Como dar visibilidade a um novo cliente sem falar desse cliente?

teto solar
Mercedes-Benz 170V, de 1937, primeiro automóvel que saiu da linha de montagem equipado com um teto solar; divulgação exclusiva da g6 Comunicação em 2007.

O ano era 2007 e a g6 tinha pouco mais de um ano de atuação no segmento da comunicação corporativa, e pouquíssimos clientes. Eram tempos bicudos. Começar um novo negócio já era um desafio e tanto, mesmo naquele tempo, 12 anos atrás. Eu tinha várias estratégias para prospectar clientes, e uma delas era folhear publicações de prestígio, como o Jornal do Carro (JC), do Estadão, procurando por novas empresas do setor automotivo ainda desconhecidas do público e, portanto, possivelmente, sem o apoio de uma agência de comunicação. Também olhava com atenção os anúncios do JC, em busca de empresas que estavam chegando ao mercado e utilizavam apenas a publicidade para se exporem ao mercado. Neste ano, consegui dois clientes desse jeito: a MVK Motos, que importava motos Shineray de pequena cilindrada da China e vendia com sua marca no Brasil, e a Webasto, a maior fabricante de tetos solares do mundo. Este post é sobre a Webasto, multinacional alemã que hoje é cliente de uma grande e competente agência de comunicação do mercado brasileiro e vive um momento completamente diferente desta história contada neste post.

No mês de outubro de 2007, durante minha leitura do Jornal do Carro, encontrei um anúncio de meia página da Webasto.  Confesso que não conhecia a empresa e fui pesquisar melhor sobre ela. Fabricante alemã, líder mundial na fabricação de tetos solares, que contava com um pequeno escritório no município de Vinhedo (SP), pertinho da capital paulista. Tomei coragem e liguei para a empresa, sendo muito bem atendido por uma alemã que falava um ótimo português e era gerente de Marketing da empresa (infelizmente não lembro o nome dela). Ela ficou muito interessada em me conhecer, pois já avaliava contratar uma assessoria de imprensa especializada na área automotiva a partir de janeiro de 2008. Minha ligação foi uma dessas boas coincidências que vez por outra topamos na vida. Marcamos um almoço na mesma semana no restaurante Ráscal, no Shopping Iguatemi.

Foi um almoço muito agradável. Conversamos muito, e acho que consegui mostrar a ela a importância de contratar uma boa assessoria de imprensa para divulgar sua marca e seus produtos no mercado brasileiro. A empresa nunca havia tido um trabalho desse tipo no País, o que equivale dizer que o tema “teto solar” nunca havia sido explorado na nossa mídia especializada. Logo percebi o enorme potencial de retorno de um bom trabalho com a Webasto. Tudo seria novidade aos olhos dos jornalistas do setor e, portanto, a repercussão das divulgações provavelmente seria muito boa. Ela pareceu se convencer disso, mas manteve seu plano inicial de contratar uma agência somente a partir do início do ano seguinte, por  causa do budget já planejado. Eu tinha boas chances de ser escolhido por ela, afinal eram só mais dois ou três meses de espera, mas tudo é possível neste nosso mercado. Do ponto de vista dela também não é fácil: como escolher uma boa assessoria de imprensa? Mas o fato é que até então não havia muito mais a fazer da minha parte. Meu recado tinha sido bem dado e só me restaria aguardar e torcer.

Mas, ainda no final da nossa conversa, já saboreando a sobremesa, comecei a folhear com mais atenção um belíssimo catálogo com a história da Webasto que ela havia trazido para me mostrar. E, de repente, me deparei com uma linda foto de um Mercedes-Benz preto equipado com um teto solar. Ao ver a imagem, seus olhos brilharam e ela explicou:

“Este foi o primeiro automóvel a sair da linha de montagem equipado com um teto solar. Um teto solar da Webasto. O carro é um Mercedes-Benz 1937. Neste ano se completam 70 anos desde que este modelo foi lançado”, ela explicou. Apesar da beleza da imagem, era uma foto bem politicamente incorreta, com duas mulheres em pé, dentro do carro, debruçadas no teto solar aberto, sem qualquer aparato de segurança. O tipo de foto que nenhuma montadora produz nos dias de hoje.

Mas o que me chamou a atenção mesmo foi a relevância jornalística da notícia e da data para a imprensa automotiva brasileira, que, até onde eu sei, nunca havia recebido um press release de um fabricante de teto solar. Era o tipo de notícia que, bem redigida, com aquela foto em alta resolução e enviada para o mailing certo, era certeza de muita exposição. Aquela notícia não poderia esperar 2018 (ou ficaria velha), e como estratégia para ganhar de vez o cliente, propus divulgar aquele assunto naquela mesma semana sem nenhum custo, para que a empresa pudesse “conhecer melhor os serviços da g6 e ficasse mais à vontade para uma possível contratação no ano seguinte”. Claro que eles prontamente aceitaram e ainda elogiaram minha iniciativa.

O press release foi divulgado nacionalmente no início de novembro. Foi a primeira divulgação da Webasto à imprensa no Brasil. O texto divulgado foi esse:

“Fiat Idea, GM Vectra, Fiat Stilo, Peugeot 206 Moonlight, Fiat Punto, Peugeot 307. O consumidor brasileiro pode, hoje em dia, entrar numa concessionária e sair dirigindo um carro equipado de fábrica com um teto solar de última geração. Mas não foi sempre assim. Foi apenas em 1937, há 70 anos, que saiu da linha de montagem o primeiro carro equipado por uma montadora com teto solar: um Mercedes-Benz 170V. No Brasil, o primeiro carro a sair de fábrica com o recurso foi o Fusca, em 1965.
Este primeiro teto solar, em 1937, foi produzido pela Webasto, multinacional alemã que é líder mundial neste segmento. O teto solar do Mercedes-Benz 170V era feito de lona, tecnologia que continuou a ser utilizada até os anos 60, quando foi substituída pela chapa de aço.
Nos anos 90, o produto sofreu uma grande reformulação, aumentando suas dimensões e ganhando comando elétrico para abertura e fechamento e uma grande área envidraçada. Outra novidade recente, em alguns modelos, é a troca do vidro pelo Policarbonato, um tipo de plástico que é 50% mais leve que o vidro, oferece maior durabilidade e ainda permite a criação de novos formatos.
Líder mundial no segmento de tetos solares, a Webasto produz, anualmente, no mundo todo, cerca de 5 milhões de unidades do produto para atender montadoras e o mercado de aftermarket. Esse volume corresponde à metade das vendas mundiais do equipamento no planeta. No Brasil, a empresa possui 60 revendedores autorizados e oferece um leque de sete modelos de teto solar para atender aos mais diversificados veículos”.

Como esperado, o retorno foi muito grande, com muitas matérias publicadas em sites e jornais especializados. Lembro particularmente de duas matérias de destaque. Uma delas foi num caderno semanal do jornal Valor Econômico, voltado para estilo e consumo de luxo. A outra foi no caderno de automóveis do Diário do Comércio, de São Paulo (SP), então editado pelo brilhante jornalista Chico Lelis. Ambas foram matérias de página inteira. A gerente de Marketing da Webasto ficou extremamente empolgada com o resultado e garantiu que o nosso trabalho junto teria início em janeiro, como de fato aconteceu.

Quando o trabalho foi iniciado, logo enfrentei alguns desafios. O primeiro deles era que a empresa ainda era muito pequena no Brasil e vendia apenas alguns poucos modelos de tetos solares para lojas especializadas na sua comercialização direta para o consumidor. A subsidiária brasileira da Webasto ainda não fazia negócios diretos com as montadoras brasileiras. Os fabricantes nacionais que instalavam o equipamento em seus poucos modelos, como item de série ou opcional, compravam o teto solar diretamente dos escritórios da Webasto na Europa. A filial do Brasil, portanto, ainda vivia somente das vendas às lojas e a função da assessoria de imprensa seria contribuir com esses negócios. Um fator muito positivo nessa equação é que não existiam outros fabricantes do produto abastecendo o mercado de aftermarket. A Webasto, portanto, operava sozinha nesse nicho. Isso significava que bastava levar o tema “teto solar” para a mídia, destacando seus principais atributos, como elegância, charme, estilo de vida, conforto, alta tecnologia e segurança. Mesmo sem aparecer a marca Webasto, se essas publicações na mídia despertassem o desejo do consumidor instalar um teto solar no seu carro, este produto seria certamente da Webasto.

O trabalho de comunicação também tinha como objetivo acabar com alguns mitos já ultrapassados naquela época sobre a qualidade do equipamento, especialmente que ele vazava debaixo de chuva, o que realmente não era verdade. Há muitos anos não era verdade, mas parte do público ainda não estava atualizada sobre a grande evolução tecnológica do teto solar e, por isso, preferia “não arriscar”. Acredito, sinceramente, que o trabalho da g6 contribuiu para mudar a visão de muitas pessoas sobre essa questão. O serviço de assessoria de imprensa da g6 para a Webasto durou até 2009, quando a filial brasileira começou a passar por uma crise e optou por cortar vários custos – inclusive o da comunicação, como sempre acontece nessas situações.

Uma lição importante que ficou desse trabalho foi a importância da pró-atividade e da criatividade, tanto para conquistar o cliente, como para desenvolver um trabalho com bons resultados. No dia a dia de trabalho, os conteúdos produzidos para divulgação à imprensa priorizavam o estilo de vida de quem tinha um teto solar, a tecnologia do produto, sua proposta de uso, seus benefícios em conforto e elegância no cotidiano, sem necessariamente falar do fabricante. É um conceito semelhante ao que se aplica nos dias de hoje ao Marketing de Conteúdo, muito praticado em todo o mundo por empresas de todos os segmentos. Contar histórias relevantes para conquistar uma audiência qualificada que, um dia, poderá se tornar consumidora dos produtos daquela empresa – é mais ou menos isso que fizemos com a Webasto, com sucesso, em 2008 e 2009.

(Eduardo Sanches)

Tom Luthi e sua equipe conquistam primeira vitória na Moto2 em 2019

Moto2_05
Circuito das Américas, nos Estados Estados: mais uma vez o destaque foi a alta competitividade dos motores Triumph de 765 cc.

Neste último domingo, dia 14, foi realizada a terceira etapa da Moto2 no autódromo Circuito das Américas, localizado na cidade de Austin, no Texas, Estados Unidos. Apesar das chuvas, a prova foi marcada pela grande disputa entre os pilotos. Pela primeira vez na era de fornecimento de motores Triumph para a categoria, o vencedor foi o suíço Thomas Luthi – as duas corridas anteriores (no Qatar e na Argentina) foram vencidas pelo italiano Lorenzo Baldassarri. Em Austin, Luthi e seu companheiro da equipe Dynavolt Intact GP, o alemão Marcel Schrotter, dominaram outra corrida desafiadora da Moto2, em uma disputa incrivelmente acirrada. O espanhol Jorge Navarro também conquistou seu primeiro pódio na Moto2, terminando na terceira posição.

Schrotter, que iniciou o fim de semana em terceiro no campeonato, foi o mais rápido nas sessões da sexta-feira, à frente de Luthi, e ficou em primeiro para largar na pole position. Vencedor de duas provas e líder do campeonato, Lorenzo Baldassarri conseguiu qualificar-se apenas na 15ª posição em função das condições climáticas. O clima já havia afetado o ritmo de muitos pilotos quando a sessão foi cancelada devido às chuvas. Entretanto, a partir da largada, foi o espanhol Alex Marquez, pilotando para a equipe Marc VDS, que definiu o ritmo, pulando do segundo lugar no grid para a primeira posição, o que durou sete voltas. Na oitava volta, a dupla da Dynavolt mostrou sua força. Luthi, que já havia pulado para o segundo na primeira volta, assumiu a liderança e nunca mais olhou para trás.

A vitória de Luthi faz com que ele fique em terceiro no campeonato, enquanto Schrotter sobe para o segundo lugar, apenas três pontos atrás do líder Baldassarri, que não pontuou, devido a um acidente ainda na primeira volta. Após três corridas, os três primeiros pilotos na classificação geral da categoria estão separados por apenas cinco pontos. O piloto tailandês Somkiat Chantra, da Idemitsu, registrou a maior velocidade máxima deste fim de semana da Moto2, atingindo 291,77 km/h durante a FP1, o que fica ainda mais impressionante quando se compara o desempenho do motor de três cilindros e 765 cc da Triumph com os motores de quatro cilindros e 1000 cc da categoria da MotoGP e sua velocidade máxima de 346,81 km/h.

De fato, há muito apoio aos motores Triumph da Moto2 entre a elite da MotoGP. Marc Marquez, por exemplo, comentou sobre o fim de semana: “Podemos ver que chegam a 300 km/h no fim das retas. Acredito que será melhor [em comparação aos motores da temporada passada] porque é mais parecido com uma moto da MotoGP.” E Valentino Rossi completou: “O motor tem mais torque; o intervalo inferior é um pouco maior. Para mim, está em um ótimo nível.”

“Foi outro fim de semana de corridas incrível e estou muito satisfeito com o desempenho em uma pista com desafios tão únicos, incluindo a reta mais longa do calendário e vários pontos de frenagem pesada seguida de aceleração pesada na primeira marcha. O clima fez com que a preparação fosse difícil, com algumas equipes perdendo a FP3. Porém, o que vemos é um campeonato cada vez mais acirrado e um novo vencedor com um motor Triumph. Meus parabéns a Tom e à toda a equipe Dynavolt Intact! Também é muito gratificante ouvir tamanho apoio expresso pelos líderes da MotoGP que pilotam com os nossos motores, além da participação na Moto2, especialmente quando se trata da potência do nosso motor triplo de 765 cc, que está ajudando a tornar a Moto2 uma categoria ainda mais relevante e emocionante”, afirmou Steve Sargent, chefe de Produto da Triumph.

O motor de corrida Triumph Moto2 765 cc é um desenvolvimento da motocicleta de estrada Street Triple RS 765 cc (disponível no Brasil), líder da sua categoria que produz 140 cv de potência. Após três corridas no exterior, a Moto2 volta à Europa, no dia 5 de maio, para o Grande Prêmio da Espanha. no tradicional Circuito de Jerez, na cidade de Jerez de la Frontera.

SOBRE A TRIUMPH

A Triumph Motorcycles Brazil é uma das 12 subsidiárias da empresa pelo mundo e conta com sede em São Paulo (SP) e fábrica em Manaus. A marca conta com 16 Concessionárias no Brasil nas cidades de São Paulo (SP), Campinas (SP), Ribeirão Preto (SP), São José dos Campos (SP), Porto Alegre (RS), Brasília (DF), Curitiba (PR), Belo Horizonte (MG), Rio de Janeiro (RJ), Goiânia (GO), Florianópolis (SC), João Pessoa (PB), Londrina (PR), Vitória (ES) e Várzea Grande (MT). A Triumph possui o portfólio mais completo do mercado entre as marcas premium, oferecendo três pilares principais de produtos: Clássica, Adventure e Roadster. Fundada em 1902, a Triumph Motorcycles é uma empresa global, atuando diretamente em 13 países, por meio de suas filiais, e indiretamente em mais 57 mercados, através de distribuidores independentes. A Triumph é a maior fabricante britânica de motos e a marca que mais cresce no segmento acima de 500 cc nos países nos quais está presente. O faturamento mundial da empresa gira em torno de R$ 2,1 bilhões e suas vendas no varejo superam as 63.400 unidades anuais, com produção acima de 67.000 motos por ano. No mundo todo, a Triumph possui mais de 700 concessionárias e perto de 2.000 funcionários.

VEJA O PRESS RELEASE COMPLETO:
Moto2 – GP Austin

FOTOS EM ALTA RESOLUÇÃO:

Qual a melhor solução para sua empresa: uma agência de comunicação grande ou pequena?

duvidas sobre comunicação
Se você tem uma pequena ou média empresa, provavelmente uma pequena agência competente e comprometida com os resultados do trabalho será capaz de lhe atender por um bom custo.

Ao longo de minha trajetória profissional em agências de comunicação importantes do mercado, encontrei estas questões em muitos clientes: eu preciso de uma agência de comunicação grande? Posso confiar numa agência de comunicação pequena? Quais são, de fato, as principais diferenças entre elas? Vale a pena pagar mais caro por uma agência grande? Algumas empresas fazem questão de contratarem o prestígio e a grife que algumas grandes agências carregam, além, é claro, da sua expertise e da competência inegável de boa parte dos seus profissionais. Por outro lado, de outros clientes ouvi, mais de uma vez, esta frase: “Prefiro ser um grande cliente numa agência pequena do que apenas mais um numa agência grande”.

Enfim, como fazer esta escolha? Acho que o primeiro passo é entender que não existe receita pronta. Agências vendem serviços e esses serviços são realizados, em geral, por profissionais de comunicação – jornalistas, relações públicas e publicitários. Existem ótimos e maus profissionais em agências de todos os tamanhos. Existem profissionais mais ou menos interessados e mais ou menos criativos em qualquer lugar. Então este não deve ser o critério. Você vai encontrar gente competente e capaz de lhe prestar o serviço que você precisa numa boa agência pequena ou numa boa agência grande.

Um bom critério é avaliar, concretamente, que serviço você vai contratar e qual a demanda que essa atividade vai gerar na agência contratada. Vamos tomar como exemplo a Assessoria de Imprensa. Algumas empresas multinacionais contratam as maiores agências de comunicação do mercado brasileiro para prestarem este serviço. E estas agências montam, internamente, equipes multidisciplinares bem completas, com gerentes, coordenadores, profissionais de atendimento e estagiários para entregarem o trabalho. Já vi equipes de assessoria de imprensa para grandes marcas com até 20 profissionais exclusivos dentro da agência contratada. Este perfil de cliente, sem dúvida, precisa de uma agência desse porte. Uma agência pequena terá dificuldade para ampliar, dessa forma, da noite para o dia, o seu quadro de funcionários e poderá ter limitações de espaço para acomodar este pessoal, entre várias outras questões que precisam ser avaliadas.

Por outro lado, ainda tomando como exemplo o serviço de Assessoria de Imprensa, quando o cliente contrata uma agência grande e ganha, na prática, um ou dois profissionais de comunicação para lhe atender no dia a dia, é muito possível que ele esteja gastando muito mais do que precisa nessa atividade. Agências grandes custam mais do que agências pequenas – isso é um fato! Neste exemplo, o cliente estará pagando, naquele fee mensal, toda a infraestrutura da grande agência – desde o aluguel daquele espaço enorme e super bacana ocupado pela agência até o salário elevado dos seus vários diretores que, em geral, não acompanham o dia a dia de uma conta desse porte.

Este, aliás, é outro ponto interessante. Quando você pede um orçamento para uma grande agência de comunicação, uma equipe com diretores e VPs bastante competentes e experientes vai até sua empresa com uma apresentação extremamente profissional – e convincente. Quando você chama uma boa agência pequena, poderá receber o mesmo nível de apresentação do sócio/diretor. A diferença é que, quando você fecha negócio com a grande agência, a tendência é só ver de novo aqueles diretores e VPs em reuniões anuais ou em momentos de crise. Porém, ao optar pela agência de menor porte, e confiar naquela especialista que lhe apresentou seu projeto de trabalho, provavelmente será ele mesmo, com apoio de sua equipe, que irá lhe atender. É com ele que você vai lidar no dia a dia, e resolver todos os desafios do trabalho, e não com um gerente de atendimento iniciante com alguns poucos anos de experiência.

Em resumo, agências grandes são mais caras e, quase sempre, prestam um bom trabalho. Mas você pode encontrar a mesma qualidade – ou superior – numa agência pequena e dedicada, gastando muito menos. Vale a pena comparar os orçamentos e entender se você precisa, de fato, de toda aquela infraestrutura que a grande agência vai lhe oferecer – e cobrar!

(Eduardo Sanches)

Pânico de dentista afeta a vida de milhões de pessoas em todo o mundo

imagem29_1

Milhões de pessoas em todo o mundo sofrem de uma fobia complexa capaz de provocar consequências muito desagradáveis no dia a dia: o pânico de dentista. São homens, mulheres e crianças de todas as idades e classes sociais que simplesmente não conseguem se submeter a um tratamento odontológico adequado e, por isso, com o passar dos anos, assistem com muita tristeza seus dentes estragarem, destruindo completamente sua autoestima. “As pessoas que sofrem dessa fobia só vão ao dentista quando estão realmente com muita dor e, ainda assim, raramente aceitam passar por um tratamento odontológico convencional para de fato tratar seus dentes. Em geral, elas vão ao dentista em busca somente de uma medicação que acabe com a sua dor”, explica a Cirurgiã-Dentista Dra. Valeska Roverso Correa, diretora da Clínica Fast Odonto e criadora de um método ainda inédito de tratamento dentário sob sedação (ou tratamento dentário sem dor) que já atendeu com sucesso centenas de pessoas do Brasil e de outros países que sofrem de pânico de dentista.

Uma pesquisa realizada pela Faculdade Ideau de Getúlio Vargas (RS) revela alguns dados interessantes sobre o medo de dentista. De acordo com esse estudo, feito junto à população local, a incidência do pânico de dentista é maior entre as mulheres, por exemplo. 18% das entrevistadas afirmaram ter fobia de ir ao consultório odontológico, contra 6% do público masculino. Além disso, o trabalho também aponta que essa fobia aumenta à medida que diminui o grau de ensino dos entrevistados, sendo de 2% entre as pessoas com nível superior, 7% entre aqueles que concluíram o ensino médio e 14% nas pessoas que chegaram somente ao ensino fundamental. Outro dado interessante verificado na pesquisa diz respeito aos sintomas típicos do pânico de dentista – que incluem falta de ar, tonturas, sensação de medo, ansiedade, formigamento, ondas de calor e frio, sudorese e náuseas. 14% das mulheres e 8% dos homens afirmaram já terem sentido algum desses sintomas num consultório odontológico.

A odontofobia tem origem, na maioria dos casos, simplesmente no medo – e este medo pode ser “objetivo” ou “subjetivo”. Objetivo é o medo que o indivíduo apresenta pelo fato de já ter passado por experiências desagradáveis em algum tratamento dentário no passado, muitas vezes ainda na infância. Alguns pacientes podem ter considerado seu dentista “insensível” ou “frio” durante o tratamento que tiveram no passado – e isso acabou levando a uma antipatia a toda classe de dentistas, gerando um receio permanente desses profissionais.  Já o medo subjetivo é adquirido ao ouvir casos desagraveis vividos por outras pessoas. Há indivíduos, também, que têm pavor do barulho do motorzinho do dentista ou de qualquer tipo de agulha, como a utilizada na injeção de anestesia, o que acaba gerando ansiedade e pode fazer com que a pessoa evite o tratamento. “Mas há outro fator muito importante, que contribui com todo esse medo: é a crença já antiga que popularizou o tratamento odontológico como sinônimo de sofrimento”, afirma a Cirurgiã-Dentista.

De acordo com a Dra. Valeska, a importância da boca na vida das pessoas é vital, daí o motivo do medo de dentista afetar tanto a qualidade de vida de quem sofre desse mal. “A boca é o órgão de conexão do mundo interno com o exterior. É pela boca que nos comunicamos com todos que nos rodeiam, por meio da fala. É pela boca que sentimos os primeiros prazeres na infância, através da amamentação. É pela boca que ingerimos os alimentos e bebidas que nos mantém vivos e que também são fonte de prazer. Enfim, é pela boca, com o sorriso, que exteriorizamos a felicidade que temos dentro de nós, ou com um beijo, que demonstramos nosso amor”, explica ela. “Portanto, qualquer coisa que intimide o funcionamento desse órgão nos amedronta instintivamente, mesmo que inconscientemente, por sabermos da sua importância para nossa vida”, acrescenta a especialista.

Uma consequência muito frequente do pânico de dentista é que, ao evitar o tratamento dentário durante anos, a pessoa acaba tendo diversas complicações na sua boca. Um dente que no início poderia ser reparado apenas com um simples  tratamento de cárie, por exemplo, depois de algum tempo pode virar um tratamento de canal ou mesmo ser perdido, exigindo sua extração e a implantação de uma prótese no seu lugar. São, portanto, tratamentos mais complicados, mais demorados e mais caros quando não tratados no início. “Dentes podres podem afetar muito negativamente diversas áreas da vida do indivíduo, como no dia a dia profissional, onde se espera que ele tenha dentes brilhantes e limpos, ou mesmo em um relacionamento amoroso. “Cientes do estado dos seus dentes, sobretudo quando a estética está bastante comprometida, as pessoas muitas vezes se tornam socialmente retraídas, deprimidas e isoladas, prejudicando seus relacionamentos pessoais, profissionais e amorosos”, diz a Dra. Valeska Roverso.

Preocupada com esse público, a Dra. Valeska Roverso Correa desenvolveu, em 2011, um método até hoje inovador, seguro e muito eficaz de tratamento odontológico sob sedação – acessível mesmo para os pacientes mais humildes. Em um único dia, seus pacientes especiais passam por todos os tratamentos dentários necessários, sem sentir dor e sem lembrar de nada. Eles acordam com uma “boca nova”, prontos para uma nova vida. O tratamento odontológico sob sedação tradicional, encontrado em diversas clínicas do mercado, utiliza óxido nitroso para sedar os pacientes. É um procedimento caro (só a aplicação do gás custa entre R$ 2.500 e R$ 3.000, fora os tratamentos realizados). Na época, oito anos atrás, a Dra. Valeska queria ser capaz de oferecer um tratamento dentário com sedação para pessoas com pânico de dentista, mas por um preço mais em conta, capaz de atender um público mais abrangente.

Com este objetivo, ela foi em busca de novos conhecimentos. Durante cerca de um ano, teve aulas de psicologia e psiquiatria, para entender os tipos de pânicos existentes e as opções de medicamentos utilizados para tratá-los. Ela também teve aulas da farmacologia, buscando conhecer mais profundamente estes medicamentos e descobrir outros que poderiam ser utilizados no seu trabalho. Seu desafio era montar um método seguro e eficaz para tratar pacientes com pânico de dentista que acabasse com a dor dos procedimentos (como agulhas e motorzinhos) e que acalmasse totalmente seus pacientes durante horas. Ao final de seu estudo, ela descobriu mais de 20 medicamentos que poderiam ser utilizados neste trabalho, de acordo com o perfil de cada paciente. O preço dessa sedação desenvolvida com exclusividade pela Dra. Valeska: cerca de R$ 600,00. Durante seu efeito, que chega a quase três horas, ela consegue realizar todos os procedimentos odontológicos necessários.

SOBRE A DRA. VALESKA ROVERSO CORREA

A Cirurgiã-Dentista Dra. Valeska Roverso Correa, de 46 anos, que fundou e dirige até hoje a Clínica Fast Odonto, formou-se em Odontologia em 1995 na Universidade de Santo Amaro (Unisa). Nos anos seguintes, a profissional realizou diversos cursos de aperfeiçoamento e atualização em vários serviços, como Ortodontia (1996/1998), Odontologia Estética (1998/2000), Especialização em Pacientes Especiais na USP (2000/2002), Próteses Parciais e Fixas (2005/2006), Implantodontia na USP (2008/2010) e Harmonização Facial (2015/2017). A Dra. Valeska também iniciou estudos em farmacologia, psicologia e medicina para desenvolver sua técnica pioneira de tratamento odontológico sob sedação inconsciente. Além disso, ela também atuou na Clínica de Especialidades da Prefeitura de São Paulo, entre 1996 e 1998, e foi cirurgiã-dentista auxiliar na Clínica Odontológica da USP, durante o curso de Implantodontia. Desde 1995, ela participa dos principais eventos do setor para se manter sempre atualizada, como o Congresso Internacional de Odontologia da APCD (Associação Paulista de Cirurgiões Dentistas), o Ciosp, que é considerado um dos maiores eventos do setor no Brasil.

VEJA O PRESS RELEASE COMPLETO:
Odontofobia

FOTOS EM ALTA RESOLUÇÃO:

Método exclusivo de tratamento dentário com sedação permite tratar a boca toda num único dia

20190227_192312

Sabe aquela rotina de agendar consultas semanais no dentista para realizar os diversos procedimentos necessários nos dentes? Dependendo do tamanho do serviço planejado pelo seu dentista, este tratamento pode levar várias semanas ou até alguns meses. Pois saiba que você não precisa, obrigatoriamente, seguir esse padrão de atendimento. O exclusivo tratamento dentário com sedação, desenvolvido pela Cirurgiã-Dentista Dra. Valeska Roverso (www.fimdopanicodedentista.com) para atender pacientes que sofrem de pânico de dentista, pode também ser utilizado como uma opção interessante de tratamento rápido para quem não tem muito tempo para ir ao dentista.
Em um único dia, num período de três horas, aproximadamente, que é o tempo que dura a sedação, a Dra. Valeska consegue realizar o tratamento dentário completo previsto – incluindo, por exemplo, canais, cáries, limpeza de gengiva e dos dentes, extrações, implantes e todos os procedimentos estéticos necessários. É um serviço chamado de “Spa Day” e que pode ser realizado por qualquer pessoa adulta, sem riscos à sua segurança. “Já tivemos casos de tratar até 32 dentes de um paciente numa única sessão com esse procedimento. Quando acordou da sedação, este paciente estava com uma boca completamente nova, com um sorriso totalmente harmonizado. Ele não acreditou no resultado e nos agradece até hoje por ter mudado sua vida”, explica a profissional.
O tratamento odontológico sob sedação, portanto, é um sucesso também para quem não possui medo de dentista (odontofobia), mas não tem tempo de ir ao consultório toda semana ou mesmo para as pessoas que não residem em São Paulo e querem realizar na Clínica Fast Odonto o seu tratamento dentário. É praticamente inviável viajar toda semana para São Paulo para passar por uma consulta tradicional. Dependendo da distância, os custos de locomoção e até de hospedagem na capital paulista praticamente inviabilizariam o tratamento em São Paulo.

VEJA O PRESS RELEASE COMPLETO:
Tratamento odontológico num único dia

FOTOS EM ALTA RESOLUÇÃO:

Lorenzo Baldassarri vence segunda etapa da Moto2, na Argentina, e mais uma vez com muita emoção!

1

O Grande Prêmio do Qatar da categoria Moto2, realizado no domingo (dia 10/03), foi o primeiro com os motores Triumph de 765 cc. Foram mais de 3.000 quilômetros percorridos pelos pilotos, dando início a uma nova era, mais emocionante, nessa importante categoria do motociclismo mundial. A corrida inaugural foi inacreditavelmente fechada e cheia de ação, com a participação de 32 motocicletas, e algumas marcas impressionantes conquistadas graças ao excepcional desempenho do motor de três cilindros da Triumph.
A segunda etapa da categoria Moto2, na Argentina, foi outra corrida emocionante, com novos recordes de volta, graças à potência do motor Triumph de 765 cc. A disputa aconteceu no último domingo (31 de março) no autódromo de Termas de Rio Hondo, localizado na província de Santiago del Estero. O grande vitorioso, que já havia vencido no mês passado o GP do Qatar, primeiro etapa do campeonato deste ano, foi o italiano Lorenzo Baldassarri. Ele finalizou a prova com um tempo 51,5 segundos mais rápido do que o vencedor da mesma prova em 2018.
Na sessão de qualificação, os tempos foram incrivelmente próximos, com os quatro primeiros colocados batendo o recorde de volta de todos os tempos, estabelecido por Johann Zarco, em 2015. Além disso, os 22 primeiros colocados ficaram separados por menos de um segundo. Esse ritmo de forte disputa e muita emoção foi repetido durante a corrida de domingo, na qual especialmente os 19 primeiros colocados foram mais rápidos que o vencedor do ano passado em condições semelhantes. O novo recorde de pole position foi do piloto espanhol Xavi Vierg, com um tempo de 1m42,726. Já a melhor volta foi do alemão Marcel Schrotter, com 1m42,693.

VEJA O PRESS RELEASE COMPLETO:
Moto2 – GP Argentina

FOTOS EM ALTA RESOLUÇÃO:

Confira como a harmonização orofacial pode transformar o sorriso

harmonização orofacial.png

O tratamento odontológico, atualmente, não se reserva à saúde e estética bucal, mas trata também da saúde, bem-estar e estética orofacial. A harmonização orofacial busca atender a expectativa dos pacientes na busca por um ganho estético facial mais amplo, abrangendo não só a região bucal, mas também a face como um todo, onde os dentes complementam o sorriso que complementam o rosto, resultando em um ganho estético integrado e superior. Confira no blog “Fim do Pânico de Dentista”, da Dra. Valeska Roverso, um artigo completo sobre este assunto:

Fim do Panico de Dentista