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Qual a melhor ferramenta para se preparar emocionalmente e psicologICamente para os desafios profissionais de 2021?

Andrea Fuks, sócia-diretora da empresa Global LIne.

Ano Novo, Vida Nova. Trabalho Novo também? Certamente, entre os tantos pedidos e promessas desta última virada de ano, a questão profissional foi uma das mais lembradas pelos brasileiros. Não é para menos. Segundo os últimos dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em outubro, a taxa de desemprego atual é de 14,6% – um recorde histórico. Some-se a isso pessoas com subempregos, trabalhadores informais, profissionais infelizes no seu trabalho, insatisfeitos com suas empresas ou com os negócios próprios e você terá um contingente imenso de gente que deseja mudar para melhor a sua vida profissional.

Nem todos, contudo, conseguem fazer esse caminho sozinhos e, por isso, precisam da ajuda de profissionais que contribuam com seu autoconhecimento, apontando possibilidades, limites e cenários positivos e negativos. Existem três atividades que podem ser muito úteis para ajudar nesse desafio: Coaching, Mentoria e Psicoterapia/Análise.

“Todas elas, de alguma maneira, cada uma dentro do seu método, têm como objetivo melhorar a qualidade de vida das pessoas e, consequentemente, ajudá-las a tomar as melhores decisões profissionais para suas carreiras e também para suas vidas pessoais”, explica a psicóloga Andrea Fuks, diretora da Global Line, empresa que atua há mis de 20 anos no mercado brasileiro oferecendo treinamentos e consultorias na área de Recursos Humanos, atendendo mais de 50 empresas por ano. Para quem está em busca desse tipo de ajuda, seja via empresa ou por iniciativa própria, é muito importante entender como essas atividades se diferem.

“Antes de explicá-las, acho importante destacar que um bom profissional é bastante importante na boa condução de qualquer uma dessas ferramentas. Mas, assim como um nutricionista, que passa uma dieta contando que o paciente controle a sua alimentação, aqui também é preciso um comprometimento de quem recorre a qualquer um dos métodos”, destaca a especialista. Confira as diferenças entre as três atividades:

Mentoria. Acontece quando alguém com uma experiência robusta e específica sobre um determinado assunto transmite para o mentorado o seu conhecimento. É uma relação de trabalho na qual o contratado é especialista em algum assunto e passa para o seu mentorado esse seu saber.

Coaching – É um trabalho mais profundo do que a mentoria. Ao contrário do que se pensa, não tem a ver com aconselhamento. O bom Coach deve, sim, provocar ou convidar à reflexões e ampliar a visão que o Coachee está tendo das suas forças/ferramentas/estratégias para atravessar os obstáculos e desafios.  Trata-se de investigação e não de transmitir conhecimento. É fato que a prática de Coaching tornou-se muito banalizada. E, como as formações são, em geral, curtas, é absolutamente necessário, se você for contratar um Coach, analisar com cuidado a formação do profissional a ser contratado.

Psicoterapia/Análise – Aqui estamos no campo da investigação profunda, onde há um compromisso em apoiar a pessoa no encontro com a sua própria verdade. Por isso, o tempo é um grande aliado. Você começa o trabalho sem pensar quando vai terminar. E está tudo bem assim. Além disso, o profissional desta área estudou profundamente sobre a psique humana e teve que passar por um processo analítico para tornar-se analista.

É muito importante ter clareza sobre esses três tipos de trabalhos para que você consiga escolher o que pode ser melhor para si, em um determinado momento da sua vida. Ou, ainda, se você é um profissional de RH ou líder, saber sugerir e decidir em que tipo de ferramenta a sua empresa está disposta a investir ou dialogar sobre.  Os momentos mudam e você pode até precisar dos três em ocasiões diferentes, sabia?”, destaca Andrea Fuks.

Estar em um processo de Coaching ou em análise não tem nada a ver com ter um problema “sério/vergonhoso”. A pessoa que escolhe se olhar de frente é bem corajosa e provavelmente está em busca de uma melhor qualidade de vida. Estar bem consigo mesmo, claramente fará com que ela conviva melhor e mais harmoniosamente com outras – inclusive no ambiente corporativo. “É hora de desconstruir o pré-conceito sobre o desconforto emocional e trazer a parte mais humana para dentro do ambiente profissional. O ser humano é um bicho que pensa, sente e interpreta. Não somos máquinas, temos afetos, sentimentos e emoções. Construir um ambiente de relações fortes e de confiança é bom para todos os envolvidos e isso só é possível começando por um ponto, o dentro de si”, conclui Andrea.

SOBRE A GLOBAL LINE

Sabia que se você der um tapinha nas costas de algum americano não vai pegar bem? E que palitar o dente na França é fazer muito feio, enquanto na Itália isso é considerado um elogio à comida? As diferenças culturais do dia a dia podem ser gritantes. Mesmo assim, muita gente tem o sonho de seguir carreira fora do seu país. A carioca Andrea Fuks, sócia fundadora da Global Line, passou por isso. Já trabalhou fora do Brasil e vive há 22 anos fora do Rio do Janeiro. Esbarrou, como todos, nessas dificuldades. E, exatamente por isso, decidiu virar especialista em treinamento intercultural. Foi assim que nasceu a Global Line, 20 anos atrás. “Nossa missão é apoiar e acolher as dores e dificuldades dos indivíduos ou times de trabalho e transformá-las em novas possibilidades. Meu negócio são pessoas, humanização, histórias”. Hoje, a Global Line é uma empresa de treinamento e consultoria que atua na área de diferenças culturais e, também, desenvolve projetos voltados para o trabalho em equipe, a diversidade, o neurocoaching e o autoconhecimento. Andrea é psicóloga e psicanalista com especializações em terapia de casal e de família. Possui MBA em RH. É Coach e tem ampla experiência no atendimento clínico a famílias expatriadas.

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Os casamentos e outros relacionamentos amorosos estão ameaçados pela quarentena?

Couple After Quarrel
O isolamento social que vivemos hoje em dia pode ser uma ótima oportunidade para os casais reconstruírem seu relacionamento

Quando a quarentena para o enfrentamento da pandemia do coronavírus na China começou a terminar, no final de março, os chineses deram início ao seu novo normal. Foi o primeiro país do mundo a passar por isso, pois foi lá que tudo começou. Nesse novo cenário, a imprensa local logo identificou, em diversas regiões, uma procura muito acima do comum por divórcios – em alguns distritos não havia nem horário disponível para tratar do assunto nos cartórios. Essa tendência vem ficando cada vez mais clara em diversos países pelo mundo, inclusive no Brasil. Por aqui, várias separações de casais famosos anunciadas durante este período de quarentena reforçaram essa imagem.

Mas, afinal, o confinamento, que obriga casais a uma convivência muito mais intensa do que eles estavam acostumados anteriormente, é mesmo um risco para os relacionamentos amorosos? Para a psicóloga Regina Tavares, este cenário atual não cria problemas ou diferenças que já não existiam no casal, apenas acelera situações que, mais cedo ou mais tarde, se manifestariam da mesma forma. Regina é pós-graduada em Psicologia Positiva, é fundadora do Instituto Aum – Centro de Desenvolvimento da Psique e é uma das principais especialistas no Brasil no processo de cura mental havaiano Ho’oponopono.

“A grande maioria das pessoas tinha menos tempo para se relacionar de forma profunda e, por isso, boa parte das situações negativas era deixada de lado assim que elas saiam de casa ou encontravam outras pessoas. Agora, sem essa ‘válvula de escape’, ambos têm mais tempo para avaliarem seus pontos de divergência ou semelhanças. Essa quarentena é uma oportunidade única para conhecer muito melhor o seu parceiro e se conhecer também”, explica a psicóloga. De acordo com Regina, portanto, essa relação mais próxima e intensa não é necessariamente um risco para a vida a dois. “Existem muitos casais que estão começando a reconstruir o seu relacionamento a partir dessa quarentena. Eles estão se descobrindo novamente”, diz ela.

Em sua rotina de trabalho, Regina realiza cursos, palestras, seminários, atendimentos de coaching e psicoterapêuticos e produção de conteúdos relacionados ao seu trabalho. Só no YouTube, ela soma quase meio milhão de seguidores, que acompanham seus vídeos semanais – um desses vídeos, por exemplo, já atingiu mais de 20 milhões de visualizações. Com a quarentena, os atendimentos psicoterapêuticos passaram a ser realizados online. Isso significa que Regina continua em contato com seus clientes e seu público da Internet durante esse isolamento social, e vem observando que muitas pessoas estão aprendendo a valorizar mais o seu relacionamento por causa do medo que todos vivem atualmente.

“As pessoas têm medo de se contaminarem e ficarem doentes, de perderem seus parceiros por causa da covid-19, de ficarem sem emprego e faltar dinheiro para pagar as contas. O medo é um agente interno que hoje atua diretamente em boa parte dos relacionamentos”, explica. “Com isso, eu mesma conheço casos de pessoas casadas que estão se esforçando, mais do que antes, no sentido de melhorarem o seu relacionamento porque estão dando mais valor ao que já possuem”.

No caso dos casais que estão se separando ou planejando fazer isso tão logo a quarentena acabe, Regina reforça que a responsabilidade disso não é desse relacionamento mais próximo, mas sim das diferenças e divergências entre os parceiros. “Essas questões foram amplificadas neste momento, mas já existiam. Já os casais que estão se recuperando estão sabendo lidar com estes desafios de outra forma”, acrescenta. Segundo ela, o autoperdão e o perdão ao seu companheiro são pontos fundamentais para reconstruir um relacionamento amoroso.

Nesse contexto, ela destaca a importância e a eficácia da prática do Ho’oponopono, uma terapia integrativa criada cerca de 6 mil anos atrás, na Polinésia, mas que começou a ser difundida globalmente em meados da década de 1970. Regina é uma das principais especialistas do País nessa prática e uma das responsáveis pela sua aplicação por aqui, num movimento iniciado por volta de 2008. “O Ho’oponopono é uma das melhores terapias existentes no mundo para dissolver conflitos e resolver os mais diferentes problemas emocionais. Com a sua prática regular, a pessoa consegue aceitar e perdoar os próprios erros e também os do seu parceiro. Muitos dos casais que estão conseguindo melhorar o seu relacionamento agora é porque estão aprendendo a se perdoar e perdoar o outro”, afirma.

“Em resumo, nós estamos em busca de algo que nos ajude a limpar dentro de nós as memórias que não estão permitindo aquilo que a gente deseja, neste caso um bom relacionamento amoroso”, explica. Segundo ela, esta fase é perfeita para isso, pois muitas pessoas estão com mais tempo para se voltarem para dentro de si mesmo. “Mas é preciso limpar as memórias e, ao mesmo tempo, começar a adotar novas atitudes para alcançar uma vida diferente”, complementa Regina.

À medida que cada um pratica o Ho’oponopono para se perdoar e perdoar o seu parceiro, buscando reconstruir seu relacionamento, é importante também entender como essa prática afeta a outra pessoa. “Primeiro, precisamos compreender que quando pedimos perdão a alguém, a resposta daquela pessoa não tem importância para o nosso objetivo, que é limpar em nós os laços negativos com o outro. Para isso, o pedido de perdão deve ser sincero e verdadeiro. E a limpeza de memórias não é boa apenas para quem pratica o Ho’oponopono, ela também ajuda a melhorar o outro com uma energia mais positiva”, diz ela.

A prática simplificada do Ho’oponopono consiste em repetir, muitas vezes por dia, as quatro frases “Sinto muito”, “Me perdoe”, “Te amo” e “Sou grato”. “A limpeza mental e emocional contínua ajuda a limpar as memórias e a obter uma paz mental, emocional e física, além de todo o entendimento do intelecto. E esse local de paz interior é onde reside a divindade dentro de cada um de nós e onde se encontram todas as verdadeiras soluções para a nossa vida e o mundo”, explica a psicóloga.

SOBRE REGINA TAVARES

Com mais de 20 anos de experiência, Regina Tavares é psicóloga clínica e organizacional, master coach, pós-graduada em psicologia positiva e coaching, tem especialização em hipnose, hipnose Ericksoniana e Dinâmicas Sistêmicas de Constelação. É, também, facilitadora de grupos de crescimento pessoal, practitioner em PNL (programação neurolinguística), terapeuta homeopata com foco na abordagem psicossomática e tem especialização prática no processo de cura havaiano Ho’oponopono. Regina Tavares foi uma das principais responsáveis pela introdução e difusão do Ho’oponopono no Brasil nos últimos 12 anos, e conta com um extenso registro de resultados surpreendentes em clientes do Brasil e do Exterior.

SOBRE O INSTITUTO AUM

O Instituto Aum – Centro de Desenvolvimento da Psique (www.institutoaum.com), criado cerca de 20 anos atrás, tem como objetivo oferecer treinamentos e formações que proporcionem aos participantes possibilidades de crescimento e enriquecimento pessoal e corporativo, de ordem emocional e espiritual (não religiosa). A instituição desenvolve um trabalho que permite eliminar crenças e comportamentos limitantes e maximizar resultados de forma extraordinária para todo aquele que tenha o verdadeiro desejo de promover mudanças em si e em sua vida, que esteja realmente disposto a fazer o caminho entre o estado atual e o estado desejado, que deseje se tornar a melhor versão de si mesmo e viver a melhor versão da sua história.

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Relacionamentos – Junho

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Regina Tavares

g6 é a nova assessoria de imprensa da psicóloga Regina Tavares

Regina Tavares
Regina Tavares: uma das principais responsáveis pela introdução e difusão do processo de cura havaiano Ho’oponopono no Brasil nos últimos 12 anos

A g6 Comunicação é a nova agência responsável pela assessoria de imprensa da psicóloga Regina Tavares, fundadora do Instituto Aum – Centro de Desenvolvimento da Psique. Com mais de 20 anos de experiência, Regina é psicóloga clínica e organizacional, master coach, pós-graduada em psicologia positiva e coaching, tem especialização em hipnose, hipnose Ericksoniana e Dinâmicas Sistêmicas de Constelação. É, também, facilitadora de grupos de crescimento pessoal, practitioner em PNL (programação neurolinguística), terapeuta homeopata com foco na abordagem psicossomática e tem especialização prática no processo de cura havaiano Ho’oponopono. Regina Tavares foi uma das principais responsáveis pela introdução e difusão do Ho’oponopono no Brasil nos últimos 12 anos, e conta com um extenso registro de resultados surpreendentes em clientes do Brasil e do Exterior.

O Instituto Aum – Centro de Desenvolvimento da Psique, criado cerca de 20 anos atrás, tem como objetivo oferecer treinamentos e formações que proporcionem aos participantes possibilidades de crescimento e enriquecimento pessoal, espiritual, emocional e corporativo. “Desenvolvemos um trabalho que permite eliminar crenças e comportamentos limitantes e maximizar resultados de forma extraordinária para todo aquele que tenha o verdadeiro desejo de promover mudanças em si e em sua vida, que esteja realmente disposto a fazer o caminho entre o estado atual e o estado desejado, que deseje se tornar a melhor versão de si mesmo e viver a melhor versão da sua história”, explica Regina.

Regina Tavares está à disposição da imprensa para entrevistas e informações relacionadas às suas atividades profissionais. Para solicitar uma entrevista, envie um email para imprensa@g6comunicacao.com.br.

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Regina Tavares