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Por que a percepção de solidão aumentou tanto durante a pandemia?

Desde o início da pandemia, cresceu bastante o número de pessoas que sentem solitárias pelo mundo todo.

No mundo todo, a questão da solidão sentida por muitas pessoas não é uma novidade. Mas, desde o início da pandemia, o planeta ganhou mais pessoas que se consideram “solitárias” e que sofrem com isso – e o Brasil se destaca neste assunto. Uma pesquisa realizada pelo Instituto Ipsos, entre 23 de dezembro e 8 de janeiro deste ano, ouviu 23.000 pessoas de 28 países. Desse total, 1.000 entrevistados são do Brasil, e 50% deles afirmaram sentir solidão “muitas vezes”, “frequentemente” ou “sempre”. Foi o maior percentual do mundo, seguido pela Turquia (46%).

“A solidão é um assunto realmente muito delicado, mas que em algum momento da vida pode atingir qualquer pessoa porque é algo inerente ao ser humano. E é algo que precisamos aprender a lidar para melhorar nossa qualidade de vida e evitar sofrimentos. A solidão pode ser muito prejudicial para a nossa saúde física e mental”, afirma a terapeuta Catia Simionato. “Somos seres sociais, não fomos feitos para ficar sozinhos. Gostamos de aglomerar, de ficar perto de outras pessoas”, complementa.

Catia é responsável pelo canal Ser Felicidade, que possui mais de 1,2 milhão de seguidores no YouTube, Instagram, Facebook e Spotify. Ela conta que, mesmo antes da pandemia, perguntas relacionadas à solidão já eram recorrentes nas suas redes. Catia é especialista em desenvolvimento pessoal, autoconhecimento, expansão da consciência e meditações, além de ser professora espiritual. Ela conta atualmente com cerca de 2.000 alunos e seus vídeos publicados na sua página do YouTube (www.youtube.com/c/SerFelicidade) já tiveram, no total, mais de 107 milhões de visualizações desde 2016.

HUMANIZAÇÃO DE PLANTAS E ANIMAIS

Ao avaliar o caso das pessoas que tiveram de se isolar durante a pandemia, Cátia afirma que o ser humano é um ser que reconhece a si mesmo por meio do outro. “A gente sempre vai precisar do outro para se enxergar. E quando este outro não está perto, muitas pessoas tendem a ‘humanizar’ outras coisas, como plantas e animais, conversando ou lidando com ambos como se fossem pessoas”, acrescenta. Ela exemplifica com o filme “Náufrago” (2000), no qual o ator Tom Hanks interpreta um homem que sofre um acidente aéreo e passa quatro anos sozinho numa ilha deserta.

“O personagem isolado na ilha, com o tempo, transforma uma bola de vôlei (que veio junto com ele do avião) em um amigo, criando um rosto nela. Ela vira o Wilson. Ele ‘humaniza’ aquele objeto e passa a se ‘relacionar’ com ele”, destaca Cátia. “O personagem de Tom Hanks fez o que podia fisicamente e mentalmente para continuar vivo”.

No último ano, por exemplo, muita gente tentou resolver o problema adotando um novo animal de estimação como companheiro. De acordo com uma pesquisa da Comissão de Animais de Companhia (Comac), o número de adoções de gatos no Brasil, por exemplo, cresceu 30% desde o início do isolamento social em março de 2020. “É a tentativa de ‘humanizar’ animais de estimação para combater a percepção de solidão”, aponta Catia.

“Algumas pessoas que ficaram isoladas neste período, se não fizerem algo assim, acabam enlouquecendo. Essa solidão da pandemia obriga as pessoas a encararem o seu maior inimigo: elas mesmas”, continua a terapeuta. Por outro lado, ela lembra que essa “solidão”, em outras pessoas, motivou uma busca muito grande pelo autoconhecimento e pela espiritualidade. “O canal Ser Felicidade no YouTube, por exemplo, atingiu a marca de 1 milhão de seguidores em abril do ano passado. Tivemos um forte crescimento na audiência em todas as nossas redes, especialmente no primeiro semestre do ano passado. Alguns alunos meus até consideram importante esse período para conseguirem, enfim, trabalhar mais o autoconhecimento e a espiritualidade”, conta.

Outro exemplo marcante do tema “solidão na pandemia” veio do Japão. O país criou o Ministério da Solidão, em 2021, com o objetivo de criar campanhas e políticas públicas voltadas para a saúde mental e prevenção do suicídio. Lá, durante a pandemia, a taxa de suicídio teve a primeira alta em 11 anos – cerca de 21 mil japoneses tiraram a própria vida no último ano, especialmente mulheres e estudantes. No Reino Unido também existe um Ministério da Solidão, desde 2018, criado para cuidar de 9  milhões de pessoas que se denominavam “solitárias”. Na época, uma em cada três pessoas acima de 75 anos afirmava que seus sentimentos de solidão estavam “fora de controle”.

A VISÃO ESPIRITUAL SOBRE A SOLIDÃO

“Numa situação extrema, como a pandemia que todos vivemos atualmente, esses sentimentos e sensações vêm mais à tona, porém não significa que já não existiam. Mas é importante entender, de fato, o que é solidão. Solidão não é estar sozinho em casa. Basta ver quantas pessoas sentem-se solitárias enquanto estão rodeadas de outras pessoas”, explica a terapeuta. Na busca por preencher esse espaço vazio gerado pela solidão, cada pessoa reage de uma forma diferente.

Ao longo de sua vida, Cátia Simionato estudou com professores espirituais de dezenas de países pelo mundo, sem se ligar a nenhuma religião em particular. Por isso, ela também tem uma visão espiritual da solidão. “Solidão é a ausência de conexão. Falta aquele ‘link’ que nos liga a outras pessoas e tentamos resolver isso buscando por este ‘link’ fora de nós. Muitas vezes, tentando ser algo que a gente não consegue e isso pode nos levar a vibrar numa sintonia diferente de quem nos rodeia. Como resultado, seguimos desconectados e, portanto, com o sentimento de solidão. No meu ponto de vista, tudo que acontece fora é reflexo ou projeção de algo que está acontecendo dentro. O segredo, então, é buscar a solução dentro de nós”.

Como fazer isso? “Primeiro, eu acho que nós nunca estamos sós de verdade. Estar na natureza, por exemplo, ajuda a perceber que a solidão é uma ilusão. Não é real. O contato com a natureza, com uma árvore, com os animais, com a terra, observar as formiguinhas. Tudo isso faz a sensação de companhia se estender cada vez mais. Isso é muito importante para retomar o sentimento de amor e compaixão por tudo que existe. A gente nunca está só também porque a gente sempre está com os nossos companheiros do mundo espiritual. Se você, simplesmente, se conectar com o criador você também nunca vai se sentir só”, explica.

Ela cita o próprio exemplo para ilustrar. “Eu também me sinto só às vezes. Eu sou terapeuta, dou aulas, tenho todos esses alunos e seguidores nas redes sociais, tenho amigos, tenho família. E, assim mesmo, às vezes vem o pensamento: se eu estou cuidando de tanta gente, quem está cuidando de mim?”. Cátia tem três dicas para lidar com este tipo de percepção e combater a solidão:

  • Meditação. Saber meditar é como andar de bicicleta. A gente vai treinando e uma hora se equilibra. Então, simplesmente sente-se, relaxe e preste atenção no seu corpo e na sua respiração. Só isso. Meditar é silenciar o falatório interno. É não prestar atenção na conversa constante da nossa mente. A gente consegue fazer isso prestando atenção na nossa respiração, por exemplo. Isso é meditar.
  • Orar. Conversar com Deus. Oração também silencia a mente.
  • Cantar ou repetir mantras. São ações que estimulam a sensação de bem-estar, autoconfiança, otimismo e conforto. E também contribuem para interromper nossos diálogos internos que nos trazem muito estresse.

“Quando você silencia o falatório interno da mente, ela se acalma e acontece uma mágica interna. Aquele Eu verdadeiro, com quem você não estava conseguindo se conectar, aparece por meio de uma leve sensação de bem-estar. Isso é começar a fazer o link, a conexão. Aí acontece a próxima mágica: você gosta um pouco mais de si mesmo. Este estado interno é o antídoto contra a solidão. Mesmo se você estiver realmente sem ninguém por perto, se esse estado de bem-estar e gostar de si mesmo se mantiverem, você sai na rua, dá alguns passos e naturalmente as pessoas se sentem atraídas por você”, conclui.

SOBRE CATIA SIMIONATO

Presente em todas as redes sociais com seu canal Ser Felicidade, Catia Simionato é um fenômeno da Internet no YouTube. Criado em 2016, seu canal conta, hoje, com 1,1 milhão de seguidores e possui centenas de vídeos sobre desenvolvimento pessoal, autoconhecimento, expansão da consciência, meditações, espiritualidade e entrevistas com professores espirituais que conheceu pelo mundo – produzidos pela própria Catia.

Ela também é professora espiritual, palestrante internacional, professora de meditação e condutora de retiros espirituais para a expansão da consciência. Catia já realizou uma infinidade de cursos integrativos. É autora do curso “Método MRI” (Manual para Reorganização Interna), um modelo de terapia individual onde a pessoa trabalha internamento o seu desenvolvimento em diversos níveis: físico, emocional e espiritual. O objetivo é realizar uma jornada de transformação, na qual a pessoa se livra de pensamentos negativos que a impedem de ser mais feliz. Com seus vídeos semanais, Catia também está promovendo o movimento “Da mente ao Coração”, no qual propõe que as pessoas ouçam menos sua mente crítica e autocrítica e encontrem dentro de si mesmas a sua felicidade, valorizando, por exemplo, o autoamor e a autoestima.

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Confira 10 dicas para cuidar da sua saúde mental durante a pandemia

Saúde Mental na pandemia: maior desafio é sair da mente, o “cabeção”, e ir para o coração e aumentar a sua presença no momento presente.

Desemprego ou medo de perder o emprego ou clientes, dificuldades financeiras, insegurança, problemas de saúde, perdas de entes queridos devido à Covid-19, notícias negativas o tempo todo na TV. Este cenário que vivemos há mais de um ano com a pandemia pode, sim, afetar a sua saúde mental, prejudicando o seu equilíbrio e atrapalhando a sua felicidade. Tudo depende de como cada um de nós lida com esses desafios no seu dia a dia.

A terapeuta Catia Simionato, especialista em desenvolvimento pessoal, autoconhecimento, expansão da consciência, meditações e espiritualidade, entre outras terapias integrativas,tem uma visão bem objetiva dessa nossa realidade. “Eu sempre acho que o grande problema é a nossa mente, que eu chamo de ‘cabeção’, que fica tentando controlar o mundo e, como não consegue, literalmente cria boa parte das preocupações que atormentam as pessoas”, explica.

Catia lembra que boa parte dos “problemas” que nos afligem, com ou sem pandemia, dizem respeito a lembranças do passado ou a cenários negativos para futuro que a nossa mente se encarrega de criar o tempo todo. “O desafio para manter a nossa saúde mental, portanto, é acalmar o ‘cabeção’”, acrescenta. E como fazer isso na prática? Aqui, Catia lista 10 dicas úteis para não deixar o seu “cabeção” destruir o seu equilíbrio e o seu foco positivo na vida.

1) Meditação Ativa ou Passiva. Você sabe a diferença entre esses dois tipos de Meditação? A Meditação Ativa não é muito comentada, mas é uma forma de facilitar a prática da Meditação. Ela é realizada ao mesmo tempo em que você faz qualquer tarefa, como caminhar, lavar louça, passar roupa, cuidar das plantas, praticar um esporte ou simplesmente limpar a casa. Ela consiste em manter sua mente focada no que você está fazendo, observando o movimento de pés e mãos, sentindo a textura ou temperatura do local que estiver tocando, observando tudo que puder ao seu redor, sentir os aromas e ouvir os sons do ambiente. Seu principal objetivo é viver o momento presente o mais intensamente possível, e não prender sua mente em eventos do passado ou do futuro. A Meditação Ativa funciona muito bem para pessoas inquietas, que têm dificuldade de se concentrar para praticar a Meditação mais tradicional, a Passiva. E pode ser, também, a porta de entrada para a Meditação Passiva, na qual a pessoa permanece imóvel, numa posição confortável, prestando atenção na sua respiração ou desenvolvendo técnicas de visualização, concentração e relaxamento do corpo. Em ambas, o desafio é deixar a mente calma. Nesse estado, ela é capaz de ser mais produtiva, criativa e inovadora.

2) Exercícios de atenção plena. Eles também são um tipo de meditação. São práticas que buscam direcionar a atenção para o momento presente e a pessoa passa a se concentrar apenas na experiência que está vivendo naquele instante, permitindo aos seus pensamentos fluírem sem julgamentos. Exemplos: comer com consciência (prestando atenção aos sabores, visuais, temperaturas e texturas dos alimentos), andar ou correr com consciência (observando todo o movimento do corpo, as sensações dos pés e até as diferentes texturas do piso percorrido), colorir ou desenhar com consciência (concentrando-se em cada cor) e cozinhar com consciência (sentindo cada sabor ou cheiro dos ingredientes utilizados).

3) Perceber que existe uma voz falando dentro da sua cabeça (se alguém está falando, quem está ouvindo?). A nossa mente, ou “cabeção”, está sempre falando, criticando, comparando, lembrando do passado, traçando cenários ruins, projetando o pior para nossas vidas. Perceber essa vozinha dentro de nós – e aprender a ignorá-la – é um dos passos importantes para atingir o equilíbrio e a felicidade.

4) Exercitar-se. A prática regular de exercícios físicos é fundamental para a saúde física e mental. Além de ajudar a prevenir doenças, proporciona a sensação de bem-estar e relaxamento, que contribuem com a qualidade de vida. O sedentarismo leva a maiores taxas de ansiedade, contribuindo para baixa autoestima, baixa imunidade (em tempos de pandemia isso pode salvar vidas!), irritabilidade, mal humor e depressão. E mais: praticar esporte com regularidade influencia positivamente o cérebro, liberando hormônios do prazer e bem-estar, como dopamina, serotonina, irisina e oxitocina. Tudo isso contribui para reduzir o estresse e a ansiedade.

5) Cuidar do corpo: nutrição, hidratação, descanso e higiene. Além de praticar exercícios físicos, há outras formas de cuidar do corpo, a começa por uma alimentação saudável. O que você tem colocado dentro do seu corpo? Evite fast-foods e alimentos industrializados. Aumente o consumo de alimentos que você compra na feira! Você pode aumentar a vitalidade do seu corpo por meio de uma alimentação “viva” (alimentos in natura, com produtos veganos e crus), aqueles obtidos diretamente de plantas (como folhas e frutos) sem passar por qualquer processo de industrialização. Isso também inclui hidratação adequada, com água ou sucos 100% naturais. Mas cuidar do corpo ainda inclui descansar (dormir bem) e ter uma boa higiene (inclusive para evitar doenças).

6) Ir para a natureza sempre que possível. Catia está apresentando em seu canal Ser Felicidade, do YouTube, uma web série inédita que trata exatamente desta questão: da conexão e do equilíbrio do ser humano por meio da aproximação com a natureza (https://www.youtube.com/watch?v=6ulqyA3suaw&t=699s). A série foi gravada em São Miguel do Gostoso, pequena vila de pescadores localizada a cerca de 100 km de Natal (RN), repleta de praias lindas e desertas. Catia levou sua equipe para esse paraíso tropical após sentir na própria pele sintomas de desequilíbrio e desconexão. Seguindo seus próprios ensinamentos, ela foi para a natureza. E lá, os poucos, ela conseguiu. “Primeiro a gente se equilibra. Depois, nos conectamos com tudo de bom que tem nessa vida e com aquele lugar dentro de você onde habita a paz, o amor, o poder, a sabedoria e a felicidade”, explica Catia. Além disso, a relação entre natureza e saúde mental vem conquistando destaque também no meio científico. Há estudos que mostram como a exposição à natureza pode trazer benefícios enormes às pessoas – isso inclui o contato com plantas e flores, abraçar uma árvore, andar descalço na terra, areia ou pedras, tomar sol, entrar no mar ou tomar um banho de cachoeira. Pesquisa da revista “Nature” mostrou que apenas duas horas por semana de contato com a natureza podem promover, por exemplo, aumento na sensação de bem-estar, melhorar o humor e aliviar os sintomas de depressão, ansiedade e estresse.

7) Desenvolver algo simples que dê prazer: cozinhar, tocar um instrumento, cantar, trabalhos manuais. Em outras palavras, encontre um hobby que lhe traga alegria ao praticá-lo. Um hobby alivia as tensões do dia a dia e lhe proporciona um momento só para você. Para você viver o seu presente, e não dar ouvidos à sua mente. Mais do que isso, o hobby também pode estimular a sua criatividade.

8) Ouvir mantras ou Frequências de Solfeggio. Podemos definir um mantra como hino, oração, canção sagrada, sílabas programadas e, até mesmo, poema religioso. Quando se pronuncia um mantra, ele é capaz de acalmar os pensamentos e nossas ações, facilitando a concentração. O nosso trabalho durante o mantra consiste justamente em trazer incessantemente a mente de volta para o som do mantra e refletir sobre seu significado. Isso traz como consequência o aquietamento da mente. Existem mantras específicos para diversos tipos de questões, pois eles focam a energia que circula no chakra responsável por aquele ponto da vida. Já as Frequências de Solfeggio são compostas por um conjunto de seis sons musicais eletromagnéticos que os monges gregorianos costumavam usar quando cantavam em meditação. Tudo no mundo vibra. E toda vibração tem a sua própria frequência. Expondo o corpo e a mente às Frequências de Solfeggio, você pode conseguir maior sentido de equilíbrio, cura interior profunda, evolução e autoconhecimento, pois elas penetram profundamente na mente consciente e subconsciente.

9) Preparar-se para dormir. “Muitos dos meus alunos reclamam das dificuldades para dormir. Isso acontece porque, no meu ponto de vista, as pessoas passam o dia numa vida muito cerebral, muito mental, principalmente por conta dos eletrônicos que a gente usa o dia inteiro, como o celular o tempo todo na mão. E o excesso de atividade mental dificulta mesmo o sono”, diz Catia. Então, diz ela, se preparar para dormir significa, uma hora antes de dormir, desligar todos os eletrônicos, fazer um chá calmante, deixar tudo na meia luz (ou no mais escuro possível), ir para o silêncio interno, fazer uma meditação com uma música bem suave – isso tudo traz um relaxamento e uma possibilidade de dormir muito melhor e com um sono profundo, que também é revitalizante.

10) Ter um animal de estimação ou plantas. Ter plantas em casa tem relação direta com o tópico sobre a importância da natureza. Ter plantas em casa, portanto, significa levar um pouquinho da natureza e dos seus benefícios para mais perto de você diariamente. Sobre os animais de estimação, de acordo com um artigo publicado no site da Prefeitura de São Paulo, “ter um pet é um ato de amor que beneficia não só os bichinhos, mas também os seres humanos. Os laços de afeto dessa relação têm um grande impacto na saúde mental das pessoas que possuem um animal de estimação”. Pesquisa realizada pela Edellman Intelligence, em parceria com o The Human Animal Bond Research Institute (HABRI) e a empresa Mars Petcare, apontou que 80% das pessoas se sentem menos sozinhas com um pet, ajudando a lidar com a depressão. Uma das descobertas científicas mais recentes, publicada pela revista Science, é que os cachorros amam seus donos com o mesmo amor que o bebê sente pela sua mãe. Além disso, de acordo com a ciência, olhar o pet nos olhos, brincar ou acariciar ele produz forte dose de oxitocina, a chamada “molécula do amor”.

SOBRE CATIA SIMIONATO

Presente em todas as redes sociais com seu canal Ser Felicidade, Catia Simionato é um fenômeno da Internet no YouTube (www.youtube.com/channel/UC-7Un7ZJ9Z_ZOmTE_Vc0UwQ). Criado em 2016, seu canal conta, hoje, com 1,1 milhão de seguidores e possui centenas de vídeos sobre desenvolvimento pessoal, autoconhecimento, expansão da consciência, meditações, espiritualidade e entrevistas com professores espirituais que conheceu pelo mundo – produzidos pela própria Catia.

Ela também é palestrante internacional, professora de meditação e condutora de retiros espirituais para a expansão da consciência. Catia já realizou uma infinidade de cursos integrativos. É autora do curso “Método MRI” (Manual para Reorganização Interna), novo modelo de terapia individual onde a pessoa trabalha internamento o seu desenvolvimento em diversos níveis: físico, emocional e espiritual. O objetivo é realizar uma jornada de transformação, na qual a pessoa se livra de pensamentos negativos que a impedem de ser mais feliz. Com seus vídeos semanais, Catia também está promovendo o movimento “Da mente ao Coração”, no qual propõe que as pessoas ouçam menos sua mente crítica e autocrítica e encontrem dentro de si mesmas a sua felicidade, valorizando, por exemplo, o autoamor e a autoestima.

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A competitividade do mercado de trabalho está em alta!

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No mundo pós-pandemia, a competitividade para se conseguir um emprego será maior, exigindo dos candidatos ainda mais preparo para superar os mais diferentes desafios e capacidade de dar respostas mais rápidas às organizações.

Em 1959, o naturalista inglês Charles Darwin publicou o livro “A origem das espécies”, no qual mudava radicalmente a biologia com a sua famosa “Teoria da Evolução”. De acordo com essa teoria, há uma luta pela sobrevivência na natureza, mas aquele que sobrevive não é necessariamente o mais forte e, sim, o que melhor se adapta às condições do ambiente em que vive. Uma luta parecida deve se acirrar daqui para frente no mercado corporativo do novo mundo pós-pandemia. Os profissionais mais bem-sucedidos e com mais chances de conquistarem os melhores empregos serão os que tiverem maior capacidade de reagir positivamente às mudanças que já começamos a enfrentar.

Neste mundo pós-pandemia, portanto, a competitividade para se conseguir um emprego será ainda maior, exigindo dos candidatos mais preparo para superar os mais diferentes desafios e capacidade de dar respostas mais rápidas às organizações de todos os portes e segmentos. Hoje em dia, o mercado de trabalho já busca profissionais não apenas com habilidades técnicas, mas também com habilidades humanas e conceituais. Eles têm que estar alinhados aos objetivos estratégicos da empresa na qual trabalham. Essa tendência deve se acelerar fortemente daqui para frente, pois a quantidade de mão-de-obra disponível no mercado vai crescer bastante e, ao mesmo tempo, os consumidores e clientes também estão mudando. Muitas empresas, e seus profissionais, precisarão mudar para continuarem sendo competitivos. Muitas empresas terão de se reinventar para não morrerem – e isso exigirá profissionais capazes de enxergar e aplicar as inovações necessárias.

É preciso entender que existe uma diferença muito importante entre “competitividade” e “competição”. No mundo corporativo, por exemplo, o que diferencia uma empresa que desenvolve a competitividade e aquela que incentiva a competição? Competição não é algo positivo. Já a competitividade é saudável, pois envolve a autossuperação e a busca pela melhor forma de realizar uma atividade, enquanto a competição é uma maneira de superar o outro, como se fosse um esporte. Os profissionais que são treinados para desenvolver as características da competitividade conseguem alcançar mais rapidamente os seus objetivos e melhorar os resultados que a sua empresa demanda.

Mas como se tornar, na prática, um profissional mais competitivo? Competitividade abrange, obrigatoriamente, três pontos essenciais no dia a dia de trabalho: aprendizado constante, talentos/competências e rede de contatos.  Essas questões não podem sair da mira de quem pretende se aprimorar profissionalmente e ser mais competitivo ao disputar uma futura posição dentro de um organização de qualquer tamanho ou área de atuação. Confira algumas características de um profissional competitivo que são buscadas, cada vez mais, pelos selecionadores e chefes:

  • Resiliência. A resiliência pode ser definida como a capacidade de superar as adversidades, sem transformar isso em sentimentos negativos. O cenário deste mercado pós-pandemia será caracterizado por frequentes e rápidas transformações de tecnologia e na economia, exigindo mudanças nas instituições e nos seus profissionais. Isso exige a capacidade de saber se adaptar. E somente assim as empresas conseguirão se ajustar às novas condições econômicas, sociais, culturais, tecnológicas e políticas. Todas essas pressões e cobranças constantes por parte da empresa e do mercado poderão gerar ansiedade e estresse em profissionais sem a capacidade da resiliência. O mercado de trabalho necessita de profissionais adaptáveis às mudanças e capazes de lidar com as pressões de uma forma positiva.
  • A capacidade de tomar decisões eficazes. É fundamental que o funcionário aprenda a fazer escolhas de forma rápida e assertiva.
  • Ser diferente. É essencial se diferenciar dos demais. Pensar diferente, trazendo soluções inovadoras para questões do dia a dia. Para isso, é preciso colocar em prática suas habilidades, mostrando competências, agregando valor ao seu trabalho e, assim, buscando bons resultados para a empresa.
  • Inovação. Inove sempre que puder. Inovar significa “sair da caixa”, ter ideias, criar novas soluções e abusar da criatividade – sem deixar de ser factível, é claro. Isso vai diferenciar e valorizar seu trabalho. Ser inovador nos processos internos representa pensar de modo distinto, criar um ambiente propício ao desenvolvimento da equipe, gerar valor e, com isso, atingir objetivos expressivos.
  • Empatia. É a habilidade de se colocar no lugar do outro. Desenvolvê-la requer atitudes como ouvir na essência, o que exige olhar para a pessoa enquanto ela fala, sem julgar ou dividir sua atenção com atividades paralelas, por exemplo. A empatia é uma das competências sociais mais relevantes para o mercado de trabalho.Por meio desse sentimento, os líderes se tornam capazes de realizar tarefas como: compreender seus liderados e manter um interesse ativo por suas preocupações; dar a melhor orientação para servir, antever, identificar e satisfazer as necessidades dos clientes; aprimorar sua capacidade de desenvolver equipes, perceber as necessidades das pessoas, identificar seus pontos fracos e reforçar suas aptidões; e cultivar as melhores oportunidades por meio de pessoas diferentes, sem deixar de valorizar a diversidade.
  • Estudar constantemente. Existem muitas formas de estudar constantemente sobre a sua profissão e o seu mercado de trabalho: ler reportagens, estudos, pesquisas e livros; ter conhecimento dos fatos que são notícias relevantes na atualidade; conversar com outros profissionais da área; pesquisar novidades; ser ativo em grupos de discussão online relacionados à sua profissão; investir na educação contínua com coaching; pós-graduação; cursos complementares; treinamentos online; seminários; palestras; buscar novas tendências; e manter-se ativo com a sua rede de contatos – entre muitas outras ações essenciais para quem, de fato, deseja estar à frente.

A competitividade dentro das empresas deve ser encarada com um ponto altamente positivo. A visão de que ela causa rivalidades e brigas no ambiente corporativo já está ultrapassada, pois nem sempre isso acontece de verdade. Hoje, em geral, os profissionais já conseguem desenvolver essas características com bom humor e respeito pelos demais. Para se ter ideia, de acordo com uma pesquisa da Page Personnel, organização de recrutamento especializada em profissionais de gestão, 90,3% dos profissionais consultados afirma que a competitividade faz bem ao desenvolvimento do profissional e da própria empresa. Então, que tal você também começar a investir na sua competitividade profissional?

No link abaixo, você pode ler o artigo sobre este tema publicado no Linkedin por Mari Clei Araújo, diretora da MC Coaching e Consultoria, cliente da g6 Comunicação.

https://www.linkedin.com/pulse/competitividade-est%25C3%25A1-em-alta-mari-clei-araujo