valeska queria ser capaz de oferecer um tratamento dentário com sedação para pessoas com pânico de dentista, mas por um preço mais em conta, capaz de atender um público mais abrangente.

Com este objetivo, ela foi em busca de novos conhecimentos. Durante cerca de um ano, teve aulas de psicologia e psiquiatria, para entender os tipos de pânicos existentes e as opções de medicamentos utilizados para tratá-los. Ela também teve aulas da farmacologia, buscando conhecer mais profundamente estes medicamentos e descobrir outros que poderiam ser utilizados no seu trabalho. Seu desafio era montar um método seguro e eficaz para tratar pacientes com pânico de dentista que acabasse com a dor dos procedimentos (como agulhas e motorzinhos) e que acalmasse totalmente seus pacientes durante horas. Ao final de seu estudo, ela descobriu mais de 20 medicamentos que poderiam ser utilizados neste trabalho, de acordo com o perfil de cada paciente. O preço dessa sedação desenvolvida com exclusividade pela Dra. Valeska: cerca de R$ 600,00. Durante seu efeito, que chega a quase três horas, ela consegue realizar todos os procedimentos odontológicos necessários.

SOBRE A DRA. VALESKA ROVERSO CORREA

A Cirurgiã-Dentista Dra. Valeska Roverso Correa, de 46 anos, que fundou e dirige até hoje a Clínica Fast Odonto, formou-se em Odontologia em 1995 na Universidade de Santo Amaro (Unisa). Nos anos seguintes, a profissional realizou diversos cursos de aperfeiçoamento e atualização em vários serviços, como Ortodontia (1996/1998), Odontologia Estética (1998/2000), Especialização em Pacientes Especiais na USP (2000/2002), Próteses Parciais e Fixas (2005/2006), Implantodontia na USP (2008/2010) e Harmonização Facial (2015/2017). A Dra. Valeska também iniciou estudos em farmacologia, psicologia e medicina para desenvolver sua técnica pioneira de tratamento odontológico sob sedação inconsciente. Além disso, ela também atuou na Clínica de Especialidades da Prefeitura de São Paulo, entre 1996 e 1998, e foi cirurgiã-dentista auxiliar na Clínica Odontológica da USP, durante o curso de Implantodontia. Desde 1995, ela participa dos principais eventos do setor para se manter sempre atualizada, como o Congresso Internacional de Odontologia da APCD (Associação Paulista de Cirurgiões Dentistas), o Ciosp, que é considerado um dos maiores eventos do setor no Brasil.

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Odontofobia

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