Sim Sem Hora: Campo Belo ganha novo bar e restaurante charmoso especializado em grelhados

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Sim Sem Hora: especializados em grelhados deliciosos, mas também um espaço aconchegante e divertido  para tomar um drink ou jantar com amigos ou a família.

A vocação gastronômica do Campo Belo, bairro nobre da Zona Sul de São Paulo (SP), é cada vez mais forte, e isso explica os diversos novos bares e restaurantes interessantes, modernos e confortáveis que foram inaugurados só em 2019 na região. Com cerca de 100 estabelecimentos gastronômicos de qualidade, instalados num quadrilátero cercado por bairros sofisticados, como Brooklin e Moema, o Campo Belo vem ganhando, nos últimos meses, um novo perfil de estabelecimentos, mais charmoso, com visual mais caprichado e, em alguns casos, com um foco bem claro – e objetivo – no estilo da sua cozinha e bar.

É o caso do Sim Sem Hora, uma das casas mais novas do bairro, que começou a funcionar no final de setembro, na Avenida República do Iraque, uma rua que ganha cada vez mais destaque no cenário gastronômico do Campo Belo, oferecendo várias opções para o público. O Sim Sem Hora chega com uma proposta muito simples, segundo seus sócios: atender uma demanda que existe no bairro por carnes e galetos grelhados – e esta é a sua especialidade, seja para comer no próprio local, seja para levar para viagem. Suas opções grelhadas, preparadas numa enorme churrasqueira separada do público apenas por um vidro, incluem, além do “Galeto” (R$ 36,90), também “Picanha” (R$ 59,90), “Bife Ancho” (um dos itens de mais sucesso do seu cardápio, vendido por R$ 65,00), “Miolo de Alcatra” (R$ 45,00), “Linguiça Clássica Toscana” (R$36,00), “Costela Suína com Molho Barbecue” (R$ 38,00), “Espeto Misto” (R$ 28,00) e “Queijo Coalho” (R$ 14,90, duas unidades).

“Para definir o estilo e a proposta do Sim Sem Hora, contratamos os serviços de uma empresa especializada no segmento de gastronomia, a Pra.toh. Foi com este apoio que descobrimos esta lacuna na gastronomia do Campo Belo e resolvemos investir nessa área”, explica Mariana Lorenzetti, de 42 anos, uma das sócias do Sim Sem Hora.

Mas o Sim Sem Hora é muito mais do que um restaurante para comer ou comprar grelhados para viagem. É um bar e restaurante com visual muito agradável, ambiente aconchegante, espaçoso e com ótimo atendimento, perfeito para tomar um drink com amigos, além de almoçar ou jantar com muita qualidade por preços honestos. Um dos seus pontos mais charmosos, que deverá fazer sucesso no próximo verão, é parte do seu teto, que pode ser totalmente aberto. Além disso, nas sextas-feiras, a casa oferece música ao vivo, a partir das 18h, sem cobrança de couvert artístico.

COZINHA COM EXPERIÊNCIA INTERNACIONAL

No total, são três sócios. Além de Mariana, também fazem parte do negócio seu amigo e agora sócio Mateus Felipe, de 34 anos, e ainda o alemão Laurent Baur, de 47 anos. O simpático Laurent é o Chef do restaurante. Ele já morou na França, Portugal e Alemanha. Na França, por exemplo, durante 15 anos, foi chef de um restaurante elegante de Toulouse, no Sul do país. No Brasil desde 2013, Baur traz para o Sim Sem Hora sua grande experiência internacional na gastronomia, o que se reflete no cardápio da casa, que mistura diferentes nacionalidades e sabores num mesmo prato, surpreendendo os clientes com combinações originais.

No cardápio, aliás, existe uma sessão chamada “Loucuras do Chef”, na qual estão cinco opções de pratos exclusivos, com receitas criadas pelo chef ou adaptadas de pratos europeus. São pratos especiais, servidos apenas nas noites de sexta-feira e nos almoços e jantares de sábados, domingos e feriados. O destaque aqui é o “Bacalhau à Nata” (R$ 69,90), uma receita muito especial, que Laurent trouxe de Portugal, de um restaurante onde trabalhou durante algum tempo. Trata-se de um bacalhau cozido com leite e água e desfiado, coberto com batata cozida e, em seguida, frita. Tudo isso é coberto por molho Bechamel e gratinado com parmesão. Acompanha arroz e serve até duas pessoas. É sensacional!

No almoço, a casa serve seu “Almoço Executivo” com quatro opções diferentes de pratos diariamente, sempre com uma carne vermelha, uma carne branca (peixe ou frango), massa e saladas. Todos os pratos acompanham uma salada de entrada. O preço destes pratos no almoço é R$ 31,90.

O Sim Sem Hora ainda oferece uma opção de couvert (é o “Couvert da Casa” (R$ 11,90), com abobrinha, pimentão, tomate, cenoura, berinjela e cebola, acompanhando pão artesanal e manteiga com ervas), 15 petiscos, 11 acompanhamentos para as oito opções de grelhados, três tipos de saladas, seis pratos infantis (com preços mais em conta para crianças até 12 anos) e três sanduíches. Um dos pratos de maior sucesso na casa, e simplesmente irresistível, está incluído na categoria dos sanduíches, embora não leve pão. É o “Hambúrguer Sim Sem Hora” (R$ 30,00), com hambúrguer de 120 gramas, tomate, ovo frito, bacon, cebola e cheddar – e tudo isso coberto pela mais tradicional Batata Rosti. Fica incrível!

Um dos acompanhamentos mais disputados pelo público é uma “farofa secreta”, cujos ingredientes não são revelados pelos donos da casa – apenas confirmados, caso o cliente consiga adivinhar. Ela é muito crocante, deliciosa e saborosa, além de combinar perfeitamente com qualquer um dos grelhados servidos pela casa. À primeira vista, depois de provar, a aposta de alguns clientes é que a farofa vem com pedacinhos crocantes de bacon. Não vem. “É uma farofa 100% vegetariana”, orgulha-se Mariana, que trouxe a receita misteriosa da sua própria família.

CERVEJAS ESPECIAS E DRINKS AUTORAIS

A casa também se destaca, e muito, nas bebidas. Há uma variedade incrível de capirinhas (a partir de R$ 18,90), 20 coquetéis clássicos (como a Gin Tônica Nacional, a R$ 26,00), uma infinidade de vodkas, cachaças, uísques, licores, vinhos e outras bebidas tradicionais, como tequilas e Campari. Mas o charme do seu bar são os drinks autorais – que são seis, no total. O destaque fica por conta do “Sim Sem Hora” (R$ 35,00), uma combinação explosiva de Limoncello, tequila, limão siciliano, granadine e espuma de gengibre. Também faz sucesso o “Poder” (R$ 30,00), um drink marcante feito com gin, creme de cassis e limão taiti.

Entre as cervejas, várias opções diferentes do que normalmente é encontrado em muitos bares do bairro, como a belga Hoegaarden de 330 ml (R$ 14,00), várias opções da Black Princess e Colorado em garrafas de 600 ml (R$ 24,90) e a argentina Patagônia Amber Lager ou Bohemia Pilsen (R$ 29,90).

O Sim Sem Hora funciona de segunda-feira a domingo, abrindo sempre às 12h00. Fecha às 15h30 de segunda e terça-feira. De quarta-feira a sábado, funciona até 01h00, enquanto no domingo o local encerra o expediente às 21h00. A casa fica na Avenida República do Iraque, 1263, telefone 97643-4005.

SOBRE O CAMPO BELO

Cercado por outras regiões nobres, como Brooklin, Moema e Vila Mascote, o Campo Belo é um bairro tranquilo, predominantemente residencial, com a maioria das suas ruas calmas e arborizadas e, ao mesmo tempo, é um forte polo gastronômico da cidade – ainda muito pouco conhecido pelos moradores de outros bairros e regiões da capital. O Campo Belo reúne hoje, num espaço relativamente pequeno, separado por poucas quadras, cerca de 100 estabelecimentos gastronômicos agradáveis, divertidos, originais, intimistas, badalados, surpreendentes, curiosos, musicais, românticos, agitados, descolados, charmosos – incluindo mais de 20 bares (vários com música ao vivo), mais de 30 restaurantes de diversas nacionalidades e especialidades (de churrascarias a vegetarianos, de peruano a mexicano), pelo menos sete pizzarias e cinco hamburguerias, seis padarias sofisticadas, cafés, docerias e sorveterias.O Campo Belo tem acesso muito fácil pelas avenidas Santo Amaro, Vereador José Diniz, Jornalista Roberto Marinho e Washington Luís e ainda fica muito próximo de duas estações do metrô (Eucaliptos e Campo Belo, ambas da Linha 5 – Lilás).

Para informações sobre a gastronomia da região, acesse a página “Bares e Gastronomia do Campo Belo”: www.facebook.com/baresegastronomiadocampobelo.

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Apresentação do Sim Sem Hora

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Um roteiro com os cinco melhores bares ou restaurantes para tomar vinho no Campo Belo

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O Campo Belo tem bares e restaurantes diferenciados para quem aprecia um bom vinho, com opções para todos os bolsos.

O mercado de vinhos está crescendo no Brasil, embora ainda de maneira lenta. A estimativa dos especialistas é que o consumo aumente 5% em 2019 em relação ao ano passado, quando também houve crescimento. Exatamente por isso, cada vez mais bares e restaurantes dão uma atenção especial aos vinhos, procurando novidades interessantes e tentando diversificar sua oferta de rótulos, por um custo-benefício atraente, tentando atrair clientes cada vez mais curiosos e fãs dessa bebida. Um exemplo dessa tendência é o surgimento de um número cada vez maior de bares especializados em vinhos nas grandes cidades, em especial em São Paulo e no Rio de Janeiro. No polo gastronômico do bairro do Campo Belo, em São Paulo (SP), onde existem cerca de 100 estabelecimentos gastronômicos, existem várias opções agradáveis para se tomar um bom vinho. Confira um roteiro com os cinco melhores bares ou restaurantes para tomar vinhos na região.

BOTECO VAI DE VINHO
Inaugurado em março deste ano, é o único bar de vinhos do distrito. O bar tem várias promoções interessantes, dependendo do dia. Todas as noites, de terça a sexta-feira, acontece o “Happy Wine” das 18h às 20h. Neste horário, as taças de vinhos tinto e branco são vendidas por preços especiais – apenas R$ 10,00 cada taça. Nas terças-feiras, outra atração é o projeto de harmonização de diferentes tipos de vinhos com diferentes tipos de comida: pizza, hambúrguer e sushi, por exemplo. O pacote proposto pelo bar já inclui o prato e o vinho adequado para harmonizar. Os preços variam de acordo com a comida e o vinho escolhido. Outra promoção que vem fazendo muito sucesso acontece aos sábados. Trata-se de um rodízio de vinhos. Das 20h às 22h, o cliente paga R$ 53,00 e tem direito a quatro taças de quatro tipos diferentes de vinhos: um espumante, um branco, um rosé e um tinto. Depois disso, o cliente poderá tomar quantas taças desejar de qualquer um desses vinhos sem pagar nada à parte. Os vinhos que fazem parte da promoção são os seguintes: Brut Rosé Lídio Carraro (Espumante, Brasil), Faro Chardonnay (Branco, Chile), Cordillera Andina (Rosé, Chile) e Red Blend Ventisquero (Tinto, Chile). O Vai de Vinho tem cerca de 45 rótulos diferentes em seu estoque, de 11 países diferentes, como Macedônia, África do Sul, Eslovênia, Israel, Itália e Chile. Seu vinho mais barato é o português Portas do Sol (R$ 56,00), produzido na região do Tejo. Sua opção top de linha é o vinho Hermon (R$ 180,00), de Israel, nas opções branco e tinto.

RESTAURANTE BRATTEN – SABORES DA EUROPA
O Restaurante Bratten – Sabores da Europa, inaugurado em dezembro do ano passado, traz uma proposta diferenciada. A casa é especializada em gastronomia europeia, preparando pratos que são tradicionais em muitos países europeus. No cardápio, debaixo de cada item para se comer, incluindo as sobremesas, a casa indica os tipos de vinhos que melhor harmonizam com aquele produto. O curioso é que na carta de vinhos, a maioria dos vinhos é brasileira, proporcionando harmonizações surpreendentes. Mas há também alguns vinhos diferenciados importados de países como Portugual, Chile, Espanha ou Itália, por exemplo, que são incluídos na carta de vinhos para completar a oferta ao consumidor. São tipos de vinhos que não são produzidos no Brasil. Um bom exemplo é o tradicional vinho verde, que não existe no Brasil (apenas em Portugal), e está presente no restaurante. A carta de vinhos inclui 51 rótulos (garrafas de 750 ml) e mais nove rótulos de garrafas menores (1/2 e 1/4). Seus vinhos mais em conta (de 750 ml), que custam R$ 79,90, são o Don Guerino Malbec Rosé e o Valduga Origem Cabernet Sauvignon, ambos produzidos em vinícolas de ponta no Rio Grande do Sul. O melhor vinho da casa é o Pizzato DNA 99 Merlot, que custa R$ 299,00. É o melhor vinho produzido no Brasil atualmente. Ele tem 95 pontos na Decanter, uma revista especializada em vinhos, de grande prestígio no mundo todo, que avalia vinhos e tem como nota máxima 100.

RESTAURANTE E BAR ALEGRIA DO GALO
Divertido, musical, descolado, moderno, despretensioso, espaçoso, confortável e com um cardápio de refeições, petiscos, pizzas e bebidas muito diversificado e com bastante qualidade. Este é o perfil do Restaurante e Bar Alegria do Galo. A casa funciona em São Paulo (SP) com duas unidades: na Rua Sócrates, 558, na Vila Sofia, e na Rua Demóstenes, 684, no Campo Belo. O visual da casa do Campo Belo é um destaque importante, que o diferencia dos demais estabelecimentos do bairro. Dependendo de onde se senta, a impressão é de estar em um cenário de filme cult e, por isso mesmo, a casa é constantemente elogiada pelos clientes. Por essa razão, o Alegria do Galo já foi até cenário para diferentes gravações. Entre vinhos tinto, branco, rosé, champagne e espumantes, o restaurante oferece 20 opções diferentes para seus clientes. Entre os tintos, o rótulo mais em conta é o chileno La Moneda Malbec (R$ 85,00). O espumante Salton Brut sai por R$ 69,00.

RESTAURANTE OSTERIA VENEXIANA
A Osteria Venexiana, inaugurada em junho deste ano, é uma típica cantina italiana que traz como principal diferencial a sua especialização na sofisticada culinária de Veneza. A Osteria Venexiana é pequena, simples, acolhedora e mantem a forte personalidade que se encontra em um restaurante tradicional de Veneza. Lá, o cliente vai encontrar uma variedade de massas (nhoque, espaguete e lasanha, por exemplo), muitos pratos com peixes, ostras, camarão e outros frutos do mar, sopas, risotos, queijos, fatias de pizza, vinhos e drinks típicos de Veneza,  como o tradicional Bellini, entre outras opções. Sua carta de vinhos inclui apenas vinhos italianos e espumantes brasileiros. São 10 opções de vinhos tinto, rosé e branco, com preços a partir de R$ 65,00 para o vinho tinto Montepulciano d’Abruzzo, produzido na cidade de Ortona, na Itália. Como uma cantina de Veneza, a Osteria oferece todos os dias ostras frescas para seus clientes, permitindo uma harmonização incrível e diferente com os vinhos brancos, como o Il IV Miglio Falanghina (R$ 79,00), e os espumantes, como o Salton Prosecco Brut (R$ 66,00) ou Garibaldi Prosecco Brut (R$ 66,00).

BAR E RESTAURANTE GANSARAL
O Gansaral é um lugar diferente de tudo que existe no Campo Belo. É uma casa especial que atende diferentes públicos, misturando na medida certa cultura, gastronomia, ótimos vinhos, história e muito verde. Tudo começou há aproximadamente 90 anos, quando desembarcaram no Brasil as famílias Volkmer e Prüfe, vindos da Saxônia, no Norte da Alemanha. E, aqui no Campo Belo, construíram sua casa, nos fundos de um terreno na Rua Demóstenes, 885, onde criavam gansos de estimação. A casa atual, onde funciona o Gansaral, foi construída na década de 1960, na frente da casa onde morava a família – exatamente no local onde os gansos eram criados. Foi construída pelos pais da atual proprietária, a artista visual Heidi Prüfe Diniz, esposa de Marcus Diniz. O casal administra o Gansaral e atende diariamente, com muita simpatia, os clientes que se espalham pelo seu lindo jardim. Para quem busca a gastronomia alemã, há delícias como a Torta de Chucrute com Bacon, o Dinedi (um tipo de pizza alemã retangular), suas Tábuas de Canapés, seus fatiados, suas incríveis linguiças e salsichas alemãs. Entre os vinhos, são 15 rótulos entre espumantes, branco, rosé, tinto, sobremesa, orgânicos e biodinâmicos. O vinho tinto mais acessível é o chileno Bicicleta (R$ 67,00), nas uvas Cabernet Sauvignon e Carménère. No Gansaral, o ambiente rústico, cheio de detalhes charmosos e com muito verde, é outro forte atrativo para degustar um vinho sem pressa, com uma boa companhia.

SOBRE O CAMPO BELO
Cercado por outras regiões nobres, como Brooklin, Moema e Vila Mascote, o Campo Belo é um bairro tranquilo, predominantemente residencial, com a maioria das suas ruas calmas e arborizadas e, ao mesmo tempo, é um forte polo gastronômico da cidade – ainda muito pouco conhecido pelos moradores de outros bairros e regiões da capital.O Campo Belo reúne hoje, num espaço relativamente pequeno, separado por poucas quadras, cerca de 100 estabelecimentos gastronômicos agradáveis, divertidos, originais, intimistas, badalados, surpreendentes, curiosos, musicais, românticos, agitados, descolados, charmosos – incluindo mais de 20 bares (vários com música ao vivo), mais de 30 restaurantes de diversas nacionalidades e especialidades (de churrascarias a vegetarianos, de peruano a mexicano), pelo menos sete pizzarias e cinco hamburguerias, seis padarias sofisticadas, cafés, docerias e sorveterias.O Campo Belo tem acesso muito fácil pelas avenidas Santo Amaro, Vereador José Diniz, Jornalista Roberto Marinho e Washington Luís e ainda fica muito próximo de duas estações do metrô (Eucaliptos e Campo Belo, ambas da Linha 5 – Lilás).  Para informações sobre a gastronomia da região, acesse a página “Bares e Gastronomia do Campo Belo”: www.facebook.com/baresegastronomiadocampobelo.

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5 melhores locais para tormar vinho no Campo Belo

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Triumph Motorcycles tem novo General Manager no Brasil

Renato Fabrini
Renato Fabrini, de 44 anos, é o novo General Manager da Triumph Motorcycles Brazil.

Desde meados de outubro, o executivo Renato Fabrini, de 44 anos, é o novo General Manager da Triumph Motorcycles Brazil. Fabrini é formado em Economia pela PUC de Campinas, com especialização em Marketing de Varejo, pós-graduação em Gestão de Concessionários e MBA em Gestão Estratégica e Econômica de Negócios pela FGV. Ele possui mais de 23 anos de atuação no setor automotivo em empresas como Toyota, BMW e, mais recentemente, na Renault do Brasil, tendo atuado nas áreas de Marketing, Vendas e Desenvolvimento de Rede, sempre focado no crescimento estratégico do negócio.

O novo General Manager da Triumph é um grande fã da história da fabricante inglesa e, em especial, das suas motocicletas clássicas. Renato se identifica muito com o estilo de vida que a Triumph oferece com sua linha de motocicletas clássicas. “Eu sempre acompanhei com muito interesse a rica história da Triumph, na qual se destacam ícones como a família Bonneville, lançada em 1959, uma referência mundial no segmento das clássicas”, lembra.

“É um DNA de 117 anos inconfundível e único no universo das duas rodas, no qual se destaca mundialmente a atual linha de motocicletas clássicas da família Bonneville, que resgata boa parte da história da marca em cada modelo e, ao mesmo tempo, traz para o consumidor o que existe de mais moderno em termos de tecnologia e design no segmento. É uma honra, agora, também fazer parte desta história de sucesso”, orgulha-se Fabrini.

A Triumph possui o portfólio mais completo do mercado entre as marcas premium, oferecendo três pilares principais de produtos: Clássica, Adventure e Roadster. O segmento de clássicas vem ganhando novos e modernos modelos a cada ano, no mundo todo, e é muito importante para os planos estratégicos da Triumph no Brasil e no mundo. No mercado brasileiro, só neste ano, já foram lançados sete novidades no segmento de clássicas: Bobber Limited, Bobber Black, Nova Scrambler 900, Speed Twin, Nova Street Twin, Bonneville T120 Ace e Scrambler 1200.

É neste cenário que chega Fabrini. “Meu grande desafio será dar continuidade e expandir a trajetória de sucesso da Triumph no Brasil, oferecendo os melhores produtos, de acordo com as necessidades dos nossos exigentes clientes e garantindo a sustentabilidade da rede de Concessionários por meio de um negócio lucrativo e rentável para todos os stakeholders envolvidos. Os planos a curto, médio e longo prazo da Triumph no Brasil permanecem inalterados e a companhia continuará investindo no País”, garante.

“Somos reconhecidos internacionalmente pela inovação, engenharia e sofisticação dos nossos produtos, oferecendo uma experiência de primeira linha aos clientes em nossas Concessionárias. Temos uma área de Pós-Vendas muito atuante, com mão de obra qualificada e especializada. A Triumph investe na manutenção de estoque de peças para atender da maneira mais rápida possível seus clientes. Vamos trabalhar juntos com nosso time para manter esse alto padrão de atendimento”, conclui o executivo.

SOBRE A TRIUMPH

A Triumph Motorcycles Brazil é uma das 12 subsidiárias da empresa pelo mundo e conta com sede em São Paulo (SP) e fábrica em Manaus. A marca conta com 18 Concessionárias no Brasil nas cidades de São Paulo (SP), Campinas (SP), Ribeirão Preto (SP), São José dos Campos (SP), Porto Alegre (RS), Brasília (DF), Curitiba (PR), Belo Horizonte (MG), Rio de Janeiro (RJ), Goiânia (GO), Florianópolis (SC), João Pessoa (PB), Londrina (PR), Vitória (ES), Várzea Grande (MT), Fortaleza (CE) e, mais recentemente, Salvador (BA). A Triumph possui o portfólio mais completo do mercado entre as marcas premium, oferecendo três pilares principais de produtos: Clássica, Adventure e Roadster.

Fundada em 1902, a Triumph Motorcycles é uma empresa global, atuando diretamente em 13 países, por meio de suas filiais, e indiretamente em mais 57 mercados, através de distribuidores independentes. A Triumph é a maior fabricante britânica de motos e a marca que mais cresce no segmento acima de 500 cc nos países nos quais está presente. O faturamento mundial da empresa gira em torno de R$ 2,1 bilhões e suas vendas no varejo superam as 63.400 unidades anuais, com produção acima de 67.000 motos por ano. No mundo todo, a Triumph possui mais de 700 concessionárias e perto de 2.000 funcionários.

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Restaurante Bratten – Sabores da Europa reúne gastronomia europeia com os melhores vinhos nacionais

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Bratten – Sabores da Europa: um restaurante tranquilo, aconchegante,  com uma gastronomia de alta qualidade, uma carta de vinhos com mais de 50 rótulos – a maioria de ótimos vinhos nacionais.

O Restaurante Bratten – Sabores da Europa (www.bratten.com.br), inaugurado em dezembro do ano passado no bairro do Campo Belo, em São Paulo (SP), traz uma proposta bem diferenciada para os seus clientes. A casa é especializada em gastronomia europeia, preparando pratos, acompanhamentos, saladas, tartars, petiscos e sobremesas de muita qualidade que são tradicionais em muitos países europeus. Algumas das receitas elaboradas no Bratten são centenárias.

No cardápio, debaixo de cada item para se comer, incluindo as sobremesas, a casa indica os tipos de vinhos que melhor harmonizam com aquele produto. O curioso é que na carta de vinhos, bem diversificada, a maioria dos vinhos é brasileira – incluindo, sem dúvida, alguns dos melhores vinhos produzidos no País -, proporcionando harmonizações surpreendentes para os seus clientes. “Mas há também alguns vinhos diferenciados importados de países como Portugual, Chile, Espanha ou Itália, por exemplo, que colocamos em nossa carta para completar nossa oferta ao consumidor. São tipos de vinhos que não são produzidos no Brasil”, explica o alemão Andreas Zehe, de 53 anos, dono do Bratten. “Um bom exemplo é o tradicional vinho verde, que não existe no Brasil, e trazemos de Portugual para os nossos clientes”, acrescenta.

O cardápio do Bratten é detalhista, original, tem muitas informações, e é cheio de novidades e pratos desconhecidos para nós, brasileiros. Há uma variedade incrível de opções para o público, incluindo peixes diversos (salmão e truta, por exemplo), polvo, frango, pato, diferentes tipos de carnes (bovina, suína e cordeiro), massas, saladas, tartars e inúmeros acompanhamentos, entre muitas outras opções. A casa também oferece pratos vegetarianos, veganos e infantis (para crianças de até 12 anos). Uma das especialidades do Bratten é combinar a culinária de diferentes países europeus, entregando para seus clientes pratos prontos que não serão encontrados nem em um país, nem em outro. Dois bons exemplos dessa ousadia e criatividade são seus pratos campeões de vendas.

Um deles é o “Polvo a Galega” (R$ 84,90), de origem espanhola. É composto de polvo confitado (cozido em Azeite de Oliva Virgem, sem fritar, lentamente e a baixas temperaturas, para se atingir o ponto certo do polvo, um dos maiores segredos deste prato) servido com purê de batatas e ratatouille (uma clássica receita francesa provençal, do século XVIII, de legumes cozidos). O outro carro-chefe da cozinha do Bratten é a tradicional “Paprika Schnitzel” (R$ 49,90), um dos pratos mais consumidos na Alemanha., Trata-se de um filé mignon suíno condimentado com páprica e servido com molho levemente apimentado. Acompanha batata fritas ou spätzle (uma massa caseira feita com ovo, farinha e azeite, muito comum no sul da Alemanha, na Áustria ocidental e na Suíça).

A casa também oferece bons petiscos para acompanhar seus vinhos, cervejas ou drinks. Um exemplo é o “Arancini”, disponível em porção pequena (R$ 15,90) ou grande (R$ 27,50). São deliciosos bolinhos de arroz arbóreo, com cúrcuma, cebola e parmesão. Outra dica é o “Bitterballen”, típicos croquetes holandeses feitos de paleta, lentamente cozida e temperada com noz moscada, cebola e pimenta. Também está disponível em dois tamanhos: pequeno (R$ 15,90) e grande (R$ 27,50). Para completar as dicas, há também a porção “Currywurst” (R$ 29,90). Trata-se da autêntica salsicha de vitela com molho curry e batatas fritas. É um petisco histórico que ganhou fama em Berlim, na Alemanha, logo após o final da Segunda Guerra Mundial, devido a sua simplicidade no preparo, embora conte com ingredientes sempre frescos e seu molho seja bem elaborado.

De terça a sexta-feira, exclusivamente no horário do almoço (das 12h às 15h), a casa oferece seu “Menu Executivo”, com preços mais atrativos. O “Menu Executivo” completo sai por R$ 49,00 por pessoa, incluindo pães, três opções de entrada,  11 opções de pratos principais e cinco opções de sobremesas. É possível escolher somente o prato principal, dispensando o restante, e pagando R$ 35,00 por pessoa.

O CHARME DOS VINHOS NACIONAIS

A carta de vinhos inclui 51 rótulos (garrafas de 750 ml) e mais nove rótulos de garrafas menores (1/2 e 1/4). “São todos vinhos de qualidade. Não há nenhum vinho que esteja à venda aqui que eu não tenha provado e aprovado antes”, explica Andreas. Seus dois vinhos mais em conta (de 750 ml), que custam R$ 79,90, são o Don Guerino Malbec Rosé e o Valduga Origem Cabernet Sauvignon, ambos produzidos em vinícolas de ponta no Rio Grande do Sul. Por outro lado, o melhor vinho da casa, segundo seu proprietário, é o Pizzato DNA 99 Merlot, que custa R$ 299,00.

“É o melhor vinho produzido no Brasil atualmente. Ele tem 95 pontos na Decanter, uma revista especializada em vinhos, de grande prestígio no mundo todo, que avalia vinhos e tem como nota máxima 100”, explica ele. Além dos vinhos, a casa também oferece uma boa variedade de drinks e cervejas, incluindo várias artesanais, como a sensacional cerveja holandesa La Trappe Blond, de 750 ml (R$ 89,00).

SOBRE O CAMPO BELO

Cercado por outras regiões nobres, como Brooklin, Moema e Vila Mascote, o Campo Belo é um bairro tranquilo, predominantemente residencial, com a maioria das suas ruas calmas e arborizadas e, ao mesmo tempo, é um forte polo gastronômico da cidade – ainda muito pouco conhecido pelos moradores de outros bairros e regiões da capital. O Campo Belo reúne hoje, num espaço relativamente pequeno, separado por poucas quadras, cerca de 100 estabelecimentos gastronômicos agradáveis, divertidos, originais, intimistas, badalados, surpreendentes, curiosos, musicais, românticos, agitados, descolados, charmosos – incluindo mais de 20 bares (vários com música ao vivo), mais de 30 restaurantes de diversas nacionalidades e especialidades (de churrascarias a vegetarianos, de peruano a mexicano), pelo menos sete pizzarias e cinco hamburguerias, seis padarias sofisticadas, cafés, docerias e sorveterias. O Campo Belo tem acesso muito fácil pelas avenidas Santo Amaro, Vereador José Diniz, Jornalista Roberto Marinho e Washington Luís e ainda fica muito próximo de duas estações do metrô (Eucaliptos e Campo Belo, ambas da Linha 5 – Lilás).

Para informações sobre a gastronomia da região, acesse a página “Bares e Gastronomia do Campo Belo”:

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SERVIÇO
Restaurante Bratten – Sabores da Europa
Rua Vicente Leporace, 1060
Fone: 5096-4701

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Perfil Restaurante Bratten – Sabores da Europa

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Relacionamentos líquidos (*)

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Relacionamentos viraram uma espécie de mercadoria. Não gostou? Veio com defeito? Troque. E troque tão rápido como você quiser, pois bastam alguns comandos no seu celular para tirar uma pessoa completamente da sua vida.

Os relacionamentos amorosos estão cada vez mais descartáveis atualmente. Casais se tornam casais por um tempo cada vez menor, cada vez com menos tolerância, mais exigências e mais cobranças. As frustrações amorosas para quem está solteiro e está tentando deixar de ser crescem de maneira exponencial. O paradoxo é que, ao mesmo tempo, talvez nunca tenha sido tão fácil conhecer pessoas. Além dos locais e situações convencionais, que sempre existiram – como um bar, a fila de um supermercado, uma caminhada no parque, a academia e os colegas de trabalho ou estudo, por exemplo -, o fato é que hoje existe uma infinidade de possibilidades para quem está sozinho. Inúmeros aplicativos de paquera com diferentes perfis e voltados para públicos específicos, sites de relacionamento nos quais é possível definir exatamente que tipo de parceiro ou parceira se busca, as redes sociais cada vez mais presentes na nossa vida – tudo isso aliado à facilidade enorme de comunicação que trouxeram aplicativos como o WhatsApp, onde é possível conversar por meio de mensagens escritas ou áudios e ainda trocar fotos em questão de segundos.

Não há dúvida: nossa dificuldade não é conhecer pessoas. Pelo menos, não é apenas conhecer a pessoa certa, como reclama muita gente, após algumas doses de desilusão fuçando invenções como o Tinder ou o Happn, só para citar os mais populares aplicativos de paquera do mercado, nos quais temos uma grande chance de encontrar a maior parte dos nossos amigos, parentes, colegas de trabalho e vizinhos solteiros – e muitos casados também! Pensando por outro ângulo aparentemente bem razoável, nosso problema talvez não seja encontrar a pessoa certa, mas sim ser a pessoa certa quando encontramos alguém. A facilidade de conhecer pessoas, ou pelo menos de iniciar conversas com pessoas desconhecidas aparentemente atraentes e interessantes por meio dos recursos que a Internet nos oferece, é um dos grandes vilões que ajudam a implodir essas relações líquidas que conhecemos nos dias de hoje. Explico: sendo tão fácil conhecer pessoas, por que administrar conflitos? Por que deixar pra lá alguma diferença ou uma frase infeliz do outro? Basta deletar aquela pessoa e iniciar uma nova conversa com o próximo da lista. Não é o que a maioria faz?

O tema não é novidade, mas parece atingir níveis mais assustadores a cada dia. Em 2012, o sociólogo polonês Zygmunt Bauman, então com 87 anos e um dos intelectuais mais respeitados da época, lançava no Brasil seu livro “Amor Líquido”, de grande sucesso. Em sua obra, o autor procurava discutir porque as relações humanas estavam tão flexíveis e por que os seres humanos estavam dando mais importância a relacionamentos em “rede” (pela Internet, das mais diferentes formas, como e-mail, mensagens de texto e salas de bate-papo). Uma das conclusões é que, por ser essencialmente virtual, esse contato é mais fácil de ser encerrado, a qualquer momento. Para Bauman, nada era para durar. Bem-vindo ao futuro! Uma consequência imediata desse cenário pode ser o momento que vivemos hoje (com muito mais opções virtuais para se relacionar com as pessoas), sete anos depois, no qual as pessoas realmente parecem não saber mais como manter um relacionamento em longo prazo. Desaprenderam? Estão exigentes demais diante de tantas opções? Esse cenário sombrio não parece escolher idade, embora aconteça com mais dor nas pessoas acima dos 40 anos, normalmente divorciados (ou que pelo menos já moraram juntos com alguém durante algum tempo), pais e mães. São pessoas que, em geral, buscam de verdade um companheiro de vida. Encontram diversão, quando encontram. Nos mais jovens, dos 20 aos 30 e poucos anos, a dificuldade de namorar nos dias de hoje também existe. Mas nesta faixa etária, sempre falando de um modo geral, isso acontece com menos dor. Esse público não se incomoda tanto de se divertir com diferentes pessoas “erradas” ao longo de um mês enquanto a tal pessoa “certa” não cai do céu ou brota na tela do seu celular. Essas pessoas têm tempo para isso.

Relacionamentos viraram uma espécie de mercadoria. Não gostou? Veio com defeito? Troque. E troque tão rápido como você quiser, pois bastam alguns comandos no seu celular para tirar uma pessoa completamente da sua vida. E com mais alguns comandos, um pouquinho de paciência e uma dose de sorte, logo surge outro pretendente interessante. Interessante até que as conversas avancem um pouco. E segue o jogo. Um jogo altamente lucrativo para os proprietários dos principais aplicativos de paquera. Então, se você está solteiro e já desistiu dos aplicativos, pense de novo. Só no Tinder são mais de 9 milhões de pessoas em busca de um par e uma boa parte delas paga por isso. Assina o serviço para ter recursos extras que, na teoria, facilitam a paquera. É graças a esses serviços extras vendidos que o Tinder fatura perto de R$ 500 milhões por trimestre. Sim, a paquera é um ótimo negócio. As dificuldades que nós, os usuários, temos parece alimentar essa máquina de fazer dinheiro.

Uma contribuição para entender a dinâmica dos relacionamentos dentro do processo de coaching, seria a “casa dos relacionamentos saudáveis”, desenvolvida pelo Dr. John Gottman, que fundou o “laboratório do amor (Love Lab).  Gottman é pioneiro no uso do método científico para o estudo dos relacionamentos, se tornando um dos maiores especialistas mundiais no assunto. A casa dos relacionamentos saudáveis é composta por três níveis: sistema de amizade, de conflito e de significado. Segundo essa lógica, não há como não existir “conflitos” em um relacionamento. A diferença é a forma como cada casal irá lidar com esses conflitos. Os conflitos ocorrem por causa, sobretudo, das divergências de opiniões, divergências de personalidades e das diferenças de perfil de cada personalidade. Já no sistema da amizade, a ligação afetiva, a confiança, o companheirismo e a cumplicidade reforçam os laços do casal. Os melhores casais são grandes amigos e companheiros. E como administrar os conflitos? Sabendo quem eu sou, sabendo quem a pessoa é de verdade, sabendo do que ela gosta, sabendo do que eu gosto, sabendo que atividades ambos podem fazer juntos. A questão da “amizade” é essencial no sentido do casal saber conversar sozinho, saber se socializar, se admirar, saber buscar coisas que os dois tenham prazer em realizar. No sistema de significado, é quando existe uma vida em comum – isso acontece quando existem propósitos e significados partilhados, fortes o suficiente para que os dois se sintam motivados a imaginar um futuro juntos.

Acho que essa lógica explica boa parte do que acontece hoje entre as pessoas que acabaram de se conhecer. Elas iniciam pela amizade e quando chegam os conflitos não conseguem ir adiante justamente porque ainda não deu tempo do casal criar ou encontrar um propósito para eles estarem juntos. As relações mais duradouras, especialmente as mais antigas, seguem firmes e fortes porque as pessoas têm um propósito para estarem juntas e sabem alimentar isso no seu dia a dia com sabedoria e tolerância. Descobrir esse propósito, o mais rápido possível, é o grande desafio dos novos casais. Pode ser um jeito importante para conseguir administrar melhor os conflitos e não desistir logo de cara de algo que parecia promissor.

Particularmente, eu vejo as novas relações amorosas como startups, enquanto as relações mais antigas dos nossos pais e tios se parecem mais com as empresas tradicionais, nas quais as pessoas passavam mais tempo. Eram anos trabalhando, sem tanta pressa, esperando uma promoção que dava continuidade por mais um longo tempo à essa “relação”. Nos tempos atuais, nos quais as startups estão na moda, tudo mudou. As novas relações amorosas parecem seguir o modelo das startups, em que você precisa sempre acelerar os processos, precisa fazer diversas coisas diferentes de várias formas desde o início – e aqui eu destaco os aplicativos e as redes sociais. Hoje, o amor não é mais a consolidação do tempo. É a consolidação do momento. A deliciosa música “Amor e Sexo” (lançada em 2003), da genial Rita Lee, conta com muita poesia as diferenças entre o amor e o sexo à moda antiga, do tempo dessas empresas tradicionais que citei há pouco. Hoje em dia, o amor na era da startup não é mais o mesmo. Muitas relações “amorosas” de hoje, além de curtas, têm muito mais o perfil que Rita Lee descrevia como “sexo” na sua canção. O amor continua sendo “sorte”, como diz a canção. Cada vez mais, porém, o amor não é mais amizade. Não temos tempo para isso. É paixão mesmo.  Não é mais divino, nem é para sempre. É animal, carnaval, como pregava Rita para o sexo em sua música 16 anos atrás.

Embora tudo isso seja a nossa realidade de hoje, toda essa rapidez, essa busca interminável, essas frustrações e, principalmente, esta tecnologia toda ao redor do amor, “ainda somos os mesmos, e vivemos, como os nossos pais”, como cantava Elis Regina em “Como nossos pais”, 43 anos atrás. Isso significa que, por fora, parecemos e vivemos sim diferentes, mas por dentro ainda precisamos deixar esse mundo virtual de lado e buscar no olho no olho o conforto, a intimidade, a verdadeira descoberta sobre a outra pessoa. É no olho no olho, mesmo em tempos de amores líquidos, que podemos verdadeiramente aprofundar as relações, a amizade, o carinho. Nada substitui a conexão de dois corações em sintonia. Existem emoções e sentimentos que jamais poderão ser sentidos ou transmitidos por meio de uma tela. É este desafio que precisamos superar para que as relações voltem a ser, de fato, encontros de almas. E não encontros descartáveis, nos quais duas pessoas passam algum tempo juntas mais preocupadas em não expor seus defeitos e não encarar com maturidade e tolerância as imperfeições dos outros.

Haverá um momento inevitável em que os problemas não serão resolvidos simplesmente apertado a tecla “delete”. Quando fazemos isso apenas trocamos de problemas, ou às vezes nem isso. Trocamos só de par, com os mesmos novos velhos defeitos de sempre. Como disse no início e repito aqui, nosso problema talvez não seja encontrar a pessoa certa, mas sim ser a pessoa certa quando encontramos alguém. Desejar ter alguém, especialmente nos dias de hoje, é diferente de desejar construir um relacionamento sério. É importante termos consciência disso quando enfrentamos uma situação assim. Não há nenhum problema em ter uma relação descartável se ambos assim desejarem. Começamos a sofrer quando não admitimos ou enxergamos isso em nosso perfil. Será que estamos realmente prontos para o tal relacionamento sério? Será que nos amamos o suficiente para amarmos alguém e sermos amados na mesma intensidade?

(*) Artigo de Mari Clei Araújo, diretora da MC Coaching & Consultoria (www.mccoachingresults.com.br), cliente da g6 Comunicação.

Luca Marini vence segunda corrida consecutiva no Japão e disputa pelo título da Moto2 aumenta

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Depois de conseguir sua primeira pole na Moto2 no último sábado (dia 19), o piloto italiano Luca Marini, da equipe Sky Racing Team VR46, manteve o bom ritmo da sua vitória no GP da Tailândia, no dia 6 de outubro, e conquistou mais uma vitória no GP do Japão, no último final de semana. Foi uma chegada dramática, após as 22 voltas da corrida.

Desde o início, Marini fez o melhor uso do seu motor triplo de 765 cc da Triumph e conquistou uma pequena diferença na frente, seguido por Lorenzo Baldassarri, da Flexbox HP40, vencedor de algumas corridas no início da temporada. Enquanto isso, Thomas Luthi, da Dynavolt Intact GP, estava no comando, subindo da sétima posição logo na largada. Já o líder do campeonato, o espanhol Alex Marquez, estava preso na batalha pelo sexto lugar em sua máquina EG 0,0 Marc VDS.

Perto da metade da prova, um impetuoso Luthi ultrapassou Marini e conseguiu uma pequena vantagem, enquanto o pelotão no qual Marquez se encontrava, depois de alguns momentos difíceis, trocava de posições do quarto ao décimo colocados. Nas voltas finais, as batalhas se intensificaram e, faltando apenas três voltas para o final, a luta pela liderança recomeçou entre Luthi e Marini; e pela terceira posição, com Jorge Martin, da Red Bull KTM Ajo, buscando Baldassarri.

Com uma sincronicidade quase perfeita, com apenas duas voltas restantes, Marini fez sua jogada para cima de Luthi para conquistar a vitória, enquanto Martin passou Baldassarri para completar o pódio, o seu primeiro com o motor Triumph. Luthi agora ocupa a segunda posição no campeonato e, com Alex Marquez terminando em sexto lugar, caiu a vantagem do espanhol na liderança para 36 pontos. Apenas 14 pontos separam o segundo do quinto lugar, com 75 pontos ainda em disputa.

“Motegi costuma render grandes corridas e esta não foi exceção, uma vez que as batalhas pelos três lugares do pódio foram decididas por apenas décimos de segundo. Parabéns à Luca Marini pelas duas vitórias consecutivas com o motor Triumph. Foi um fim de semana complicado para os pilotos e as equipes, com um dia de treino classificatório interrompido pelas chuvas no sábado, como pode acontecer nesta região do Japão, mas ainda assim o tempo total de corrida foi o mais rápido da história da Moto2 nas 22 voltas disputadas, de modo que, mesmo com pista seca limitada, podemos ficar muito felizes com o desempenho do nosso motor triplo de 765 cc”, afirmou Steve Sargent, diretor de Produto da Triumph.

O motor de corrida Triumph Moto2 de 765 cc é um desenvolvimento da motocicleta de estrada Street Triple RS 765 cc, líder da sua categoria, que produz 140 cv de potência. A seguir, na categoria Moto2, teremos o GP da Austrália no próximo fim de semana, de 25 a 27 de outubro.

SOBRE A TRIUMPH

A Triumph Motorcycles Brazil é uma das 12 subsidiárias da empresa pelo mundo e conta com sede em São Paulo (SP) e fábrica em Manaus. A marca conta com 18 Concessionárias no Brasil nas cidades de São Paulo (SP), Campinas (SP), Ribeirão Preto (SP), São José dos Campos (SP), Porto Alegre (RS), Brasília (DF), Curitiba (PR), Belo Horizonte (MG), Rio de Janeiro (RJ), Goiânia (GO), Florianópolis (SC), João Pessoa (PB), Londrina (PR), Vitória (ES), Várzea Grande (MT), Fortaleza (CE) e, mais recentemente, Salvador (BA). A Triumph possui o portfólio mais completo do mercado entre as marcas premium, oferecendo três pilares principais de produtos: Clássica, Adventure e Roadster.

Fundada em 1902, a Triumph Motorcycles é uma empresa global, atuando diretamente em 13 países, por meio de suas filiais, e indiretamente em mais 57 mercados, através de distribuidores independentes. A Triumph é a maior fabricante britânica de motos e a marca que mais cresce no segmento acima de 500 cc nos países nos quais está presente. O faturamento mundial da empresa gira em torno de R$ 2,1 bilhões e suas vendas no varejo superam as 63.400 unidades anuais, com produção acima de 67.000 motos por ano. No mundo todo, a Triumph possui mais de 700 concessionárias e perto de 2.000 funcionários.

PRESS RELEASE COMPLETO:
Moto2 – GP do Japão

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g6 é a nova agência de comunicação do Restaurante Bratten – Sabores da Europa

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A g6 Comunicação anuncia, a partir de hoje, o Restaurante Bratten – Sabores da Europa (www.bratten.com.br) como seu mais novo cliente nas áreas de gastronomia e eventos. A agência será responsável pela assessoria de imprensa da casa, que está localizada na Rua Vicente Leporace, 1060, no bairro do Campo Belo, em São Paulo (SP), e também por diversas outras peças e ações de comunicação direcionadas para outros públicos, como a produção de conteúdos exclusivos para as páginas no Facebook “Bares e Gastronomia do Campo Belo” (www.facebook.com/baresegastronomiadocampobelo) e no Instagram “Diversão no Campo Belo” (@diversaonocampobelo). Ambas foram criadas e são gerenciadas pela própria g6, como uma de suas estratégias para, cada vez mais, valorizar o Campo Belo como um importante polo gastronômico na cidade.

O Restaurante Bratten – Sabores da Europa foi idealizado pelo alemão Andreas Zehe, de 53 anos, um entusiasta da culinária, com formação em Economia, pós-graduação em Finance & Accounting e um MBA em Marketing de Biotecnologia. Ele vive no Brasil há nove anos. Em dezembro do ano passado, ele decidiu abrir seu próprio restaurante. Sua proposta é extremamente diferenciada: oferecer para os brasileiros o melhor da culinária europeia, com pratos bastante tradicionais de 10 países europeus, incluindo alguns verdadeiros clássicos que já existem há centenas de anos. Apesar da vocação voltada para a gastronomia do Velho Continente, Andreas optou por trabalhar somente com os melhores vinhos brasileiros, proporcionando harmonizações surpreendentes para os seus clientes.

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