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Relacionamentos, dinheiro e saúde: como lidar com os principais desafios da vida?

desafios da vida
Desafios da vida: os relacionamentos amorosos estão entre as principais questões a serem resolvidas por homens e mulheres.

Relacionamentos, dinheiro e saúde são os principais desafios da vida que quase todo mundo já enfrentou, enfrenta ou vai enfrentar no seu dia a dia, de acordo com a avaliação da terapeuta Catia Simionato.

Superar parte ou mesmo a maioria desses desafios representa o caminho para uma vida mais plena, com mais realizações, paz e amor e, sobretudo, mais feliz. “E o primeiro passo nessa direção é entender melhor cada um desses desafios e perceber como cada pessoa lida com eles”, afirma Catia.

Catia Simionato é responsável pelos conteúdos do canal Ser Felicidade, o maior espaço da Internet brasileira voltado para expansão da consciência. O canal reúne cerca de 1,2 milhão de seguidores no YouTube, Instagram, Facebook, Telegram e Spotify.

Para conhecer outros temas abordados por Catia Simionato, clique aqui.

Ela é especialista em desenvolvimento pessoal, autoconhecimento, expansão da consciência e meditações, além de ser professora espiritual. Conta atualmente com cerca de 2.000 alunos e os vídeos publicados na sua página do YouTube (www.youtube.com/c/SerFelicidade) já tiveram, no total, mais de 107 milhões de visualizações desde 2016.

“Alguns desafios não podem ser evitados. Não há fórmula mágica para isso. Existem desafios que fazem parte da nossa vida. Vamos ter de passar por eles para encontrar nossas qualidades que estão dentro do nosso verdadeiro eu – e não no nosso ego.

Esses desafios permitem que a gente melhore”, reforça a terapeuta. A solução nestes casos, segunda ela, é saber como lidar com os desafios, como passar por eles com menos sofrimento.

DESAFIOS DA VIDA: SAÚDE É DESTAQUE

Para a terapeuta, os desafios da saúde são a base de tudo na vida e devem ser compreendidos de maneira mais abrangente, com foco em conseguir uma melhor relação com o próprio corpo. E se amar mais.

Aqui entram, principalmente, cinco cuidados básicos que todos devem ter com si mesmo: boa nutrição, hidratação adequada, movimento (atividade esportiva regular), descanso e higiene (física e mental).

“Muitos dos desafios que temos nesse campo chegam para provocar mudanças que o nosso próprio corpo precisa, como a prática esportiva, por exemplo”, diz Catia, que, diariamente, logo ao acordar, faz a sua “caminhada meditativa”, quando passeia por 30 minutos olhando com muita atenção tudo ao seu redor, sem se deixar levar pelos pensamentos da mente neste período.

Ela também lembra como o contato diário com a natureza é essencial para trazer mais vitalidade para o ser humano.

“Em geral, especialmente para quem vive nas grandes cidades, temos uma vida ausente de natureza. Isso nos deixa em desequilíbrio”. Natureza inclui ar, terra, água e calor.

A terapeuta propõe algumas práticas bastante fáceis para aumentar a nossa vitalidade, como simplesmente andar com os pés descalços na terra por pelo menos 20 minutos por dia.

“Essa é uma prática milenar que foi se perdendo na sociedade moderna. Ao praticá-la, você sentirá uma grande diferença na sua energia e até dores físicas podem ser amenizadas”, explica.

MAIS CONTATO COM A NATUREZA

Para quem não tem acesso à terra diariamente, ele propõe alternativas como abraçar o tronco de uma árvore com as mãos abertas, também por 20 minutos, ou ainda parar o trabalho várias vezes ao longo do dia para experimentar longas respirações tentando não dar atenção aos pensamentos – uma espécie de “mini meditação”.

Ainda em desafios da saúde, outro ponto muito importante é estar atento às suas emoções e alimentar com sabedoria a própria autoestima. É um tipo de guerra interna que lutamos contra as críticas, julgamentos e comparações da nossa mente e que pode nos levar a um estado de paz.

“É se aceitar, ou mesmo tentar se transformar, mas com amor, entusiasmo e tranquilidade, sem se prender o tempo todo às autocríticas da mente”, diz ela.

Lutar contra as crenças internas negativas é outra questão que exige reflexão e ação. E o que são essas crenças?

“Quando uma interpretação da vida (seja porque alguém te falou ou porque você interpretou) se torna verdade dentro da sua cabeça, aquilo fica forte. Quanto mais damos atenção a isso, mais forte fica. Muitas vezes, não apenas concordamos, mas também sentimos, nos emocionamos e, então, aquilo se transforma em algo forte chamado crença. Crenças dominam a nossa vida e nos limitam. Precisamos sempre duvidar dessas crenças e confiar mais na nossa capacidade”, avalia Catia.

“Se você olha para sua ‘casa interna’ e começa, com paciência, a arrumar as coisas dentro de você, a cuidar do seu corpo, a aumentar a sua vitalidade, a tirar as suas crenças negativas da frente, magicamente os problemas da sua vida começam a se resolver. As coisas sempre começam a mudar, primeiro, internamente”, acrescenta.

DESAFIOS DO DINHEIRO

Essa área compreende não apenas o dinheiro em si, mas o emprego, carreira, estudos, conquistas, frustrações e ambições profissionais de cada pessoa. É tudo aquilo que está relacionado à sobrevivência de cada um.

Nessa área, um desafio muito comum é aquele capaz de tirar o poder de alguém. Não o poder sobre alguém, mas o poder de realização e transformação. O desemprego é um bom exemplo disso.

“Especialmente nos dias de hoje, em tempos de pandemia e de crise econômica, muitas pessoas ainda precisam descobrir que se reinventar é o seu grande poder interno. Mais do que isso, pode ser a chave para a sua sobrevivência”, explica Catia.

DESAFIOS DOS RELACIONAMENTOS

As dificuldades nos relacionamentos representam o desafio mais procurado pelo público que acompanha o canal Ser Felicidade.

Embora os relacionamentos amorosos sejam o foco principal de boa parte das pessoas, também os relacionamentos pessoais e profissionais fazem parte deste grande desafio da jornada de cada um de nós.

Nos relacionamentos amorosos, Catia destaca uma situação cada vez mais comum nos dias de hoje, que, para ela, explica porque tem tanta gente reclamando das suas relações ou lamentando a ausência de um parceiro para a vida.

“Nossa mente compara o tempo todo. Ela busca um ideal. Um par ideal, nesse caso. E a mente insiste, sempre, em olhar mais as diferenças. O certo, num relacionamento, é a gente focar no que gosta no outro, e não nas diferenças. Sair desta eterna comparação”, orienta ela.

“Amar de verdade é aceitar as qualidades e os defeitos do outro porque nós também somos seres com qualidades e defeitos”, conclui.

AULAS GRATUITAS PARA APRENDER A VENCER OS DESAFIOS

Na próxima semana, nos dias 26, 28 e 30 de julho, sempre às 19h, Catia Simionato vai realizar três Lives totalmente gratuitas sobre todas essas questões.

A partir da sua história de vida pessoal, que já passou por todos esses desafios, a terapeuta vai apresentar exemplos, dicas, técnicas e exercícios práticos para que qualquer pessoa possa melhorar a própria vida.

“É a nossa ‘Semana de Reorganização Interna’. Uma experiência única de encontros ao vivo, nos quais vou me aprofundar um pouco mais em todos esses pontos para ajudar as pessoas, definitivamente, a encontrarem a saída e manterem a paz diante dos seus desafios”, promete.

O programa das aulas é o seguinte:

Aula 1 (26/07) – Como encontrar a saída diante dos desafios de relacionamento, dinheiro e saúde?

Aula 2 (28/07) – Quais são os exercícios práticos que eu faço para estar em paz diante de qualquer situação e como você pode aplicá-los na sua vida?

Aula 3 (30/07) – Como se tornar um fluxo constante de força para lidar com os desafios da vida?

Cada aula terá 1h30 de duração.

As inscrições podem ser feitas neste link.

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Como as mulheres podem melhorar o relacionamento amoroso?

A terapeuta Catia Simionato tem uma visão interessante sobre os relacionamentos amorosos e oferece algumas dicas e sugestões para as mulheres melhorarem a relação com seu parceiro.
As mulheres têm um grande poder de melhorar o relacionamento amoroso.

Neste Dia dos Namorados, o segundo durante a pandemia, muitos casais enfrentam grandes dificuldades em seus relacionamentos amorosos. Em parte, por causa do isolamento social, que obrigou namorados e casados a viverem com mais intensidade suas relações, por conta do isolamento social. É um fenômeno mundial, que apenas antecipou situações e desgastes que levariam mais tempo para vir à tona na vida normal, pré-pandemia. A terapeuta Catia Simionato tem uma visão interessante dessas relações e oferece algumas dicas e sugestões que podem transformar e melhorar o relacionamento amoroso.

Para Catia, as mulheres que estão infelizes na sua relação não têm ideia do seu próprio poder para melhorar o relacionamento amoroso. “Ao invés de reclamar ou se sentir vítima do parceiro, a mulher precisa entender que a energia feminina é muito mais poderosa e transformadora do que a energia masculina. Isso significa que, em grande parte dos casos, a solução para o relacionamento pode estar dentro dela mesma. E isso está ao seu alcance de qualquer mulher, com mudanças de atitudes e posturas que não são muito complicadas”, explica Simionato. “Mas atenção: não estamos falando de relacionamentos abusivos ou violentos. Mulheres que enfrentam isso devem procurar ajuda da Justiça e se afastar imediatamente dos seus parceiros”, ressalta ela.

Segundo a terapeuta, a questão de melhorar o relacionamento amoroso é um dos assuntos mais procurados no seu canal Ser Felicidade, que reúne cerca de 1,2 milhão de seguidores no YouTube, Instagram, Facebook, Telegram e Spotify. Mais de 90% desse público é formado por mulheres. É o maior espaço da Internet brasileira voltado para o tema “expansão da consciência”. E, por isso, Catia resolveu compartilhar seus conhecimentos sobre este assunto por meio de um retiro online chamado “Papo de Sereia”, que vai acontecer, pela Internet, nos dias 25, 26 e 27 de junho.

Catia é responsável por todos os conteúdos do canal Ser Felicidade. Ela é especialista em desenvolvimento pessoal, autoconhecimento, expansão da consciência e meditações, além de ser professora espiritual. Conta atualmente com cerca de 2.000 alunos e os vídeos publicados na sua página do YouTube (www.youtube.com/c/SerFelicidade) já tiveram, no total, mais de 107 milhões de visualizações desde 2016.

MELHORAR O RELACIONAMENTO AMOROSO EQUILIBRANDO AS ENERGIAS

Muitas mulheres enfrentam dificuldades para viver um relacionamento realmente saudável, amoroso e feliz. E, pela experiência, pesquisas e estudos de Catia Simionato, o motivo disso é que as mulheres simplesmente erram na hora de lidar com o poder da energia feminina e tentam controlar tudo, o tempo todo, e assim assumem o papel da energia masculina no relacionamento ou na família, de forma inconsciente. Essa é a receita perfeita para diminuir ou acabar com a atração do seu parceiro por ela, e até mesmo da própria mulher perder o interesse por ele.

Quantas vezes você já ouviu uma mulher bem-sucedida ou simplesmente com muita atitude e capacidade de resolver os problemas reclamar dos homens com uma postura menos pró-ativa ou chamar o seu parceiro ou ex de “banana”, “sem iniciativa” ou “inseguro”? É disso que fala Catia.

Ela viveu esses desafios na própria vida, anos atrás, antes do atual casamento, e foi em busca de conhecimentos para entender melhor como funcionam, de fato, os relacionamentos entre homem e mulher. Um tipo de jornada que ela própria já havia explorado, antes, ao viajar pelo mundo conhecendo alguns dos mais renomados professores espirituais. Desta vez, sua viagem foi pela Internet, onde conheceu uma coach norte-americana chamada Rori Raye, que faz sucesso nos Estados Unidos ensinando às mulheres um conjunto de habilidades para lidar com seus parceiros, o que inclui uma “mudança de chave”: a capacidade de experimentar apenas “ser” e não mais se esforçar sempre para “fazer”. Seu trabalho inclui orientar as mulheres a expressarem seus sentimentos em palavras e uma linguagem corporal que um homem não apenas percebe, mas também se sente mais atraído pela parceira.

Depois de realizar cursos com Rori, inclusive uma mentoria presencial nos Estados Unidos, Catia conheceu outra coach de relacionamento, também norte-americana, com quem se aprofundou mais na sua busca: Adrienne Everheart. Com ela, Catia desenvolveu ainda mais seu entendimento sobre as diferenças entre as energias feminina e masculina, como equilibrá-las na mulher e, sobretudo, como estimular esta energia feminina para melhorar o relacionamento amoroso.

Na vida moderna, a mulher saiu de dentro de casa e foi para o mercado de trabalho competir com o homem e crescer profissionalmente, atingindo postos importantes de liderança e sucesso. Para isso, porém, muitas mulheres estimularam demais sua energia masculina, que é a capacidade de liderar, resolver problemas e ser pró-ativa, competências necessárias no mundo corporativo, e típicos da energia masculina.

Todos os homens e mulheres possuem as duas energias, mas normalmente as mulheres têm a energia feminina em maior intensidade, enquanto nos homens, claro, prepondera a energia masculina. “Sabe o que realmente atrai um homem? A energia feminina”, diz Catia. O que é energia feminina? Ela tem a ver com as emoções da mulher. Esqueça aquela história que homens não gostam de ouvir sobre as emoções das mulheres. Eles gostam. Mais do que isso, se sentem atraídos por elas. Homens querem saber sobre os problemas e fragilidades da mulher para que eles possam resolver tudo. Para serem o “herói” da história. Sua energia tem tudo a ver com ser o “herói”.

E, no fim das contas, o que é a mulher nesta história? “É a princesa encantada que será salva pelo herói, como nos Contos de Fadas. Essa é uma boa definição de como funcionam os relacionamentos. Se não há uma princesa em perigo, se não há uma mulher contando ao homem seus sentimentos e fragilidades, o modo herói dele não é ativado – e isso reduz a atração dele por ela. E dela por ele, afinal a princesa deseja ser salva pelo herói – e quando não é, ela mesma o critica”, explica a terapeuta.

“Será que a mulher deixa o homem à vontade para ele colocar em prática o seu instinto natural (de cuidar, proteger, salvar) ou muitas mulheres resolvem tudo sozinhas, com seu excesso de iniciativa? Com excesso de energia masculina!”, questiona Catia. É super positivo e necessário a mulher ter esse comportamento no mercado de trabalho, por exemplo. Mas, em casa, para um relacionamento amoroso prosperar, é importante existir mais equilíbrio. A mulher precisa “ser” mais e “fazer” menos.

Para ilustrar essa explicação, Catia lembra mais uma vez da “princesa” sentada dentro de um barco sendo levada por um “herói” que rema o tempo todo na direção que ele achar melhor. Ela não está fazendo nada. Está apenas sendo ela mesma. E deixando que ele tome suas próprias decisões. Relacionamentos amorosos saudáveis precisam de exemplos assim. Menos é mais em relacionamentos, em diversos aspectos.

Um erro clássico da mulher é correr atrás demais dos seus namorados, sobretudo no início. “Como sair dessa, com naturalidade, e como saber esperar e ser feliz consigo mesma enquanto dá a chance do homem (o herói) tomar a atitude no seu tempo, sem cobranças, sem demonstrações exageradas de afeto por ele, sem a mulher parecer carente ou desesperada?”, esse é o desafio de muitas mulheres na opinião de Catia.

COMO NASCEU O “PAPO DE SEREIA”

Tempos depois de todos esses estudos sobre relacionamentos, em 2018, Catia promoveu um retiro espiritual para um grupo de clientes femininas no Havaí. O tema do encontro não eram os relacionamentos. Nos momentos de folga, porém, quando Catia acompanhava suas alunas na praia, ela ouvia repetidamente reclamações sobre namorados e maridos. Muitas das suas alunas, fossem namoradas ou esposas, tinham problemas com seus relacionamentos. E, assim, de maneira informal, à beira do mar, Catia começou a compartilhar tudo que aprendeu sobre relacionamentos, especialmente a questão do equilíbrio entre energia feminina e masculina nas mulheres. Era literalmente um “papo de sereia”.

E a terapeuta mostrou para elas que a mulher tem mais poder nos relacionamentos, simplesmente porque sua energia é mais poderosa. A mulher, se quiser, pode ser a responsável pela qualidade do relacionamento, e não há nada de machista nesta afirmação. Falamos de energias, sentimentos e atitudes simples no dia a dia.

O homem, como um espermatozóide, fica feliz quando conquista, quando vence, quando “invade”. Essa é a sua energia natural. Já a energia da mulher é ficar feliz quando ela está bem com ela mesma, com seu corpo, com suas decisões. É uma energia que reforça o “eu me amo”, “eu compreendo minhas emoções”, “não corro atrás de homem”, “deixo meu companheiro colocar as emoções dele para fora”. Isso tudo é muito mais poderoso do que a energia masculina.

Nessas conversas, Cátia dava, entre outras dicas, um exemplo prático e divertido para qualquer mulher testar com um homem. Numa conversa com seu parceiro, em vez de falar “eu acho”, diga a mesma coisa de um jeito diferente. Diga “eu sinto”, e em seguida diga o que acha a partir dos seus sentimentos. Essa é uma forma poderosa de conectar a energia feminina à masculina. Até pessoas próximas de Catia, que estavam nesse evento, tiveram seus relacionamentos transformados com esses ensinamentos.

RETIRO ONLINE EXCLUSIVO

Catia Simionato vai realizar, pela primeira vez, um treinamento exclusivo sobre o tema – o “Papo de Sereia”. Será um retiro online, durante três dias, para falar apenas sobre relacionamentos amorosos. A programação inclui cinco aulas nos dias 25, 26 e 27 de junho, pela Internet. As inscrições serão abertas hoje, às 21h. Para mais informações, o público pode acessar www.serfelicidade.com.br/contato.

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Por que a percepção de solidão aumentou tanto durante a pandemia?

Desde o início da pandemia, cresceu bastante o número de pessoas que sentem solitárias pelo mundo todo.

No mundo todo, a questão da solidão sentida por muitas pessoas não é uma novidade. Mas, desde o início da pandemia, o planeta ganhou mais pessoas que se consideram “solitárias” e que sofrem com isso – e o Brasil se destaca neste assunto. Uma pesquisa realizada pelo Instituto Ipsos, entre 23 de dezembro e 8 de janeiro deste ano, ouviu 23.000 pessoas de 28 países. Desse total, 1.000 entrevistados são do Brasil, e 50% deles afirmaram sentir solidão “muitas vezes”, “frequentemente” ou “sempre”. Foi o maior percentual do mundo, seguido pela Turquia (46%).

“A solidão é um assunto realmente muito delicado, mas que em algum momento da vida pode atingir qualquer pessoa porque é algo inerente ao ser humano. E é algo que precisamos aprender a lidar para melhorar nossa qualidade de vida e evitar sofrimentos. A solidão pode ser muito prejudicial para a nossa saúde física e mental”, afirma a terapeuta Catia Simionato. “Somos seres sociais, não fomos feitos para ficar sozinhos. Gostamos de aglomerar, de ficar perto de outras pessoas”, complementa.

Catia é responsável pelo canal Ser Felicidade, que possui mais de 1,2 milhão de seguidores no YouTube, Instagram, Facebook e Spotify. Ela conta que, mesmo antes da pandemia, perguntas relacionadas à solidão já eram recorrentes nas suas redes. Catia é especialista em desenvolvimento pessoal, autoconhecimento, expansão da consciência e meditações, além de ser professora espiritual. Ela conta atualmente com cerca de 2.000 alunos e seus vídeos publicados na sua página do YouTube (www.youtube.com/c/SerFelicidade) já tiveram, no total, mais de 107 milhões de visualizações desde 2016.

HUMANIZAÇÃO DE PLANTAS E ANIMAIS

Ao avaliar o caso das pessoas que tiveram de se isolar durante a pandemia, Cátia afirma que o ser humano é um ser que reconhece a si mesmo por meio do outro. “A gente sempre vai precisar do outro para se enxergar. E quando este outro não está perto, muitas pessoas tendem a ‘humanizar’ outras coisas, como plantas e animais, conversando ou lidando com ambos como se fossem pessoas”, acrescenta. Ela exemplifica com o filme “Náufrago” (2000), no qual o ator Tom Hanks interpreta um homem que sofre um acidente aéreo e passa quatro anos sozinho numa ilha deserta.

“O personagem isolado na ilha, com o tempo, transforma uma bola de vôlei (que veio junto com ele do avião) em um amigo, criando um rosto nela. Ela vira o Wilson. Ele ‘humaniza’ aquele objeto e passa a se ‘relacionar’ com ele”, destaca Cátia. “O personagem de Tom Hanks fez o que podia fisicamente e mentalmente para continuar vivo”.

No último ano, por exemplo, muita gente tentou resolver o problema adotando um novo animal de estimação como companheiro. De acordo com uma pesquisa da Comissão de Animais de Companhia (Comac), o número de adoções de gatos no Brasil, por exemplo, cresceu 30% desde o início do isolamento social em março de 2020. “É a tentativa de ‘humanizar’ animais de estimação para combater a percepção de solidão”, aponta Catia.

“Algumas pessoas que ficaram isoladas neste período, se não fizerem algo assim, acabam enlouquecendo. Essa solidão da pandemia obriga as pessoas a encararem o seu maior inimigo: elas mesmas”, continua a terapeuta. Por outro lado, ela lembra que essa “solidão”, em outras pessoas, motivou uma busca muito grande pelo autoconhecimento e pela espiritualidade. “O canal Ser Felicidade no YouTube, por exemplo, atingiu a marca de 1 milhão de seguidores em abril do ano passado. Tivemos um forte crescimento na audiência em todas as nossas redes, especialmente no primeiro semestre do ano passado. Alguns alunos meus até consideram importante esse período para conseguirem, enfim, trabalhar mais o autoconhecimento e a espiritualidade”, conta.

Outro exemplo marcante do tema “solidão na pandemia” veio do Japão. O país criou o Ministério da Solidão, em 2021, com o objetivo de criar campanhas e políticas públicas voltadas para a saúde mental e prevenção do suicídio. Lá, durante a pandemia, a taxa de suicídio teve a primeira alta em 11 anos – cerca de 21 mil japoneses tiraram a própria vida no último ano, especialmente mulheres e estudantes. No Reino Unido também existe um Ministério da Solidão, desde 2018, criado para cuidar de 9  milhões de pessoas que se denominavam “solitárias”. Na época, uma em cada três pessoas acima de 75 anos afirmava que seus sentimentos de solidão estavam “fora de controle”.

A VISÃO ESPIRITUAL SOBRE A SOLIDÃO

“Numa situação extrema, como a pandemia que todos vivemos atualmente, esses sentimentos e sensações vêm mais à tona, porém não significa que já não existiam. Mas é importante entender, de fato, o que é solidão. Solidão não é estar sozinho em casa. Basta ver quantas pessoas sentem-se solitárias enquanto estão rodeadas de outras pessoas”, explica a terapeuta. Na busca por preencher esse espaço vazio gerado pela solidão, cada pessoa reage de uma forma diferente.

Ao longo de sua vida, Cátia Simionato estudou com professores espirituais de dezenas de países pelo mundo, sem se ligar a nenhuma religião em particular. Por isso, ela também tem uma visão espiritual da solidão. “Solidão é a ausência de conexão. Falta aquele ‘link’ que nos liga a outras pessoas e tentamos resolver isso buscando por este ‘link’ fora de nós. Muitas vezes, tentando ser algo que a gente não consegue e isso pode nos levar a vibrar numa sintonia diferente de quem nos rodeia. Como resultado, seguimos desconectados e, portanto, com o sentimento de solidão. No meu ponto de vista, tudo que acontece fora é reflexo ou projeção de algo que está acontecendo dentro. O segredo, então, é buscar a solução dentro de nós”.

Como fazer isso? “Primeiro, eu acho que nós nunca estamos sós de verdade. Estar na natureza, por exemplo, ajuda a perceber que a solidão é uma ilusão. Não é real. O contato com a natureza, com uma árvore, com os animais, com a terra, observar as formiguinhas. Tudo isso faz a sensação de companhia se estender cada vez mais. Isso é muito importante para retomar o sentimento de amor e compaixão por tudo que existe. A gente nunca está só também porque a gente sempre está com os nossos companheiros do mundo espiritual. Se você, simplesmente, se conectar com o criador você também nunca vai se sentir só”, explica.

Ela cita o próprio exemplo para ilustrar. “Eu também me sinto só às vezes. Eu sou terapeuta, dou aulas, tenho todos esses alunos e seguidores nas redes sociais, tenho amigos, tenho família. E, assim mesmo, às vezes vem o pensamento: se eu estou cuidando de tanta gente, quem está cuidando de mim?”. Cátia tem três dicas para lidar com este tipo de percepção e combater a solidão:

  • Meditação. Saber meditar é como andar de bicicleta. A gente vai treinando e uma hora se equilibra. Então, simplesmente sente-se, relaxe e preste atenção no seu corpo e na sua respiração. Só isso. Meditar é silenciar o falatório interno. É não prestar atenção na conversa constante da nossa mente. A gente consegue fazer isso prestando atenção na nossa respiração, por exemplo. Isso é meditar.
  • Orar. Conversar com Deus. Oração também silencia a mente.
  • Cantar ou repetir mantras. São ações que estimulam a sensação de bem-estar, autoconfiança, otimismo e conforto. E também contribuem para interromper nossos diálogos internos que nos trazem muito estresse.

“Quando você silencia o falatório interno da mente, ela se acalma e acontece uma mágica interna. Aquele Eu verdadeiro, com quem você não estava conseguindo se conectar, aparece por meio de uma leve sensação de bem-estar. Isso é começar a fazer o link, a conexão. Aí acontece a próxima mágica: você gosta um pouco mais de si mesmo. Este estado interno é o antídoto contra a solidão. Mesmo se você estiver realmente sem ninguém por perto, se esse estado de bem-estar e gostar de si mesmo se mantiverem, você sai na rua, dá alguns passos e naturalmente as pessoas se sentem atraídas por você”, conclui.

SOBRE CATIA SIMIONATO

Presente em todas as redes sociais com seu canal Ser Felicidade, Catia Simionato é um fenômeno da Internet no YouTube. Criado em 2016, seu canal conta, hoje, com 1,1 milhão de seguidores e possui centenas de vídeos sobre desenvolvimento pessoal, autoconhecimento, expansão da consciência, meditações, espiritualidade e entrevistas com professores espirituais que conheceu pelo mundo – produzidos pela própria Catia.

Ela também é professora espiritual, palestrante internacional, professora de meditação e condutora de retiros espirituais para a expansão da consciência. Catia já realizou uma infinidade de cursos integrativos. É autora do curso “Método MRI” (Manual para Reorganização Interna), um modelo de terapia individual onde a pessoa trabalha internamento o seu desenvolvimento em diversos níveis: físico, emocional e espiritual. O objetivo é realizar uma jornada de transformação, na qual a pessoa se livra de pensamentos negativos que a impedem de ser mais feliz. Com seus vídeos semanais, Catia também está promovendo o movimento “Da mente ao Coração”, no qual propõe que as pessoas ouçam menos sua mente crítica e autocrítica e encontrem dentro de si mesmas a sua felicidade, valorizando, por exemplo, o autoamor e a autoestima.

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Confira 10 dicas para cuidar da sua saúde mental durante a pandemia

Saúde Mental na pandemia: maior desafio é sair da mente, o “cabeção”, e ir para o coração e aumentar a sua presença no momento presente.

Desemprego ou medo de perder o emprego ou clientes, dificuldades financeiras, insegurança, problemas de saúde, perdas de entes queridos devido à Covid-19, notícias negativas o tempo todo na TV. Este cenário que vivemos há mais de um ano com a pandemia pode, sim, afetar a sua saúde mental, prejudicando o seu equilíbrio e atrapalhando a sua felicidade. Tudo depende de como cada um de nós lida com esses desafios no seu dia a dia.

A terapeuta Catia Simionato, especialista em desenvolvimento pessoal, autoconhecimento, expansão da consciência, meditações e espiritualidade, entre outras terapias integrativas,tem uma visão bem objetiva dessa nossa realidade. “Eu sempre acho que o grande problema é a nossa mente, que eu chamo de ‘cabeção’, que fica tentando controlar o mundo e, como não consegue, literalmente cria boa parte das preocupações que atormentam as pessoas”, explica.

Catia lembra que boa parte dos “problemas” que nos afligem, com ou sem pandemia, dizem respeito a lembranças do passado ou a cenários negativos para futuro que a nossa mente se encarrega de criar o tempo todo. “O desafio para manter a nossa saúde mental, portanto, é acalmar o ‘cabeção’”, acrescenta. E como fazer isso na prática? Aqui, Catia lista 10 dicas úteis para não deixar o seu “cabeção” destruir o seu equilíbrio e o seu foco positivo na vida.

1) Meditação Ativa ou Passiva. Você sabe a diferença entre esses dois tipos de Meditação? A Meditação Ativa não é muito comentada, mas é uma forma de facilitar a prática da Meditação. Ela é realizada ao mesmo tempo em que você faz qualquer tarefa, como caminhar, lavar louça, passar roupa, cuidar das plantas, praticar um esporte ou simplesmente limpar a casa. Ela consiste em manter sua mente focada no que você está fazendo, observando o movimento de pés e mãos, sentindo a textura ou temperatura do local que estiver tocando, observando tudo que puder ao seu redor, sentir os aromas e ouvir os sons do ambiente. Seu principal objetivo é viver o momento presente o mais intensamente possível, e não prender sua mente em eventos do passado ou do futuro. A Meditação Ativa funciona muito bem para pessoas inquietas, que têm dificuldade de se concentrar para praticar a Meditação mais tradicional, a Passiva. E pode ser, também, a porta de entrada para a Meditação Passiva, na qual a pessoa permanece imóvel, numa posição confortável, prestando atenção na sua respiração ou desenvolvendo técnicas de visualização, concentração e relaxamento do corpo. Em ambas, o desafio é deixar a mente calma. Nesse estado, ela é capaz de ser mais produtiva, criativa e inovadora.

2) Exercícios de atenção plena. Eles também são um tipo de meditação. São práticas que buscam direcionar a atenção para o momento presente e a pessoa passa a se concentrar apenas na experiência que está vivendo naquele instante, permitindo aos seus pensamentos fluírem sem julgamentos. Exemplos: comer com consciência (prestando atenção aos sabores, visuais, temperaturas e texturas dos alimentos), andar ou correr com consciência (observando todo o movimento do corpo, as sensações dos pés e até as diferentes texturas do piso percorrido), colorir ou desenhar com consciência (concentrando-se em cada cor) e cozinhar com consciência (sentindo cada sabor ou cheiro dos ingredientes utilizados).

3) Perceber que existe uma voz falando dentro da sua cabeça (se alguém está falando, quem está ouvindo?). A nossa mente, ou “cabeção”, está sempre falando, criticando, comparando, lembrando do passado, traçando cenários ruins, projetando o pior para nossas vidas. Perceber essa vozinha dentro de nós – e aprender a ignorá-la – é um dos passos importantes para atingir o equilíbrio e a felicidade.

4) Exercitar-se. A prática regular de exercícios físicos é fundamental para a saúde física e mental. Além de ajudar a prevenir doenças, proporciona a sensação de bem-estar e relaxamento, que contribuem com a qualidade de vida. O sedentarismo leva a maiores taxas de ansiedade, contribuindo para baixa autoestima, baixa imunidade (em tempos de pandemia isso pode salvar vidas!), irritabilidade, mal humor e depressão. E mais: praticar esporte com regularidade influencia positivamente o cérebro, liberando hormônios do prazer e bem-estar, como dopamina, serotonina, irisina e oxitocina. Tudo isso contribui para reduzir o estresse e a ansiedade.

5) Cuidar do corpo: nutrição, hidratação, descanso e higiene. Além de praticar exercícios físicos, há outras formas de cuidar do corpo, a começa por uma alimentação saudável. O que você tem colocado dentro do seu corpo? Evite fast-foods e alimentos industrializados. Aumente o consumo de alimentos que você compra na feira! Você pode aumentar a vitalidade do seu corpo por meio de uma alimentação “viva” (alimentos in natura, com produtos veganos e crus), aqueles obtidos diretamente de plantas (como folhas e frutos) sem passar por qualquer processo de industrialização. Isso também inclui hidratação adequada, com água ou sucos 100% naturais. Mas cuidar do corpo ainda inclui descansar (dormir bem) e ter uma boa higiene (inclusive para evitar doenças).

6) Ir para a natureza sempre que possível. Catia está apresentando em seu canal Ser Felicidade, do YouTube, uma web série inédita que trata exatamente desta questão: da conexão e do equilíbrio do ser humano por meio da aproximação com a natureza (https://www.youtube.com/watch?v=6ulqyA3suaw&t=699s). A série foi gravada em São Miguel do Gostoso, pequena vila de pescadores localizada a cerca de 100 km de Natal (RN), repleta de praias lindas e desertas. Catia levou sua equipe para esse paraíso tropical após sentir na própria pele sintomas de desequilíbrio e desconexão. Seguindo seus próprios ensinamentos, ela foi para a natureza. E lá, os poucos, ela conseguiu. “Primeiro a gente se equilibra. Depois, nos conectamos com tudo de bom que tem nessa vida e com aquele lugar dentro de você onde habita a paz, o amor, o poder, a sabedoria e a felicidade”, explica Catia. Além disso, a relação entre natureza e saúde mental vem conquistando destaque também no meio científico. Há estudos que mostram como a exposição à natureza pode trazer benefícios enormes às pessoas – isso inclui o contato com plantas e flores, abraçar uma árvore, andar descalço na terra, areia ou pedras, tomar sol, entrar no mar ou tomar um banho de cachoeira. Pesquisa da revista “Nature” mostrou que apenas duas horas por semana de contato com a natureza podem promover, por exemplo, aumento na sensação de bem-estar, melhorar o humor e aliviar os sintomas de depressão, ansiedade e estresse.

7) Desenvolver algo simples que dê prazer: cozinhar, tocar um instrumento, cantar, trabalhos manuais. Em outras palavras, encontre um hobby que lhe traga alegria ao praticá-lo. Um hobby alivia as tensões do dia a dia e lhe proporciona um momento só para você. Para você viver o seu presente, e não dar ouvidos à sua mente. Mais do que isso, o hobby também pode estimular a sua criatividade.

8) Ouvir mantras ou Frequências de Solfeggio. Podemos definir um mantra como hino, oração, canção sagrada, sílabas programadas e, até mesmo, poema religioso. Quando se pronuncia um mantra, ele é capaz de acalmar os pensamentos e nossas ações, facilitando a concentração. O nosso trabalho durante o mantra consiste justamente em trazer incessantemente a mente de volta para o som do mantra e refletir sobre seu significado. Isso traz como consequência o aquietamento da mente. Existem mantras específicos para diversos tipos de questões, pois eles focam a energia que circula no chakra responsável por aquele ponto da vida. Já as Frequências de Solfeggio são compostas por um conjunto de seis sons musicais eletromagnéticos que os monges gregorianos costumavam usar quando cantavam em meditação. Tudo no mundo vibra. E toda vibração tem a sua própria frequência. Expondo o corpo e a mente às Frequências de Solfeggio, você pode conseguir maior sentido de equilíbrio, cura interior profunda, evolução e autoconhecimento, pois elas penetram profundamente na mente consciente e subconsciente.

9) Preparar-se para dormir. “Muitos dos meus alunos reclamam das dificuldades para dormir. Isso acontece porque, no meu ponto de vista, as pessoas passam o dia numa vida muito cerebral, muito mental, principalmente por conta dos eletrônicos que a gente usa o dia inteiro, como o celular o tempo todo na mão. E o excesso de atividade mental dificulta mesmo o sono”, diz Catia. Então, diz ela, se preparar para dormir significa, uma hora antes de dormir, desligar todos os eletrônicos, fazer um chá calmante, deixar tudo na meia luz (ou no mais escuro possível), ir para o silêncio interno, fazer uma meditação com uma música bem suave – isso tudo traz um relaxamento e uma possibilidade de dormir muito melhor e com um sono profundo, que também é revitalizante.

10) Ter um animal de estimação ou plantas. Ter plantas em casa tem relação direta com o tópico sobre a importância da natureza. Ter plantas em casa, portanto, significa levar um pouquinho da natureza e dos seus benefícios para mais perto de você diariamente. Sobre os animais de estimação, de acordo com um artigo publicado no site da Prefeitura de São Paulo, “ter um pet é um ato de amor que beneficia não só os bichinhos, mas também os seres humanos. Os laços de afeto dessa relação têm um grande impacto na saúde mental das pessoas que possuem um animal de estimação”. Pesquisa realizada pela Edellman Intelligence, em parceria com o The Human Animal Bond Research Institute (HABRI) e a empresa Mars Petcare, apontou que 80% das pessoas se sentem menos sozinhas com um pet, ajudando a lidar com a depressão. Uma das descobertas científicas mais recentes, publicada pela revista Science, é que os cachorros amam seus donos com o mesmo amor que o bebê sente pela sua mãe. Além disso, de acordo com a ciência, olhar o pet nos olhos, brincar ou acariciar ele produz forte dose de oxitocina, a chamada “molécula do amor”.

SOBRE CATIA SIMIONATO

Presente em todas as redes sociais com seu canal Ser Felicidade, Catia Simionato é um fenômeno da Internet no YouTube (www.youtube.com/channel/UC-7Un7ZJ9Z_ZOmTE_Vc0UwQ). Criado em 2016, seu canal conta, hoje, com 1,1 milhão de seguidores e possui centenas de vídeos sobre desenvolvimento pessoal, autoconhecimento, expansão da consciência, meditações, espiritualidade e entrevistas com professores espirituais que conheceu pelo mundo – produzidos pela própria Catia.

Ela também é palestrante internacional, professora de meditação e condutora de retiros espirituais para a expansão da consciência. Catia já realizou uma infinidade de cursos integrativos. É autora do curso “Método MRI” (Manual para Reorganização Interna), novo modelo de terapia individual onde a pessoa trabalha internamento o seu desenvolvimento em diversos níveis: físico, emocional e espiritual. O objetivo é realizar uma jornada de transformação, na qual a pessoa se livra de pensamentos negativos que a impedem de ser mais feliz. Com seus vídeos semanais, Catia também está promovendo o movimento “Da mente ao Coração”, no qual propõe que as pessoas ouçam menos sua mente crítica e autocrítica e encontrem dentro de si mesmas a sua felicidade, valorizando, por exemplo, o autoamor e a autoestima.

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g6 é a nova assessoria de imprensa da terapeuta Catia Simionato

A terapeuta Catia Simionato tem mais de 1,1 milhão de seguidores no seu canal Ser Felicidade no You Tube.

A g6 Comunicação é a nova assessoria de imprensa da terapeuta Catia Simionato, responsável pelo canal “Ser Felicidade”. Presente em todas as redes sociais, Catia é um fenômeno da Internet no YouTube. Criado em 2016, seu canal conta, hoje, com 1,1 milhão de seguidores e possui centenas de vídeos sobre autoconhecimento, expansão da consciência, meditações, espiritualidade e entrevistas com professores espirituais que conheceu pelo mundo – todos produzidos pela própria Catia ao longo desses anos.

Ela também é palestrante internacional, professora de meditação e condutora de retiros espirituais para a expansão da consciência. Além de ter viajado boa parte do mundo e conhecido pessoalmente líderes espirituais de diferentes linhas, Catia já realizou uma infinidade de cursos integrativos, como Mestre em Reiki (na modalidade Usui e Karuna), Magnified Healing (técnica de cura vibracional), Light Healing (cura com a luz), Radiestesia, Radiônica, Cromoterapia (terapia das cores), Florais de Bach, Florais de Saint Germain, Cura Essênia, Tachyon Energy Healing, Spiritual Nutrition (com o Dr. Gabriel Cousens), Praying and Healing (com Howard Wills) e The Work of Byron Katie (trabalho que identifica e investiga pensamentos que causam o sofrimento do mundo).

É autora do curso “Método MRI” (Manual para Reorganização Interna), um novo modelo de terapia individual onde a pessoa trabalha internamento o seu desenvolvimento em diversos níveis: físico, emocional e espiritual. O objetivo é realizar uma jornada de transformação, na qual a pessoa se livra definitivamente de pensamentos negativos que a impedem de ser mais feliz. Com seus vídeos semanais, Catia também está promovendo o movimento “Da mente ao Coração”, no qual propõe que as pessoas ouçam menos sua mente crítica e autocrítica e encontrem dentro de si mesmas a sua felicidade, valorizando, por exemplo, o autoamor e a autoestima.

Catia Simionato está à disposição dos jornalistas para entrevistas.

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