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Confira oito dicas da psicologia para você se manter positivo

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Pensamentos positivos podem melhorar a saúde, ajudar no desempenho profissional, aumentar a nossa autoconfiança e, com isso, até contribuir para conseguir um novo emprego.

A pandemia do coronavírus alterou repentinamente, e de maneira significativa, a rotina de boa parte da população mundial. Esse “novo normal” gera medo, insegurança, incerteza, solidão, problemas de relacionamento para quem está isolado com a família e preocupações com as contas e o trabalho, por exemplo – em resumo, uma variedade de pensamentos negativos que não contribui em nada para resolver qualquer problema que já temos ou que poderemos vir a ter nesse futuro que insistimos em criar dentro da nossa mente.

“Esse cenário com tantas dificuldades acaba produzindo novos gatilhos emocionais que levam muitas pessoas a focarem apenas no lado negativo e esperarem sempre o pior da vida num momento de crise global como esse que vivemos. Ainda assim, podemos escolher entre sermos reféns dessa negatividade, alimentando esses pensamentos com a nossa energia, atenção e dor, ou não”, diz a psicóloga Regina Tavares. Segundo ela, esse é um dos pilares da inteligência emocional, tão discutida nos dias de hoje: a capacidade de saber lidar com os nossos sentimentos ruins e não permitir que eles assumam o controle da nossa vida. E sentimentos e emoções, muitas vezes, são o simples resultado de algum pensamento, bom ou mal, que temos ao longo do dia. “Desenvolver pensamentos positivos é um exercício contínuo, uma escolha que sempre temos e que exige treinamento diário”, afirma Regina.

Qual o problema de ter pensamentos negativos frequentes? O primeiro ponto importante é justamente a frequência deles, pois todo mundo, em algum momento, vai ter pensamentos ruins. O que não pode acontecer é, no nosso “diálogo interno”, as negatividades sempre estarem mais presentes. A depressão, por exemplo, está associada a um excesso de pensamentos negativos. O mesmo vale para a ansiedade, fonte de tantos problemas da vida atual. Existem pesquisas com atletas de várias modalidades associando um maior número de derrotas a quem tinha pensamentos negativos durante a competição, ou antes dela começar.  Há estudos científicos que mostram que pensamentos positivos podem melhorar a saúde, ajudar no desempenho profissional, aumentar nossa autoconfiança e, com isso, até contribuir para conseguir um novo emprego. A psicóloga Regina Tavares sugere algumas dicas práticas e objetivas para quem deseja melhorar a qualidade dos seus pensamentos:

ESCOLHA NÃO SER AFETADO PELOS PENSAMENTOS NEGATIVOS. É inevitável que, diante de tristezas, perdas ou ameaças, as pessoas tenham pensamentos negativos. Faz parte do perfil do ser humano. O segredo para que isso não vire um problema a mais em nossas vidas é escolher não ser afetado por este tipo de pensamento. “É preciso aprender a observar de fora o pensamento, encará-lo de frente, mas não ser ‘alimentado’ por ele. Faça uma auto-análise do pensamento negativo e do oposto dele. Depois imagine onde cada um deles poderá te levar, e faça sua escolha”, diz a psicóloga, acrescentando: “É fundamental entender se o tal pensamento negativo vai nos ajudar ou nos atrapalhar”.

DESENVOLVA A PRÁTICA CONTÍNUA DA GRATIDÃO. A prática diária e sincera do sentimento de gratidão traz muitos benefícios para a nossa vida, e um deles é exatamente afastar os pensamentos negativos. Ser grato é apreciar de maneira verdadeira e reconhecer o que já somos ou conquistamos ao longo da vida e, por isso, esse sentimento contribui para nos conectar com algo maior do que nós mesmos, estando associado a emoções como felicidade, otimismo, esperança e, portanto, pensamentos positivos. Além disso, ser grato é altamente saudável também para as pessoas ao nosso redor, por quem somos gratos – esse sentimento provoca uma corrente de emoções positivas capaz de afetar a vida de muita gente. Para ser grato, é importante, todos os dias, refletir e relembrar de tudo que funciona na sua vida, tudo que você já possui, tudo que te faz feliz. Quanto mais grato você for, mais positivos serão os seus pensamentos – e mais coisas boas você vai atrair.

PRATIQUE A RESILIÊNCIA. Resiliência é a capacidade de cada indivíduo lidar com seus próprios problemas do dia a dia, com pensamentos e comportamentos flexíveis, acreditando que tudo vai melhorar no futuro. “Praticar resiliência é olhar de frente para o problema e perceber que poderia ser pior, entendendo que tudo tem o seu lado positivo”, aponta Regina Tavares. “Esta pandemia, por exemplo, está provocando coisas ‘ruins’ para todo mundo, em maior ou menor escala. A pessoa resiliente sabe lidar de maneira positiva com essa situação depois que ela se concretiza, não deixando espaço para os pensamentos negativos causarem danos em sua mente e emoções”, acrescenta a psicóloga.

OFEREÇA AJUDA AO PRÓXIMO. “Tem uma frase que eu venho repetindo e praticado bastante nos últimos tempos: seja parte da solução na sua vida e na das demais pessoas do planeta, e não dos problemas” destaca Regina Tavares. “Quando você toma uma iniciativa para ajudar o outro, invariavelmente acaba encontrando pessoas com problemas mais graves do que o seu, e isso contribui para você se sentir grato pela sua vida, também diminuindo as chances de um pensamento negativo ficar se repetindo na sua mente”. Segundo ela, sobretudo neste momento tão delicado que vive nosso planeta, ao ajudar o próximo, você se nutre da fonte maior e se fortalece ainda mais para solucionar seus próprios desafios.

ASSUMA 100% DE RESPONSABILIDADE SOBRE AS SUAS REAÇÕES NA VIDA. Pessoas que estão acostumadas a se vitimizarem e depositarem na conta do outro os seus próprios problemas vivem atormentadas por pensamentos negativos extremamente destrutivos. “Vitimismo e pensamento negativo têm muito em comum. Entendendo que esses pensamentos só servem para atrair mais negatividades, você logo percebe que é você mesmo quem atrai tudo na sua vida. Assim, a mudança do pensamento vai mudar o que você vai atrair”, explica Regina.

TRABALHE COM PRAZER. Trabalhar no que gosta é fundamental para ser feliz e, consequentemente, ter pensamentos positivos. “Se você não ama o seu trabalho, e não pode mudar agora, encontre uma atividade paralela, que pode ser um hobby ou um serviço voluntário, que você seja capaz de realizar com paixão”.

VIVA COM MAIS ALEGRIA. Viver com alegria e otimismo, mesmo ao enfrentar as dificuldades naturais do dia a dia, nos dá mais força para superar problemas e atrair situações e pensamentos positivos na nossa vida.  Rir muito (inclusive de si mesmo), brincar, cantar, dançar, manter iluminados seus sonhos e objetivos, comemorar bastante qualquer conquista (por menor que seja) – tudo isso são pontos que devemos estar muito atentos sempre porque estão diretamente ligados aos nossos sentimentos e emoções e, portanto, geram muitos pensamentos positivos. Se manter nessa energia da alegria é um dos pilares mais importantes para manter e desenvolver novos pensamentos positivos na sua mente.

INICIATIVAS MENTAIS E ESPIRITUAIS. Existem terapias que podem ajudar a reduzir o estresse e eliminar pensamentos negativos. É o caso da Meditação. Entre seus inúmeros benefícios já comprovados em pesquisas científicas, estão o estímulo aos sentimentos de empatia, bondade e compaixão em relação a si mesmo e ao próximo e, também, um aumento do bem-estar psicológico. Da mesma forma, a Ioga une nossos aspectos físicos, emocionais e espirituais, trazendo bem-estar para o corpo e ajudando a pessoa a encontrar um caminho que leve a uma vida com um sentido mais profundo. “Você tem um propósito maior de vida? É importante descobrir qual é para que as coisas façam mais sentido e você consiga viver com mais alegria. Meditação e Ioga são duas terapias que podem ajudar nessa busca”, sugere Regina. Ela ainda recomenda a prática do Ho’oponopono, processo de cura havaiano que ajuda a eliminar memórias negativas e, com isso, abrir espaço na mente para os pensamentos positivos.

SOBRE REGINA TAVARES

Com mais de 20 anos de experiência, Regina Tavares é psicóloga clínica e organizacional, master coach, pós-graduada em psicologia positiva e coaching, tem especialização em hipnose Ericksoniana e Dinâmicas Sistêmicas de Constelação. É, também, facilitadora de grupos de crescimento pessoal, practitioner em PNL, terapeuta homeopata com foco na abordagem psicossomática e tem especialização prática no processo de cura havaiano Ho’oponopono. Regina Tavares foi uma das principais responsáveis pela introdução e difusão do Ho’oponopono no Brasil nos últimos 12 anos, e conta com um extenso registro de resultados surpreendentes em clientes do Brasil e do Exterior. Em sua rotina de trabalho, Regina realiza cursos, palestras, seminários, atendimentos de coaching e psicoterapêuticos e produção de conteúdos relacionados ao seu trabalho – só no YouTube, ela soma mais de meio milhão de seguidores.

SOBRE O INSTITUTO AUM

O Instituto Aum – Centro de Desenvolvimento da Psique (www.institutoaum.com), criado cerca de 20 anos atrás, tem como objetivo oferecer treinamentos e formações que proporcionem aos participantes possibilidades de crescimento e enriquecimento pessoal e corporativo, de ordem emocional e espiritual (não religiosa). A instituição desenvolve um trabalho que permite eliminar crenças e comportamentos limitantes e maximizar resultados de forma extraordinária para todo aquele que tenha o verdadeiro desejo de promover mudanças em si e em sua vida, que esteja realmente disposto a fazer o caminho entre o estado atual e o estado desejado, que deseje se tornar a melhor versão de si mesmo e viver a melhor versão da sua história.

PRESS RELEASE  COMPLETO:
Pensamentos positivos -31.07.20

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O racismo, de acordo com o olhar mais aprofundado da psicologia

Preconceito
Segundo a psicóloga Regina Tavares, para entender e combater o racismo, é fundamental um olhar atento e com mais profundidade, individual, em cada um de nós.

No mundo todo, a questão do preconceito racial vem sendo bastante discutida, desde que George Floyd, um afro-americano de 46 anos, foi morto pelo policial branco Derek Chauvin. A morte aconteceu no dia 25 de maio, em Minneapolis, nos Estados Unidos, e desencadeou uma onda de protestos nos EUA e em diversos países da Europa, Ásia e África- e também no Brasil. As manifestações criticam a atuação da polícia dos Estados Unidos contra a população negra e foram combatidas com violência pela própria polícia em algumas regiões do país. Tudo isso levou a Organização das Nações Unidas (ONU) a anunciar que deverá preparar um relatório sobre racismo sistêmico pelo mundo, violações dos direitos humanos de africanos e pessoas de ascendência africana por órgãos policiais.

“Sabemos que, para enfrentar o racismo no Brasil e em outros países, precisamos de mais empatia, e isso vem sendo despertado em mais pessoas com esses recentes acontecimentos pelo mundo”, afirma a psicóloga Regina Tavares. Segundo a profissional, para entender e combater o racismo, é fundamental um olhar atento e com mais profundidade, individual, em cada um de nós, buscando a nossa essência mais íntima e distante das lentes sociais que, de alguma forma, estabelecem determinados padrões na sociedade. Esse é um dos caminhos para que sejam criadas novas políticas públicas de combate a qualquer tipo de preconceito racial. “É também uma ponte que leva a uma parte da história social que é, antes de tudo, individual, pois não existe o outro isolado. Existe o nós, o todo”, acrescenta Regina.

O racismo pode ser analisado sob diferentes olhares. Conceitualmente falando, racismo não é o mesmo que discriminação e preconceito. Preconceito é, basicamente, julgar antes de conhecer a pessoa ou a situação em questão. Discriminação é o ato de tratar as pessoas de um jeito diferente por motivos diversos. Já o racismo, de acordo com o Michaelis Dicionário Brasileiro da Língua Portuguesa, é a teoria ou crença que estabelece uma hierarquia entre as raças (etnias); doutrina que fundamenta o direito de uma raça, vista como pura e superior, de dominar outras; preconceito exagerado contra pessoas pertencentes a uma raça (etnia) diferente, geralmente considerada inferior; e atitude hostil em relação a certas categorias de indivíduos. Mas, do ponto de vista psicológico, como compreender o racismo?

De acordo com Regina Tavares, uma forma de tentar entender as atitudes racistas é a chamada “Lei do Espelho”, segundo a qual o que vemos na outra pessoa é, na verdade, o nosso reflexo – ou, simplesmente, a forma como nos enxergamos. “Tudo aquilo que eu julgo de negativo, ataco ou critico no outro está em mim”, explica. Durante uma atitude ou um pensamento preconceituoso, por exemplo, ocorre uma projeção psicológica do nosso inconsciente no outro que nos faz supor que o motivo do nosso desagrado ao outro existe nele (às vezes somente nele), e não em nós mesmos. A projeção psicológica nada mais é do que um mecanismo de defesa do nosso organismo. Por meio dela, atribuímos a outras pessoas sentimentos, pensamentos e crenças negativos que seriam completamente inaceitáveis para o nosso consciente.

Existe em cada um de nós algo ligado ao medo ou à arrogância, por exemplo, e que é disparado por um “gatilho” externo (uma situação, acontecimento ou pessoa). Esse “disparo” libera a projeção psicológica nos momentos de conflito emocional ou quando nos sentimos ameaçados de alguma forma. “Eu ataco no outro aquilo que não consigo enxergar ou aceitar em mim. Por exemplo: uma pessoa que está atacando um negro pode estar fazendo isso considerando que o negro é um ser ‘inferior’ e, por isso, merece ser agredido. Pergunta: inferior em que sentido? Inferior a que ou a quem? O atacante pode não ter a menor ideia de como responder essas questões, pois construiu ao longo da sua vida uma série de crenças a respeito da cor, associadas à ‘inferioridade’. Se esta pessoa consegue enxergar qualquer tipo de inferioridade em outro ser humano e isso o incomoda tanto, esta inferioridade está nele, de uma forma ou de outra”, diz Regina.

COMO COMBATER O RACISMO?

De forma inconsciente, muitas vezes, uma pessoa pode estar expressando, por meio do seu comportamento agressivo, um sentimento de inferioridade que tem com relação a si mesmo – por ganhar pouco, não ter estudado ou não se considerar importante, por exemplo. “Ao contrário disso, uma pessoa equilibrada, ainda que detendo um infrator, não projeta nada seu no outro. No caso em questão, o policial teria simplesmente algemado George, colocado no carro da polícia e seguido diretamente para a delegacia”, destaca a psicóloga.

Em um caso como esse, que se repete tanto nos Estados Unidos como no Brasil, entre outros países, a psicóloga considera fundamental entender o perfil psicológico dos policiais que são encarregados de proteger as pessoas. Antes mesmo de acontecer algo tão grave, é preciso que a instituição já possua um perfil de todos os policiais que vão para as ruas, tendo conhecimento, por exemplo, das limitações de cada um, dos seus traumas e medos que podem gerar ou mesmo potencializar de forma exagerada situações de agressividade.

“Mais do que isso, será que a polícia está dando suporte psicológico aos seus policiais antes de uma tragédia como essa e também depois que uma situação dessas ocorre?”, questiona Regina. Segundo ela, a punição ao excesso de violência ou ao preconceito é necessária, mas é igualmente importante oferecer capacitação continuada a todos, acompanhar os policiais antes de um fato como esse acontecer. “Esses cuidados terapêuticos preventivos para todos os policiais podem salvar vidas”.

Segundo a psicologia, uma das soluções para combater o preconceito está dentro de cada um de nós. Ao descobrir algo ou alguém que não aprovamos ou não gostamos, devemos parar e fazer uma autoavaliação, refletindo sobre o que realmente está nos incomodando fora de nós com relação aquela pessoa ou situação. “O que em mim está me trazendo desconforto? A partir dessa reflexão sincera, é possível ter uma visão mais abrangente da situação e muitos preconceitos podem ser evitados”, complementa Regina.

Regina Tavares desenvolve seu trabalho de atendimento psicoterapêutico junto com uma orientação espiritual, unindo vários tipos de terapias para ajudar seus clientes a eliminarem crenças, memórias, sentimentos e comportamentos limitantes e, com isso, promoverem as mudanças necessárias em sua vida. Segundo ela, uma das técnicas mais poderosas nessa missão, e que vale também para eliminar as causas das questões que envolvem preconceitos, é o Ho’oponopono. “Nem tudo se resume à psicologia. Quando se deixa de olhar para o ser humano como um todo, incluindo o lado espiritual, a nossa avaliação fica limitada. Sempre há mais coisas para se observar”, acrescenta. Na sua avaliação, do ponto de vista espiritual, “amar ao próximo como a ti mesmo” é um preceito fundamental para tudo fluir bem na vida. “Amar ao próximo não pode ser entendido como amar aquele que te agrada, mas sim amar tudo que está próximo de você: a natureza, os animais e as demais pessoas”.

Atitudes racistas também podem representar um claro sinal de falta de autoamor. Uma pessoa que experimenta a desconexão com o amor interno pode exteriorizar a destruição que há dentro dela em outras pessoas, coisas, animais e na natureza. De acordo com Regina, no caso do racismo, há uma tendência negacionista por parte da sociedade e do próprio Estado. “Essa característica de negar o racismo é bem peculiar do processo histórico do Brasil, que sempre adotou posturas de não reconhecer que há uma questão racial que é também social”, afirma.

O Ho’oponopono é uma terapia integrativa eficaz para resolver conflitos e problemas emocionais que costumam ser os verdadeiros responsáveis por atitudes de preconceito de qualquer tipo. “Por meio da prática regular do Ho’oponopono, a pessoa consegue limpar memórias, crenças e sentimentos negativos sobre si mesmo, impedindo-a de projetar sobre outras pessoas isso tudo, num momento de conflito emocional, gerando não só racismo, mas outros tipos de desrespeitos”, sugere Regina.

SOBRE O HO’OPONOPONO

O Ho’oponopono atual, trazido à modernidade pela kahuna (sacerdote) havaiana, Morrnah Nalamaku Simeona, é uma terapia integrativa que começou a ser difundida globalmente em meados da década de 1970. Sua prática simplificada consiste em repetir as quatro frases “Sinto muito”, “Me perdoe”, “Te amo” e “Sou grato” todas as vezes que sentir algum tipo de desconforto e, assim, realizar a limpeza mental e emocional de padrões tóxicos dentro de si mesmo, limpando memórias negativas e atingindo a paz mental.

SOBRE REGINA TAVARES

Com mais de 20 anos de experiência, Regina Tavares é psicóloga clínica e organizacional, master coach, pós-graduada em psicologia positiva e coaching, tem especialização em hipnose Ericksoniana e Dinâmicas Sistêmicas de Constelação. É, também, facilitadora de grupos de crescimento pessoal, practitioner em PNL, terapeuta homeopata com foco na abordagem psicossomática e tem especialização prática no processo de cura havaiano Ho’oponopono. Regina Tavares foi uma das principais responsáveis pela introdução e difusão do Ho’oponopono no Brasil nos últimos 12 anos, e conta com um extenso registro de resultados surpreendentes em clientes do Brasil e do Exterior. Atualmente, em sua rotina de trabalho, Regina realiza cursos, palestras, seminários, atendimentos de coaching e psicoterapêuticos e produção de conteúdos relacionados ao seu trabalho – só no YouTube, ela soma quase meio milhão de seguidores.

SOBRE O INSTITUTO AUM

O Instituto Aum – Centro de Desenvolvimento da Psique (www.institutoaum.com), criado cerca de 20 anos atrás, tem como objetivo oferecer treinamentos e formações que proporcionem aos participantes possibilidades de crescimento e enriquecimento pessoal e corporativo, de ordem emocional e espiritual (não religiosa). A instituição desenvolve um trabalho que permite eliminar crenças e comportamentos limitantes e maximizar resultados de forma extraordinária para todo aquele que tenha o verdadeiro desejo de promover mudanças em si e em sua vida, que esteja realmente disposto a fazer o caminho entre o estado atual e o estado desejado, que deseje se tornar a melhor versão de si mesmo e viver a melhor versão da sua história.

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Racismo

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Isolamento social: oportunidade para o autoconhecimento e a autocura

Regina Tavares
A psicóloga Regina Tavares  sugere caminhos para nos aprimorarmos durante o isolamento social, incluindo a prática do Ho’oponopono, um processo havaiano de cura e autoperdão.

O isolamento social que boa parte dos brasileiros vive hoje, como medida de enfrentamento contra a pandemia do coronavírus, é uma oportunidade única para que, cada um de nós, se volte para dentro de si, desenvolva o autoconhecimento, o autocontrole e, consequentemente, inicie um processo de autocura, se aprimorando como ser humano. Esta é a avaliação da psicóloga Regina Tavares, fundadora do Instituto Aum – Centro de Desenvolvimento da Psique, que sugere alguns caminhos para que as pessoas consigam ter sucesso nesta busca pelo desenvolvimento pessoal durante este período, incluindo o processo de cura e autoperdão chamado Ho’oponopono.

O primeiro passo é não se envolver diretamente ou energeticamente com as discussões tão polarizadas que tomaram conta das redes sociais ou das conversas hoje em dia. “Toda essa vontade que muitas pessoas possuem de ter razão e de convencer o outro é um desejo do ego que nos afeta de modo negativo. Infelizmente, a maioria das pessoas ainda tem a necessidade de aprovação do outro, para se aprovar a si mesmo, e isso é um motor que acelera esse tipo de discussão, gerando muitos conflitos emocionais”, explica Regina.

Na avaliação dela, o radicalismo de opiniões sempre existiu, mas a partir de 2018, durante a campanha eleitoral para presidente da República, foi ampliado e ficou mais evidente e agressivo, provocando divisões em familiares e amigos. Nos últimos meses, com a politização da questão da saúde pública, as divergências se tornaram ainda maiores. E, novamente, vemos todo mundo tentando convencer o outro da sua “verdade”.  “O fato é que não temos o poder de mudar o outro, mas temos em cada situação a oportunidade de escolher como nós vamos reagir à realidade que nos cerca e, com isso, podemos dar nossa contribuição para melhorar nosso mundo interno e também o externo”, acrescenta.

De acordo com ela, esse processo, que engloba autoconhecimento, autocontrole e, consequentemente, autocura é um ponto essencial na contribuição que cada um de nós pode dar para melhorar não só a nossa vida, mas o próprio planeta como um todo. Segundo a física quântica, o mundo é, na verdade, um grande “oceano” de energias e os nossos pensamentos (e os sentimentos gerados por eles) impactam diretamente sobre toda essa energia, criando e recriando a nossa realidade, num movimento permanente. Cada um de nós é responsável pelo mundo que existe e, ao mesmo tempo, cada um de nós, pode ser parte da solução, da construção de uma realidade melhor do que esta. A física quântica mostra que o mundo não é a coisa rígida e imutável que parece ser. Em vez disso, é um lugar que está fluindo continuamente, sendo construído por meio dos nossos pensamentos e emoções individuais e coletivos.

E isso tudo começa pelos cuidados que devemos ter com o nosso mundo interior e pela maneira como lidamos com o dia a dia, incluindo-se aí todos os obstáculos, desafios ou “problemas” que enfrentamos. “Cada um de nós tem a opção de como reagir no seu cotidiano a uma notícia negativa ou a uma opinião diferente. O que devemos evitar a todo custo (se desejamos um mundo melhor) é reforçar o inconsciente coletivo atual, provocando novas discussões e tentando mudar o modo como outras pessoas pensam”, destaca a psicóloga.

Existem diversas ferramentas terapêuticas que podem ajudar a lidar com essas situações, buscando principalmente o autocontrole. “A partir do autocontrole, poderemos observar e reagir às situações desagradáveis de outro lugar, mais sereno, e de uma maneira diferente, mais construtiva, mais positiva”, afirma Regina, que também é Pós-Graduada em Psicologia Positiva, ciência que foca na felicidade das pessoas e não em seus problemas. Uma das ferramentas mais eficazes para lidar com este tipo de situação, segundo Regina, é o processo de cura havaiano chamado Ho’oponopono, do qual ela é uma das principais especialistas no Brasil e uma das maiores responsáveis pela sua aplicação no País – um movimento iniciado aqui por volta de 2008. O Ho’oponopono é uma terapia integrativa criada cerca de 6 mil anos atrás, na Polinésia, mas que começou a ser difundido globalmente em meados da década de 1970, pela havaiana Mornah Simeona, que modernizou e popularizou a prática.

O Ho’oponopono é a “porta de entrada para a meditação”, explica Regina. O Ministério da Saúde, conforme a portaria 145, de 11 de janeiro de 2017, incluiu a Meditação no rol de terapias complementares disponíveis pelo Sistema Único de Saúde (SUS). O Ho’oponopono, prática conduzida inicialmente pelos “Kahunas” (nome dado aos sacerdotes no Havaí), já é reconhecida pela Organização Mundial de Saúde (OMS) como parte integrante das terapias integrativas e complementares desde 1976, tendo valiosa ação preventiva, uma vez que age na dissolução de conflitos emocionais, principais causadores de desordens crônicas.

Segundo os princípios do Ho’oponopono, precisamos assumir total responsabilidade por tudo o que acontece em nossas vidas. Se estamos enfrentando dificuldades – na vida particular e também no País – e, portanto, a nossa realidade pessoal e coletiva não está como gostaríamos que estivesse, isso é resultado do que todos nós, juntos, estamos projetando no mundo, consciente ou inconscientemente. E fazemos isso a partir de padrões tóxicos em nosso inconsciente. “São nossas memórias negativas, frutos de experiências ruins que tivemos, que provocam esses padrões repetitivos. Com o Ho’oponopono, conseguimos pouco a pouco apagar essas memórias, anulando os sentimentos que elas geram e purificando os nossos pensamentos”, acrescenta Regina.

A prática mais simples do Ho’oponopono consiste em repetir, diariamente, muitas vezes por dia, as quatro fases sagradas “Sinto muito”, “Me perdoe”, “Te amo” e “Sou grato”. “Elas devem ser palavras cotidianas em nosso vocabulário, que vão nos ajudar a limpar nossas memórias até atingirmos a paz mental, emocional e física, que é o lugar onde reside a divindade dentro de cada um de nós e o local no qual estão as verdadeiras soluções para a nossa vida e o mundo”, explica. “Na medida em que eu assumo 100% de responsabilidade pelo que eu estou sentindo e criando a cada momento, na medida em que sigo limpando em mim os pensamentos tóxicos de julgamento, crítica, culpa, raiva, ‘estou certo/o outro está errado’, as memórias compartilhadas vão sendo dissolvidas. Eu vou melhorando, o outro vai melhorando, o Brasil vai melhorando e o mundo vai melhorando”, conclui.

SOBRE REGINA TAVARES

Com mais de 20 anos de experiência, Regina Tavares é psicóloga clínica e organizacional, master coach, pós-graduada em psicologia positiva e coaching, tem especialização em hipnose, hipnose Ericksoniana e Dinâmicas Sistêmicas de Constelação. É, também, facilitadora de grupos de crescimento pessoal, practitioner em PNL (programação neurolinguística), terapeuta homeopata com foco na abordagem psicossomática e tem especialização prática no processo de cura havaiano Ho’oponopono. Regina Tavares foi uma das principais responsáveis pela introdução e difusão do Ho’oponopono no Brasil nos últimos 12 anos, e conta com um extenso registro de resultados surpreendentes em clientes do Brasil e do Exterior.

SOBRE O INSTITUTO AUM

O Instituto Aum – Centro de Desenvolvimento da Psique, criado cerca de 20 anos atrás, tem como objetivo oferecer treinamentos e formações que proporcionem aos participantes possibilidades de crescimento e enriquecimento pessoal e corporativo, de ordem emocional e espiritual (não religiosa). A instituição desenvolve um trabalho que permite eliminar crenças e comportamentos limitantes e maximizar resultados de forma extraordinária para todo aquele que tenha o verdadeiro desejo de promover mudanças em si e em sua vida, que esteja realmente disposto a fazer o caminho entre o estado atual e o estado desejado, que deseje se tornar a melhor versão de si mesmo e viver a melhor versão da sua história.

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g6 é a nova assessoria de imprensa da psicóloga Regina Tavares

Regina Tavares
Regina Tavares: uma das principais responsáveis pela introdução e difusão do processo de cura havaiano Ho’oponopono no Brasil nos últimos 12 anos

A g6 Comunicação é a nova agência responsável pela assessoria de imprensa da psicóloga Regina Tavares, fundadora do Instituto Aum – Centro de Desenvolvimento da Psique. Com mais de 20 anos de experiência, Regina é psicóloga clínica e organizacional, master coach, pós-graduada em psicologia positiva e coaching, tem especialização em hipnose, hipnose Ericksoniana e Dinâmicas Sistêmicas de Constelação. É, também, facilitadora de grupos de crescimento pessoal, practitioner em PNL (programação neurolinguística), terapeuta homeopata com foco na abordagem psicossomática e tem especialização prática no processo de cura havaiano Ho’oponopono. Regina Tavares foi uma das principais responsáveis pela introdução e difusão do Ho’oponopono no Brasil nos últimos 12 anos, e conta com um extenso registro de resultados surpreendentes em clientes do Brasil e do Exterior.

O Instituto Aum – Centro de Desenvolvimento da Psique, criado cerca de 20 anos atrás, tem como objetivo oferecer treinamentos e formações que proporcionem aos participantes possibilidades de crescimento e enriquecimento pessoal, espiritual, emocional e corporativo. “Desenvolvemos um trabalho que permite eliminar crenças e comportamentos limitantes e maximizar resultados de forma extraordinária para todo aquele que tenha o verdadeiro desejo de promover mudanças em si e em sua vida, que esteja realmente disposto a fazer o caminho entre o estado atual e o estado desejado, que deseje se tornar a melhor versão de si mesmo e viver a melhor versão da sua história”, explica Regina.

Regina Tavares está à disposição da imprensa para entrevistas e informações relacionadas às suas atividades profissionais. Para solicitar uma entrevista, envie um email para imprensa@g6comunicacao.com.br.

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