Arquivo da tag: terapia integrativa

Confira 10 dicas para cuidar da sua saúde mental durante a pandemia

Saúde Mental na pandemia: maior desafio é sair da mente, o “cabeção”, e ir para o coração e aumentar a sua presença no momento presente.

Desemprego ou medo de perder o emprego ou clientes, dificuldades financeiras, insegurança, problemas de saúde, perdas de entes queridos devido à Covid-19, notícias negativas o tempo todo na TV. Este cenário que vivemos há mais de um ano com a pandemia pode, sim, afetar a sua saúde mental, prejudicando o seu equilíbrio e atrapalhando a sua felicidade. Tudo depende de como cada um de nós lida com esses desafios no seu dia a dia.

A terapeuta Catia Simionato, especialista em desenvolvimento pessoal, autoconhecimento, expansão da consciência, meditações e espiritualidade, entre outras terapias integrativas,tem uma visão bem objetiva dessa nossa realidade. “Eu sempre acho que o grande problema é a nossa mente, que eu chamo de ‘cabeção’, que fica tentando controlar o mundo e, como não consegue, literalmente cria boa parte das preocupações que atormentam as pessoas”, explica.

Catia lembra que boa parte dos “problemas” que nos afligem, com ou sem pandemia, dizem respeito a lembranças do passado ou a cenários negativos para futuro que a nossa mente se encarrega de criar o tempo todo. “O desafio para manter a nossa saúde mental, portanto, é acalmar o ‘cabeção’”, acrescenta. E como fazer isso na prática? Aqui, Catia lista 10 dicas úteis para não deixar o seu “cabeção” destruir o seu equilíbrio e o seu foco positivo na vida.

1) Meditação Ativa ou Passiva. Você sabe a diferença entre esses dois tipos de Meditação? A Meditação Ativa não é muito comentada, mas é uma forma de facilitar a prática da Meditação. Ela é realizada ao mesmo tempo em que você faz qualquer tarefa, como caminhar, lavar louça, passar roupa, cuidar das plantas, praticar um esporte ou simplesmente limpar a casa. Ela consiste em manter sua mente focada no que você está fazendo, observando o movimento de pés e mãos, sentindo a textura ou temperatura do local que estiver tocando, observando tudo que puder ao seu redor, sentir os aromas e ouvir os sons do ambiente. Seu principal objetivo é viver o momento presente o mais intensamente possível, e não prender sua mente em eventos do passado ou do futuro. A Meditação Ativa funciona muito bem para pessoas inquietas, que têm dificuldade de se concentrar para praticar a Meditação mais tradicional, a Passiva. E pode ser, também, a porta de entrada para a Meditação Passiva, na qual a pessoa permanece imóvel, numa posição confortável, prestando atenção na sua respiração ou desenvolvendo técnicas de visualização, concentração e relaxamento do corpo. Em ambas, o desafio é deixar a mente calma. Nesse estado, ela é capaz de ser mais produtiva, criativa e inovadora.

2) Exercícios de atenção plena. Eles também são um tipo de meditação. São práticas que buscam direcionar a atenção para o momento presente e a pessoa passa a se concentrar apenas na experiência que está vivendo naquele instante, permitindo aos seus pensamentos fluírem sem julgamentos. Exemplos: comer com consciência (prestando atenção aos sabores, visuais, temperaturas e texturas dos alimentos), andar ou correr com consciência (observando todo o movimento do corpo, as sensações dos pés e até as diferentes texturas do piso percorrido), colorir ou desenhar com consciência (concentrando-se em cada cor) e cozinhar com consciência (sentindo cada sabor ou cheiro dos ingredientes utilizados).

3) Perceber que existe uma voz falando dentro da sua cabeça (se alguém está falando, quem está ouvindo?). A nossa mente, ou “cabeção”, está sempre falando, criticando, comparando, lembrando do passado, traçando cenários ruins, projetando o pior para nossas vidas. Perceber essa vozinha dentro de nós – e aprender a ignorá-la – é um dos passos importantes para atingir o equilíbrio e a felicidade.

4) Exercitar-se. A prática regular de exercícios físicos é fundamental para a saúde física e mental. Além de ajudar a prevenir doenças, proporciona a sensação de bem-estar e relaxamento, que contribuem com a qualidade de vida. O sedentarismo leva a maiores taxas de ansiedade, contribuindo para baixa autoestima, baixa imunidade (em tempos de pandemia isso pode salvar vidas!), irritabilidade, mal humor e depressão. E mais: praticar esporte com regularidade influencia positivamente o cérebro, liberando hormônios do prazer e bem-estar, como dopamina, serotonina, irisina e oxitocina. Tudo isso contribui para reduzir o estresse e a ansiedade.

5) Cuidar do corpo: nutrição, hidratação, descanso e higiene. Além de praticar exercícios físicos, há outras formas de cuidar do corpo, a começa por uma alimentação saudável. O que você tem colocado dentro do seu corpo? Evite fast-foods e alimentos industrializados. Aumente o consumo de alimentos que você compra na feira! Você pode aumentar a vitalidade do seu corpo por meio de uma alimentação “viva” (alimentos in natura, com produtos veganos e crus), aqueles obtidos diretamente de plantas (como folhas e frutos) sem passar por qualquer processo de industrialização. Isso também inclui hidratação adequada, com água ou sucos 100% naturais. Mas cuidar do corpo ainda inclui descansar (dormir bem) e ter uma boa higiene (inclusive para evitar doenças).

6) Ir para a natureza sempre que possível. Catia está apresentando em seu canal Ser Felicidade, do YouTube, uma web série inédita que trata exatamente desta questão: da conexão e do equilíbrio do ser humano por meio da aproximação com a natureza (https://www.youtube.com/watch?v=6ulqyA3suaw&t=699s). A série foi gravada em São Miguel do Gostoso, pequena vila de pescadores localizada a cerca de 100 km de Natal (RN), repleta de praias lindas e desertas. Catia levou sua equipe para esse paraíso tropical após sentir na própria pele sintomas de desequilíbrio e desconexão. Seguindo seus próprios ensinamentos, ela foi para a natureza. E lá, os poucos, ela conseguiu. “Primeiro a gente se equilibra. Depois, nos conectamos com tudo de bom que tem nessa vida e com aquele lugar dentro de você onde habita a paz, o amor, o poder, a sabedoria e a felicidade”, explica Catia. Além disso, a relação entre natureza e saúde mental vem conquistando destaque também no meio científico. Há estudos que mostram como a exposição à natureza pode trazer benefícios enormes às pessoas – isso inclui o contato com plantas e flores, abraçar uma árvore, andar descalço na terra, areia ou pedras, tomar sol, entrar no mar ou tomar um banho de cachoeira. Pesquisa da revista “Nature” mostrou que apenas duas horas por semana de contato com a natureza podem promover, por exemplo, aumento na sensação de bem-estar, melhorar o humor e aliviar os sintomas de depressão, ansiedade e estresse.

7) Desenvolver algo simples que dê prazer: cozinhar, tocar um instrumento, cantar, trabalhos manuais. Em outras palavras, encontre um hobby que lhe traga alegria ao praticá-lo. Um hobby alivia as tensões do dia a dia e lhe proporciona um momento só para você. Para você viver o seu presente, e não dar ouvidos à sua mente. Mais do que isso, o hobby também pode estimular a sua criatividade.

8) Ouvir mantras ou Frequências de Solfeggio. Podemos definir um mantra como hino, oração, canção sagrada, sílabas programadas e, até mesmo, poema religioso. Quando se pronuncia um mantra, ele é capaz de acalmar os pensamentos e nossas ações, facilitando a concentração. O nosso trabalho durante o mantra consiste justamente em trazer incessantemente a mente de volta para o som do mantra e refletir sobre seu significado. Isso traz como consequência o aquietamento da mente. Existem mantras específicos para diversos tipos de questões, pois eles focam a energia que circula no chakra responsável por aquele ponto da vida. Já as Frequências de Solfeggio são compostas por um conjunto de seis sons musicais eletromagnéticos que os monges gregorianos costumavam usar quando cantavam em meditação. Tudo no mundo vibra. E toda vibração tem a sua própria frequência. Expondo o corpo e a mente às Frequências de Solfeggio, você pode conseguir maior sentido de equilíbrio, cura interior profunda, evolução e autoconhecimento, pois elas penetram profundamente na mente consciente e subconsciente.

9) Preparar-se para dormir. “Muitos dos meus alunos reclamam das dificuldades para dormir. Isso acontece porque, no meu ponto de vista, as pessoas passam o dia numa vida muito cerebral, muito mental, principalmente por conta dos eletrônicos que a gente usa o dia inteiro, como o celular o tempo todo na mão. E o excesso de atividade mental dificulta mesmo o sono”, diz Catia. Então, diz ela, se preparar para dormir significa, uma hora antes de dormir, desligar todos os eletrônicos, fazer um chá calmante, deixar tudo na meia luz (ou no mais escuro possível), ir para o silêncio interno, fazer uma meditação com uma música bem suave – isso tudo traz um relaxamento e uma possibilidade de dormir muito melhor e com um sono profundo, que também é revitalizante.

10) Ter um animal de estimação ou plantas. Ter plantas em casa tem relação direta com o tópico sobre a importância da natureza. Ter plantas em casa, portanto, significa levar um pouquinho da natureza e dos seus benefícios para mais perto de você diariamente. Sobre os animais de estimação, de acordo com um artigo publicado no site da Prefeitura de São Paulo, “ter um pet é um ato de amor que beneficia não só os bichinhos, mas também os seres humanos. Os laços de afeto dessa relação têm um grande impacto na saúde mental das pessoas que possuem um animal de estimação”. Pesquisa realizada pela Edellman Intelligence, em parceria com o The Human Animal Bond Research Institute (HABRI) e a empresa Mars Petcare, apontou que 80% das pessoas se sentem menos sozinhas com um pet, ajudando a lidar com a depressão. Uma das descobertas científicas mais recentes, publicada pela revista Science, é que os cachorros amam seus donos com o mesmo amor que o bebê sente pela sua mãe. Além disso, de acordo com a ciência, olhar o pet nos olhos, brincar ou acariciar ele produz forte dose de oxitocina, a chamada “molécula do amor”.

SOBRE CATIA SIMIONATO

Presente em todas as redes sociais com seu canal Ser Felicidade, Catia Simionato é um fenômeno da Internet no YouTube (www.youtube.com/channel/UC-7Un7ZJ9Z_ZOmTE_Vc0UwQ). Criado em 2016, seu canal conta, hoje, com 1,1 milhão de seguidores e possui centenas de vídeos sobre desenvolvimento pessoal, autoconhecimento, expansão da consciência, meditações, espiritualidade e entrevistas com professores espirituais que conheceu pelo mundo – produzidos pela própria Catia.

Ela também é palestrante internacional, professora de meditação e condutora de retiros espirituais para a expansão da consciência. Catia já realizou uma infinidade de cursos integrativos. É autora do curso “Método MRI” (Manual para Reorganização Interna), novo modelo de terapia individual onde a pessoa trabalha internamento o seu desenvolvimento em diversos níveis: físico, emocional e espiritual. O objetivo é realizar uma jornada de transformação, na qual a pessoa se livra de pensamentos negativos que a impedem de ser mais feliz. Com seus vídeos semanais, Catia também está promovendo o movimento “Da mente ao Coração”, no qual propõe que as pessoas ouçam menos sua mente crítica e autocrítica e encontrem dentro de si mesmas a sua felicidade, valorizando, por exemplo, o autoamor e a autoestima.

PRESS RELEASE COMPLETO:

FOTOS EM ALTA RESOLUÇÃO:

Isolamento social: oportunidade para o autoconhecimento e a autocura

Regina Tavares
A psicóloga Regina Tavares  sugere caminhos para nos aprimorarmos durante o isolamento social, incluindo a prática do Ho’oponopono, um processo havaiano de cura e autoperdão.

O isolamento social que boa parte dos brasileiros vive hoje, como medida de enfrentamento contra a pandemia do coronavírus, é uma oportunidade única para que, cada um de nós, se volte para dentro de si, desenvolva o autoconhecimento, o autocontrole e, consequentemente, inicie um processo de autocura, se aprimorando como ser humano. Esta é a avaliação da psicóloga Regina Tavares, fundadora do Instituto Aum – Centro de Desenvolvimento da Psique, que sugere alguns caminhos para que as pessoas consigam ter sucesso nesta busca pelo desenvolvimento pessoal durante este período, incluindo o processo de cura e autoperdão chamado Ho’oponopono.

O primeiro passo é não se envolver diretamente ou energeticamente com as discussões tão polarizadas que tomaram conta das redes sociais ou das conversas hoje em dia. “Toda essa vontade que muitas pessoas possuem de ter razão e de convencer o outro é um desejo do ego que nos afeta de modo negativo. Infelizmente, a maioria das pessoas ainda tem a necessidade de aprovação do outro, para se aprovar a si mesmo, e isso é um motor que acelera esse tipo de discussão, gerando muitos conflitos emocionais”, explica Regina.

Na avaliação dela, o radicalismo de opiniões sempre existiu, mas a partir de 2018, durante a campanha eleitoral para presidente da República, foi ampliado e ficou mais evidente e agressivo, provocando divisões em familiares e amigos. Nos últimos meses, com a politização da questão da saúde pública, as divergências se tornaram ainda maiores. E, novamente, vemos todo mundo tentando convencer o outro da sua “verdade”.  “O fato é que não temos o poder de mudar o outro, mas temos em cada situação a oportunidade de escolher como nós vamos reagir à realidade que nos cerca e, com isso, podemos dar nossa contribuição para melhorar nosso mundo interno e também o externo”, acrescenta.

De acordo com ela, esse processo, que engloba autoconhecimento, autocontrole e, consequentemente, autocura é um ponto essencial na contribuição que cada um de nós pode dar para melhorar não só a nossa vida, mas o próprio planeta como um todo. Segundo a física quântica, o mundo é, na verdade, um grande “oceano” de energias e os nossos pensamentos (e os sentimentos gerados por eles) impactam diretamente sobre toda essa energia, criando e recriando a nossa realidade, num movimento permanente. Cada um de nós é responsável pelo mundo que existe e, ao mesmo tempo, cada um de nós, pode ser parte da solução, da construção de uma realidade melhor do que esta. A física quântica mostra que o mundo não é a coisa rígida e imutável que parece ser. Em vez disso, é um lugar que está fluindo continuamente, sendo construído por meio dos nossos pensamentos e emoções individuais e coletivos.

E isso tudo começa pelos cuidados que devemos ter com o nosso mundo interior e pela maneira como lidamos com o dia a dia, incluindo-se aí todos os obstáculos, desafios ou “problemas” que enfrentamos. “Cada um de nós tem a opção de como reagir no seu cotidiano a uma notícia negativa ou a uma opinião diferente. O que devemos evitar a todo custo (se desejamos um mundo melhor) é reforçar o inconsciente coletivo atual, provocando novas discussões e tentando mudar o modo como outras pessoas pensam”, destaca a psicóloga.

Existem diversas ferramentas terapêuticas que podem ajudar a lidar com essas situações, buscando principalmente o autocontrole. “A partir do autocontrole, poderemos observar e reagir às situações desagradáveis de outro lugar, mais sereno, e de uma maneira diferente, mais construtiva, mais positiva”, afirma Regina, que também é Pós-Graduada em Psicologia Positiva, ciência que foca na felicidade das pessoas e não em seus problemas. Uma das ferramentas mais eficazes para lidar com este tipo de situação, segundo Regina, é o processo de cura havaiano chamado Ho’oponopono, do qual ela é uma das principais especialistas no Brasil e uma das maiores responsáveis pela sua aplicação no País – um movimento iniciado aqui por volta de 2008. O Ho’oponopono é uma terapia integrativa criada cerca de 6 mil anos atrás, na Polinésia, mas que começou a ser difundido globalmente em meados da década de 1970, pela havaiana Mornah Simeona, que modernizou e popularizou a prática.

O Ho’oponopono é a “porta de entrada para a meditação”, explica Regina. O Ministério da Saúde, conforme a portaria 145, de 11 de janeiro de 2017, incluiu a Meditação no rol de terapias complementares disponíveis pelo Sistema Único de Saúde (SUS). O Ho’oponopono, prática conduzida inicialmente pelos “Kahunas” (nome dado aos sacerdotes no Havaí), já é reconhecida pela Organização Mundial de Saúde (OMS) como parte integrante das terapias integrativas e complementares desde 1976, tendo valiosa ação preventiva, uma vez que age na dissolução de conflitos emocionais, principais causadores de desordens crônicas.

Segundo os princípios do Ho’oponopono, precisamos assumir total responsabilidade por tudo o que acontece em nossas vidas. Se estamos enfrentando dificuldades – na vida particular e também no País – e, portanto, a nossa realidade pessoal e coletiva não está como gostaríamos que estivesse, isso é resultado do que todos nós, juntos, estamos projetando no mundo, consciente ou inconscientemente. E fazemos isso a partir de padrões tóxicos em nosso inconsciente. “São nossas memórias negativas, frutos de experiências ruins que tivemos, que provocam esses padrões repetitivos. Com o Ho’oponopono, conseguimos pouco a pouco apagar essas memórias, anulando os sentimentos que elas geram e purificando os nossos pensamentos”, acrescenta Regina.

A prática mais simples do Ho’oponopono consiste em repetir, diariamente, muitas vezes por dia, as quatro fases sagradas “Sinto muito”, “Me perdoe”, “Te amo” e “Sou grato”. “Elas devem ser palavras cotidianas em nosso vocabulário, que vão nos ajudar a limpar nossas memórias até atingirmos a paz mental, emocional e física, que é o lugar onde reside a divindade dentro de cada um de nós e o local no qual estão as verdadeiras soluções para a nossa vida e o mundo”, explica. “Na medida em que eu assumo 100% de responsabilidade pelo que eu estou sentindo e criando a cada momento, na medida em que sigo limpando em mim os pensamentos tóxicos de julgamento, crítica, culpa, raiva, ‘estou certo/o outro está errado’, as memórias compartilhadas vão sendo dissolvidas. Eu vou melhorando, o outro vai melhorando, o Brasil vai melhorando e o mundo vai melhorando”, conclui.

SOBRE REGINA TAVARES

Com mais de 20 anos de experiência, Regina Tavares é psicóloga clínica e organizacional, master coach, pós-graduada em psicologia positiva e coaching, tem especialização em hipnose, hipnose Ericksoniana e Dinâmicas Sistêmicas de Constelação. É, também, facilitadora de grupos de crescimento pessoal, practitioner em PNL (programação neurolinguística), terapeuta homeopata com foco na abordagem psicossomática e tem especialização prática no processo de cura havaiano Ho’oponopono. Regina Tavares foi uma das principais responsáveis pela introdução e difusão do Ho’oponopono no Brasil nos últimos 12 anos, e conta com um extenso registro de resultados surpreendentes em clientes do Brasil e do Exterior.

SOBRE O INSTITUTO AUM

O Instituto Aum – Centro de Desenvolvimento da Psique, criado cerca de 20 anos atrás, tem como objetivo oferecer treinamentos e formações que proporcionem aos participantes possibilidades de crescimento e enriquecimento pessoal e corporativo, de ordem emocional e espiritual (não religiosa). A instituição desenvolve um trabalho que permite eliminar crenças e comportamentos limitantes e maximizar resultados de forma extraordinária para todo aquele que tenha o verdadeiro desejo de promover mudanças em si e em sua vida, que esteja realmente disposto a fazer o caminho entre o estado atual e o estado desejado, que deseje se tornar a melhor versão de si mesmo e viver a melhor versão da sua história.

FOTO EM ALTA RESOLUÇÃO:
Regina Tavares