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Relacionamentos, dinheiro e saúde: como lidar com os principais desafios da vida?

desafios da vida
Desafios da vida: os relacionamentos amorosos estão entre as principais questões a serem resolvidas por homens e mulheres.

Relacionamentos, dinheiro e saúde são os principais desafios da vida que quase todo mundo já enfrentou, enfrenta ou vai enfrentar no seu dia a dia, de acordo com a avaliação da terapeuta Catia Simionato.

Superar parte ou mesmo a maioria desses desafios representa o caminho para uma vida mais plena, com mais realizações, paz e amor e, sobretudo, mais feliz. “E o primeiro passo nessa direção é entender melhor cada um desses desafios e perceber como cada pessoa lida com eles”, afirma Catia.

Catia Simionato é responsável pelos conteúdos do canal Ser Felicidade, o maior espaço da Internet brasileira voltado para expansão da consciência. O canal reúne cerca de 1,2 milhão de seguidores no YouTube, Instagram, Facebook, Telegram e Spotify.

Para conhecer outros temas abordados por Catia Simionato, clique aqui.

Ela é especialista em desenvolvimento pessoal, autoconhecimento, expansão da consciência e meditações, além de ser professora espiritual. Conta atualmente com cerca de 2.000 alunos e os vídeos publicados na sua página do YouTube (www.youtube.com/c/SerFelicidade) já tiveram, no total, mais de 107 milhões de visualizações desde 2016.

“Alguns desafios não podem ser evitados. Não há fórmula mágica para isso. Existem desafios que fazem parte da nossa vida. Vamos ter de passar por eles para encontrar nossas qualidades que estão dentro do nosso verdadeiro eu – e não no nosso ego.

Esses desafios permitem que a gente melhore”, reforça a terapeuta. A solução nestes casos, segunda ela, é saber como lidar com os desafios, como passar por eles com menos sofrimento.

DESAFIOS DA VIDA: SAÚDE É DESTAQUE

Para a terapeuta, os desafios da saúde são a base de tudo na vida e devem ser compreendidos de maneira mais abrangente, com foco em conseguir uma melhor relação com o próprio corpo. E se amar mais.

Aqui entram, principalmente, cinco cuidados básicos que todos devem ter com si mesmo: boa nutrição, hidratação adequada, movimento (atividade esportiva regular), descanso e higiene (física e mental).

“Muitos dos desafios que temos nesse campo chegam para provocar mudanças que o nosso próprio corpo precisa, como a prática esportiva, por exemplo”, diz Catia, que, diariamente, logo ao acordar, faz a sua “caminhada meditativa”, quando passeia por 30 minutos olhando com muita atenção tudo ao seu redor, sem se deixar levar pelos pensamentos da mente neste período.

Ela também lembra como o contato diário com a natureza é essencial para trazer mais vitalidade para o ser humano.

“Em geral, especialmente para quem vive nas grandes cidades, temos uma vida ausente de natureza. Isso nos deixa em desequilíbrio”. Natureza inclui ar, terra, água e calor.

A terapeuta propõe algumas práticas bastante fáceis para aumentar a nossa vitalidade, como simplesmente andar com os pés descalços na terra por pelo menos 20 minutos por dia.

“Essa é uma prática milenar que foi se perdendo na sociedade moderna. Ao praticá-la, você sentirá uma grande diferença na sua energia e até dores físicas podem ser amenizadas”, explica.

MAIS CONTATO COM A NATUREZA

Para quem não tem acesso à terra diariamente, ele propõe alternativas como abraçar o tronco de uma árvore com as mãos abertas, também por 20 minutos, ou ainda parar o trabalho várias vezes ao longo do dia para experimentar longas respirações tentando não dar atenção aos pensamentos – uma espécie de “mini meditação”.

Ainda em desafios da saúde, outro ponto muito importante é estar atento às suas emoções e alimentar com sabedoria a própria autoestima. É um tipo de guerra interna que lutamos contra as críticas, julgamentos e comparações da nossa mente e que pode nos levar a um estado de paz.

“É se aceitar, ou mesmo tentar se transformar, mas com amor, entusiasmo e tranquilidade, sem se prender o tempo todo às autocríticas da mente”, diz ela.

Lutar contra as crenças internas negativas é outra questão que exige reflexão e ação. E o que são essas crenças?

“Quando uma interpretação da vida (seja porque alguém te falou ou porque você interpretou) se torna verdade dentro da sua cabeça, aquilo fica forte. Quanto mais damos atenção a isso, mais forte fica. Muitas vezes, não apenas concordamos, mas também sentimos, nos emocionamos e, então, aquilo se transforma em algo forte chamado crença. Crenças dominam a nossa vida e nos limitam. Precisamos sempre duvidar dessas crenças e confiar mais na nossa capacidade”, avalia Catia.

“Se você olha para sua ‘casa interna’ e começa, com paciência, a arrumar as coisas dentro de você, a cuidar do seu corpo, a aumentar a sua vitalidade, a tirar as suas crenças negativas da frente, magicamente os problemas da sua vida começam a se resolver. As coisas sempre começam a mudar, primeiro, internamente”, acrescenta.

DESAFIOS DO DINHEIRO

Essa área compreende não apenas o dinheiro em si, mas o emprego, carreira, estudos, conquistas, frustrações e ambições profissionais de cada pessoa. É tudo aquilo que está relacionado à sobrevivência de cada um.

Nessa área, um desafio muito comum é aquele capaz de tirar o poder de alguém. Não o poder sobre alguém, mas o poder de realização e transformação. O desemprego é um bom exemplo disso.

“Especialmente nos dias de hoje, em tempos de pandemia e de crise econômica, muitas pessoas ainda precisam descobrir que se reinventar é o seu grande poder interno. Mais do que isso, pode ser a chave para a sua sobrevivência”, explica Catia.

DESAFIOS DOS RELACIONAMENTOS

As dificuldades nos relacionamentos representam o desafio mais procurado pelo público que acompanha o canal Ser Felicidade.

Embora os relacionamentos amorosos sejam o foco principal de boa parte das pessoas, também os relacionamentos pessoais e profissionais fazem parte deste grande desafio da jornada de cada um de nós.

Nos relacionamentos amorosos, Catia destaca uma situação cada vez mais comum nos dias de hoje, que, para ela, explica porque tem tanta gente reclamando das suas relações ou lamentando a ausência de um parceiro para a vida.

“Nossa mente compara o tempo todo. Ela busca um ideal. Um par ideal, nesse caso. E a mente insiste, sempre, em olhar mais as diferenças. O certo, num relacionamento, é a gente focar no que gosta no outro, e não nas diferenças. Sair desta eterna comparação”, orienta ela.

“Amar de verdade é aceitar as qualidades e os defeitos do outro porque nós também somos seres com qualidades e defeitos”, conclui.

AULAS GRATUITAS PARA APRENDER A VENCER OS DESAFIOS

Na próxima semana, nos dias 26, 28 e 30 de julho, sempre às 19h, Catia Simionato vai realizar três Lives totalmente gratuitas sobre todas essas questões.

A partir da sua história de vida pessoal, que já passou por todos esses desafios, a terapeuta vai apresentar exemplos, dicas, técnicas e exercícios práticos para que qualquer pessoa possa melhorar a própria vida.

“É a nossa ‘Semana de Reorganização Interna’. Uma experiência única de encontros ao vivo, nos quais vou me aprofundar um pouco mais em todos esses pontos para ajudar as pessoas, definitivamente, a encontrarem a saída e manterem a paz diante dos seus desafios”, promete.

O programa das aulas é o seguinte:

Aula 1 (26/07) – Como encontrar a saída diante dos desafios de relacionamento, dinheiro e saúde?

Aula 2 (28/07) – Quais são os exercícios práticos que eu faço para estar em paz diante de qualquer situação e como você pode aplicá-los na sua vida?

Aula 3 (30/07) – Como se tornar um fluxo constante de força para lidar com os desafios da vida?

Cada aula terá 1h30 de duração.

As inscrições podem ser feitas neste link.

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g6 é a nova assessoria de imprensa da terapeuta Catia Simionato

A terapeuta Catia Simionato tem mais de 1,1 milhão de seguidores no seu canal Ser Felicidade no You Tube.

A g6 Comunicação é a nova assessoria de imprensa da terapeuta Catia Simionato, responsável pelo canal “Ser Felicidade”. Presente em todas as redes sociais, Catia é um fenômeno da Internet no YouTube. Criado em 2016, seu canal conta, hoje, com 1,1 milhão de seguidores e possui centenas de vídeos sobre autoconhecimento, expansão da consciência, meditações, espiritualidade e entrevistas com professores espirituais que conheceu pelo mundo – todos produzidos pela própria Catia ao longo desses anos.

Ela também é palestrante internacional, professora de meditação e condutora de retiros espirituais para a expansão da consciência. Além de ter viajado boa parte do mundo e conhecido pessoalmente líderes espirituais de diferentes linhas, Catia já realizou uma infinidade de cursos integrativos, como Mestre em Reiki (na modalidade Usui e Karuna), Magnified Healing (técnica de cura vibracional), Light Healing (cura com a luz), Radiestesia, Radiônica, Cromoterapia (terapia das cores), Florais de Bach, Florais de Saint Germain, Cura Essênia, Tachyon Energy Healing, Spiritual Nutrition (com o Dr. Gabriel Cousens), Praying and Healing (com Howard Wills) e The Work of Byron Katie (trabalho que identifica e investiga pensamentos que causam o sofrimento do mundo).

É autora do curso “Método MRI” (Manual para Reorganização Interna), um novo modelo de terapia individual onde a pessoa trabalha internamento o seu desenvolvimento em diversos níveis: físico, emocional e espiritual. O objetivo é realizar uma jornada de transformação, na qual a pessoa se livra definitivamente de pensamentos negativos que a impedem de ser mais feliz. Com seus vídeos semanais, Catia também está promovendo o movimento “Da mente ao Coração”, no qual propõe que as pessoas ouçam menos sua mente crítica e autocrítica e encontrem dentro de si mesmas a sua felicidade, valorizando, por exemplo, o autoamor e a autoestima.

Catia Simionato está à disposição dos jornalistas para entrevistas.

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O racismo, de acordo com o olhar mais aprofundado da psicologia

Preconceito
Segundo a psicóloga Regina Tavares, para entender e combater o racismo, é fundamental um olhar atento e com mais profundidade, individual, em cada um de nós.

No mundo todo, a questão do preconceito racial vem sendo bastante discutida, desde que George Floyd, um afro-americano de 46 anos, foi morto pelo policial branco Derek Chauvin. A morte aconteceu no dia 25 de maio, em Minneapolis, nos Estados Unidos, e desencadeou uma onda de protestos nos EUA e em diversos países da Europa, Ásia e África- e também no Brasil. As manifestações criticam a atuação da polícia dos Estados Unidos contra a população negra e foram combatidas com violência pela própria polícia em algumas regiões do país. Tudo isso levou a Organização das Nações Unidas (ONU) a anunciar que deverá preparar um relatório sobre racismo sistêmico pelo mundo, violações dos direitos humanos de africanos e pessoas de ascendência africana por órgãos policiais.

“Sabemos que, para enfrentar o racismo no Brasil e em outros países, precisamos de mais empatia, e isso vem sendo despertado em mais pessoas com esses recentes acontecimentos pelo mundo”, afirma a psicóloga Regina Tavares. Segundo a profissional, para entender e combater o racismo, é fundamental um olhar atento e com mais profundidade, individual, em cada um de nós, buscando a nossa essência mais íntima e distante das lentes sociais que, de alguma forma, estabelecem determinados padrões na sociedade. Esse é um dos caminhos para que sejam criadas novas políticas públicas de combate a qualquer tipo de preconceito racial. “É também uma ponte que leva a uma parte da história social que é, antes de tudo, individual, pois não existe o outro isolado. Existe o nós, o todo”, acrescenta Regina.

O racismo pode ser analisado sob diferentes olhares. Conceitualmente falando, racismo não é o mesmo que discriminação e preconceito. Preconceito é, basicamente, julgar antes de conhecer a pessoa ou a situação em questão. Discriminação é o ato de tratar as pessoas de um jeito diferente por motivos diversos. Já o racismo, de acordo com o Michaelis Dicionário Brasileiro da Língua Portuguesa, é a teoria ou crença que estabelece uma hierarquia entre as raças (etnias); doutrina que fundamenta o direito de uma raça, vista como pura e superior, de dominar outras; preconceito exagerado contra pessoas pertencentes a uma raça (etnia) diferente, geralmente considerada inferior; e atitude hostil em relação a certas categorias de indivíduos. Mas, do ponto de vista psicológico, como compreender o racismo?

De acordo com Regina Tavares, uma forma de tentar entender as atitudes racistas é a chamada “Lei do Espelho”, segundo a qual o que vemos na outra pessoa é, na verdade, o nosso reflexo – ou, simplesmente, a forma como nos enxergamos. “Tudo aquilo que eu julgo de negativo, ataco ou critico no outro está em mim”, explica. Durante uma atitude ou um pensamento preconceituoso, por exemplo, ocorre uma projeção psicológica do nosso inconsciente no outro que nos faz supor que o motivo do nosso desagrado ao outro existe nele (às vezes somente nele), e não em nós mesmos. A projeção psicológica nada mais é do que um mecanismo de defesa do nosso organismo. Por meio dela, atribuímos a outras pessoas sentimentos, pensamentos e crenças negativos que seriam completamente inaceitáveis para o nosso consciente.

Existe em cada um de nós algo ligado ao medo ou à arrogância, por exemplo, e que é disparado por um “gatilho” externo (uma situação, acontecimento ou pessoa). Esse “disparo” libera a projeção psicológica nos momentos de conflito emocional ou quando nos sentimos ameaçados de alguma forma. “Eu ataco no outro aquilo que não consigo enxergar ou aceitar em mim. Por exemplo: uma pessoa que está atacando um negro pode estar fazendo isso considerando que o negro é um ser ‘inferior’ e, por isso, merece ser agredido. Pergunta: inferior em que sentido? Inferior a que ou a quem? O atacante pode não ter a menor ideia de como responder essas questões, pois construiu ao longo da sua vida uma série de crenças a respeito da cor, associadas à ‘inferioridade’. Se esta pessoa consegue enxergar qualquer tipo de inferioridade em outro ser humano e isso o incomoda tanto, esta inferioridade está nele, de uma forma ou de outra”, diz Regina.

COMO COMBATER O RACISMO?

De forma inconsciente, muitas vezes, uma pessoa pode estar expressando, por meio do seu comportamento agressivo, um sentimento de inferioridade que tem com relação a si mesmo – por ganhar pouco, não ter estudado ou não se considerar importante, por exemplo. “Ao contrário disso, uma pessoa equilibrada, ainda que detendo um infrator, não projeta nada seu no outro. No caso em questão, o policial teria simplesmente algemado George, colocado no carro da polícia e seguido diretamente para a delegacia”, destaca a psicóloga.

Em um caso como esse, que se repete tanto nos Estados Unidos como no Brasil, entre outros países, a psicóloga considera fundamental entender o perfil psicológico dos policiais que são encarregados de proteger as pessoas. Antes mesmo de acontecer algo tão grave, é preciso que a instituição já possua um perfil de todos os policiais que vão para as ruas, tendo conhecimento, por exemplo, das limitações de cada um, dos seus traumas e medos que podem gerar ou mesmo potencializar de forma exagerada situações de agressividade.

“Mais do que isso, será que a polícia está dando suporte psicológico aos seus policiais antes de uma tragédia como essa e também depois que uma situação dessas ocorre?”, questiona Regina. Segundo ela, a punição ao excesso de violência ou ao preconceito é necessária, mas é igualmente importante oferecer capacitação continuada a todos, acompanhar os policiais antes de um fato como esse acontecer. “Esses cuidados terapêuticos preventivos para todos os policiais podem salvar vidas”.

Segundo a psicologia, uma das soluções para combater o preconceito está dentro de cada um de nós. Ao descobrir algo ou alguém que não aprovamos ou não gostamos, devemos parar e fazer uma autoavaliação, refletindo sobre o que realmente está nos incomodando fora de nós com relação aquela pessoa ou situação. “O que em mim está me trazendo desconforto? A partir dessa reflexão sincera, é possível ter uma visão mais abrangente da situação e muitos preconceitos podem ser evitados”, complementa Regina.

Regina Tavares desenvolve seu trabalho de atendimento psicoterapêutico junto com uma orientação espiritual, unindo vários tipos de terapias para ajudar seus clientes a eliminarem crenças, memórias, sentimentos e comportamentos limitantes e, com isso, promoverem as mudanças necessárias em sua vida. Segundo ela, uma das técnicas mais poderosas nessa missão, e que vale também para eliminar as causas das questões que envolvem preconceitos, é o Ho’oponopono. “Nem tudo se resume à psicologia. Quando se deixa de olhar para o ser humano como um todo, incluindo o lado espiritual, a nossa avaliação fica limitada. Sempre há mais coisas para se observar”, acrescenta. Na sua avaliação, do ponto de vista espiritual, “amar ao próximo como a ti mesmo” é um preceito fundamental para tudo fluir bem na vida. “Amar ao próximo não pode ser entendido como amar aquele que te agrada, mas sim amar tudo que está próximo de você: a natureza, os animais e as demais pessoas”.

Atitudes racistas também podem representar um claro sinal de falta de autoamor. Uma pessoa que experimenta a desconexão com o amor interno pode exteriorizar a destruição que há dentro dela em outras pessoas, coisas, animais e na natureza. De acordo com Regina, no caso do racismo, há uma tendência negacionista por parte da sociedade e do próprio Estado. “Essa característica de negar o racismo é bem peculiar do processo histórico do Brasil, que sempre adotou posturas de não reconhecer que há uma questão racial que é também social”, afirma.

O Ho’oponopono é uma terapia integrativa eficaz para resolver conflitos e problemas emocionais que costumam ser os verdadeiros responsáveis por atitudes de preconceito de qualquer tipo. “Por meio da prática regular do Ho’oponopono, a pessoa consegue limpar memórias, crenças e sentimentos negativos sobre si mesmo, impedindo-a de projetar sobre outras pessoas isso tudo, num momento de conflito emocional, gerando não só racismo, mas outros tipos de desrespeitos”, sugere Regina.

SOBRE O HO’OPONOPONO

O Ho’oponopono atual, trazido à modernidade pela kahuna (sacerdote) havaiana, Morrnah Nalamaku Simeona, é uma terapia integrativa que começou a ser difundida globalmente em meados da década de 1970. Sua prática simplificada consiste em repetir as quatro frases “Sinto muito”, “Me perdoe”, “Te amo” e “Sou grato” todas as vezes que sentir algum tipo de desconforto e, assim, realizar a limpeza mental e emocional de padrões tóxicos dentro de si mesmo, limpando memórias negativas e atingindo a paz mental.

SOBRE REGINA TAVARES

Com mais de 20 anos de experiência, Regina Tavares é psicóloga clínica e organizacional, master coach, pós-graduada em psicologia positiva e coaching, tem especialização em hipnose Ericksoniana e Dinâmicas Sistêmicas de Constelação. É, também, facilitadora de grupos de crescimento pessoal, practitioner em PNL, terapeuta homeopata com foco na abordagem psicossomática e tem especialização prática no processo de cura havaiano Ho’oponopono. Regina Tavares foi uma das principais responsáveis pela introdução e difusão do Ho’oponopono no Brasil nos últimos 12 anos, e conta com um extenso registro de resultados surpreendentes em clientes do Brasil e do Exterior. Atualmente, em sua rotina de trabalho, Regina realiza cursos, palestras, seminários, atendimentos de coaching e psicoterapêuticos e produção de conteúdos relacionados ao seu trabalho – só no YouTube, ela soma quase meio milhão de seguidores.

SOBRE O INSTITUTO AUM

O Instituto Aum – Centro de Desenvolvimento da Psique (www.institutoaum.com), criado cerca de 20 anos atrás, tem como objetivo oferecer treinamentos e formações que proporcionem aos participantes possibilidades de crescimento e enriquecimento pessoal e corporativo, de ordem emocional e espiritual (não religiosa). A instituição desenvolve um trabalho que permite eliminar crenças e comportamentos limitantes e maximizar resultados de forma extraordinária para todo aquele que tenha o verdadeiro desejo de promover mudanças em si e em sua vida, que esteja realmente disposto a fazer o caminho entre o estado atual e o estado desejado, que deseje se tornar a melhor versão de si mesmo e viver a melhor versão da sua história.

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Racismo

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Isolamento social: oportunidade para o autoconhecimento e a autocura

Regina Tavares
A psicóloga Regina Tavares  sugere caminhos para nos aprimorarmos durante o isolamento social, incluindo a prática do Ho’oponopono, um processo havaiano de cura e autoperdão.

O isolamento social que boa parte dos brasileiros vive hoje, como medida de enfrentamento contra a pandemia do coronavírus, é uma oportunidade única para que, cada um de nós, se volte para dentro de si, desenvolva o autoconhecimento, o autocontrole e, consequentemente, inicie um processo de autocura, se aprimorando como ser humano. Esta é a avaliação da psicóloga Regina Tavares, fundadora do Instituto Aum – Centro de Desenvolvimento da Psique, que sugere alguns caminhos para que as pessoas consigam ter sucesso nesta busca pelo desenvolvimento pessoal durante este período, incluindo o processo de cura e autoperdão chamado Ho’oponopono.

O primeiro passo é não se envolver diretamente ou energeticamente com as discussões tão polarizadas que tomaram conta das redes sociais ou das conversas hoje em dia. “Toda essa vontade que muitas pessoas possuem de ter razão e de convencer o outro é um desejo do ego que nos afeta de modo negativo. Infelizmente, a maioria das pessoas ainda tem a necessidade de aprovação do outro, para se aprovar a si mesmo, e isso é um motor que acelera esse tipo de discussão, gerando muitos conflitos emocionais”, explica Regina.

Na avaliação dela, o radicalismo de opiniões sempre existiu, mas a partir de 2018, durante a campanha eleitoral para presidente da República, foi ampliado e ficou mais evidente e agressivo, provocando divisões em familiares e amigos. Nos últimos meses, com a politização da questão da saúde pública, as divergências se tornaram ainda maiores. E, novamente, vemos todo mundo tentando convencer o outro da sua “verdade”.  “O fato é que não temos o poder de mudar o outro, mas temos em cada situação a oportunidade de escolher como nós vamos reagir à realidade que nos cerca e, com isso, podemos dar nossa contribuição para melhorar nosso mundo interno e também o externo”, acrescenta.

De acordo com ela, esse processo, que engloba autoconhecimento, autocontrole e, consequentemente, autocura é um ponto essencial na contribuição que cada um de nós pode dar para melhorar não só a nossa vida, mas o próprio planeta como um todo. Segundo a física quântica, o mundo é, na verdade, um grande “oceano” de energias e os nossos pensamentos (e os sentimentos gerados por eles) impactam diretamente sobre toda essa energia, criando e recriando a nossa realidade, num movimento permanente. Cada um de nós é responsável pelo mundo que existe e, ao mesmo tempo, cada um de nós, pode ser parte da solução, da construção de uma realidade melhor do que esta. A física quântica mostra que o mundo não é a coisa rígida e imutável que parece ser. Em vez disso, é um lugar que está fluindo continuamente, sendo construído por meio dos nossos pensamentos e emoções individuais e coletivos.

E isso tudo começa pelos cuidados que devemos ter com o nosso mundo interior e pela maneira como lidamos com o dia a dia, incluindo-se aí todos os obstáculos, desafios ou “problemas” que enfrentamos. “Cada um de nós tem a opção de como reagir no seu cotidiano a uma notícia negativa ou a uma opinião diferente. O que devemos evitar a todo custo (se desejamos um mundo melhor) é reforçar o inconsciente coletivo atual, provocando novas discussões e tentando mudar o modo como outras pessoas pensam”, destaca a psicóloga.

Existem diversas ferramentas terapêuticas que podem ajudar a lidar com essas situações, buscando principalmente o autocontrole. “A partir do autocontrole, poderemos observar e reagir às situações desagradáveis de outro lugar, mais sereno, e de uma maneira diferente, mais construtiva, mais positiva”, afirma Regina, que também é Pós-Graduada em Psicologia Positiva, ciência que foca na felicidade das pessoas e não em seus problemas. Uma das ferramentas mais eficazes para lidar com este tipo de situação, segundo Regina, é o processo de cura havaiano chamado Ho’oponopono, do qual ela é uma das principais especialistas no Brasil e uma das maiores responsáveis pela sua aplicação no País – um movimento iniciado aqui por volta de 2008. O Ho’oponopono é uma terapia integrativa criada cerca de 6 mil anos atrás, na Polinésia, mas que começou a ser difundido globalmente em meados da década de 1970, pela havaiana Mornah Simeona, que modernizou e popularizou a prática.

O Ho’oponopono é a “porta de entrada para a meditação”, explica Regina. O Ministério da Saúde, conforme a portaria 145, de 11 de janeiro de 2017, incluiu a Meditação no rol de terapias complementares disponíveis pelo Sistema Único de Saúde (SUS). O Ho’oponopono, prática conduzida inicialmente pelos “Kahunas” (nome dado aos sacerdotes no Havaí), já é reconhecida pela Organização Mundial de Saúde (OMS) como parte integrante das terapias integrativas e complementares desde 1976, tendo valiosa ação preventiva, uma vez que age na dissolução de conflitos emocionais, principais causadores de desordens crônicas.

Segundo os princípios do Ho’oponopono, precisamos assumir total responsabilidade por tudo o que acontece em nossas vidas. Se estamos enfrentando dificuldades – na vida particular e também no País – e, portanto, a nossa realidade pessoal e coletiva não está como gostaríamos que estivesse, isso é resultado do que todos nós, juntos, estamos projetando no mundo, consciente ou inconscientemente. E fazemos isso a partir de padrões tóxicos em nosso inconsciente. “São nossas memórias negativas, frutos de experiências ruins que tivemos, que provocam esses padrões repetitivos. Com o Ho’oponopono, conseguimos pouco a pouco apagar essas memórias, anulando os sentimentos que elas geram e purificando os nossos pensamentos”, acrescenta Regina.

A prática mais simples do Ho’oponopono consiste em repetir, diariamente, muitas vezes por dia, as quatro fases sagradas “Sinto muito”, “Me perdoe”, “Te amo” e “Sou grato”. “Elas devem ser palavras cotidianas em nosso vocabulário, que vão nos ajudar a limpar nossas memórias até atingirmos a paz mental, emocional e física, que é o lugar onde reside a divindade dentro de cada um de nós e o local no qual estão as verdadeiras soluções para a nossa vida e o mundo”, explica. “Na medida em que eu assumo 100% de responsabilidade pelo que eu estou sentindo e criando a cada momento, na medida em que sigo limpando em mim os pensamentos tóxicos de julgamento, crítica, culpa, raiva, ‘estou certo/o outro está errado’, as memórias compartilhadas vão sendo dissolvidas. Eu vou melhorando, o outro vai melhorando, o Brasil vai melhorando e o mundo vai melhorando”, conclui.

SOBRE REGINA TAVARES

Com mais de 20 anos de experiência, Regina Tavares é psicóloga clínica e organizacional, master coach, pós-graduada em psicologia positiva e coaching, tem especialização em hipnose, hipnose Ericksoniana e Dinâmicas Sistêmicas de Constelação. É, também, facilitadora de grupos de crescimento pessoal, practitioner em PNL (programação neurolinguística), terapeuta homeopata com foco na abordagem psicossomática e tem especialização prática no processo de cura havaiano Ho’oponopono. Regina Tavares foi uma das principais responsáveis pela introdução e difusão do Ho’oponopono no Brasil nos últimos 12 anos, e conta com um extenso registro de resultados surpreendentes em clientes do Brasil e do Exterior.

SOBRE O INSTITUTO AUM

O Instituto Aum – Centro de Desenvolvimento da Psique, criado cerca de 20 anos atrás, tem como objetivo oferecer treinamentos e formações que proporcionem aos participantes possibilidades de crescimento e enriquecimento pessoal e corporativo, de ordem emocional e espiritual (não religiosa). A instituição desenvolve um trabalho que permite eliminar crenças e comportamentos limitantes e maximizar resultados de forma extraordinária para todo aquele que tenha o verdadeiro desejo de promover mudanças em si e em sua vida, que esteja realmente disposto a fazer o caminho entre o estado atual e o estado desejado, que deseje se tornar a melhor versão de si mesmo e viver a melhor versão da sua história.

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Regina Tavares