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Que tal provar em casa o Sobá, um prato bem diferente, típico da culinária de Campo Grande (MS)?

Soba à Moda de Campo Grande da chef Vanessa Carvalho: uma raridade em São Paulo.

O Sobá é o prato mais tradicional da culinária de Campo Grande, capital do Mato Grosso do Sul, daí o seu nome correto ser “Sobá à Moda de Campo Grande”. Há centenas de restaurantes especializados nele em Campo Grande, e uma indústria por trás disso – que inclui, além dos restaurantes, fabricantes artesanais de macarrão e empresas que fabricam utensílios necessários para a elaboração do prato, como um cortador manual da massa e uma espécie de “varal culinário” onde o macarrão é pendurado em tiras para não grudar uma na outra. Em resumo, é um mercado imenso, responsável pelo sustento de muita gente. Na capital paulista, por outro lado, existem apenas dois restaurantes que servem Sobás – e um deles é o Sim Sobá, criado em 2016 pela chef Vanessa Carvalho, que funciona apenas pelo Delivery ou Take Away, de sexta-feira a domingo, das 18h às 22h.

Por isso mesmo, o Sobá ainda é uma iguaria praticamente desconhecida do consumidor paulistano. E o que é um Sobá? “O Sobá é um prato elaborado com cinco componentes básicos: uma proteína (carne bovina, carne suína, frango ou shimeji), omelete, macarrão, cebolinha e um caldo com temperos”, explica a chef Vanessa. Além disso, é um prato complicado e demorado de fazer, pois tudo é elaborado artesanalmente. A casa abre de sexta a domingo, mas, já na quarta-feira, a chef Vanessa começa a produzir seu macarrão artesanal, que é servido fresco e no ponto certo todas as semanas. É uma massa diferente da que conhecemos na culinária italiana.

De origem japonesa, o Sobá ganhou fama no Brasil no Mato Grosso do Sul. A combinação de macarrão, omelete, carne de porco (na versão mais tradicional), cebolinha e um caldo com temperos típicos foi trazida para o Mato Grosso do Sul na década de 50, por Eiho Tomoyohe e, já em 2006, virou patrimônio histórico e cultural de Campo Grande. A história do Sobá caminhou com a “Feirona” de Campo Grande, fundada em 1925. No começo, eram barracas, montadas na calçada. Hoje, a Feira Central, denominada oficialmente Feira Central e Turística, ocupa a Esplanada Ferroviária, um amplo espaço coberto que reúne 200 lojas de artesanato regional e produtos hortifrutigranjeiros, onde o carro-chefe são dezenas de restaurantes especializados em Sobá. Há até uma estátua de um Sobá no local, que virou atração turística e ponto obrigatório para fotos.

O cardápio do Sim Sobá inclui seis opções de Sobá à Moda de Campo Grande: “Bovino” (R$ 40,00); Suíno (R$ 36,00); Frango (R$ 34,00); Shimeji (R$ 44,00); Vegetariano de Shimeji (R$ 44,00) e Vegano de Shimeji (R$ 46,00). Todos os Sobás levam, como tempero, um caldo especial feito com ossobuco e temperos secretos de Campo Grande, que garantem o sabor todo especial do prato. O Sobá de Shimeji é uma criação de Vanessa que deu certo em São Paulo. Na versão Vegetariana, a diferença é que o caldo de ossobuco é trocado por um caldo de legumes, também criado pela Chef. Já na versão Vegana, além desse caldo de legumes, o prato, sua massa é elaborada sem ovos e não vai omelete.

DRINKS EXCLUSIVOS COM INGREDIENTES DO MATO GROSSO DO SUL

A chef Vanessa desenvolveu uma linha exclusiva de sucos elaborados com produtos tradicionais DA cozinha de Mato Grosso do Sul. São ingredientes como capim-santo, gengibre e a erva natural utilizada numa bebida muito comum no estado, o Tereré. O resultado são combinações incríveis no sabor e muito refrescantes que remetem à rica gastronomia e cultura sul-mato-grossense.

“Minha intenção era criar uma linha de bebidas inédita, que remetesse à culinária de Campo Grande, cidade onde nasci e vivi muitos anos, para acompanhar justamente um dos pratos mais tradicionais de lá, que é o Sobá”, explica Vanessa. Para chegar aos três sucos que compõem a linha hoje, chamada de Varanda’s Drinks, a chef precisou fazer muitos testes, experimentando a combinação de diferentes ingredientes. Foram desenvolvidos três sucos naturais que integram o cardápio:

Varanda’s. É um mix de capim-santo (também conhecido como capim-cidreira) e xaropes artesanais de gengibre e limão feitos pela própria Vanessa. Custa R$ 13,00 (500 ml).
Varanda’s Tereré. Uma combinação de chá da erva utilizada na elaboração do famoso Tereré (bebida muito tradicional do Mato Grosso do Sul) e xaropes artesanais de gengibre e limão. Custa R$ 14,00 (500 ml).
Flor de Varanda’s. É elaborado com chá de canela, xarope artesanal de hibisco (também produzido pela chef Vanessa) e um toque de limão. Custa R$ 14,00 (500 ml).

SOBREMESAS TRADICIONAIS

O Sim Sobá também sobremesas que fazem sucesso na culinária de Mato Grosso do Sul:

Doce de abóbora com coco – R$ 8,00 (100 gramas)
Doce de abóbora em pedaços – R$ 6,00 (100 gramas)
Cachorrada Pantaneira – R$ 8,00 (100 gramas)
Geleia de Mocotó Pantaneira – R$ 4,00 (barra de 60 gramas)
Cocada Pantaneira – R$ 4,00 (barra de 55 gramas)

SOBRE A CHEF VANESSA CARVALHO

Nascida em Campo Grande (MS), Vanessa tem 45 anos. Ela nasceu numa família com cinco mulheres que adoram cozinhar – a mãe e quatro tias. “Em todas as reuniões e festas familiares são elas que preparam tudo”, conta Vanessa. Ela nasceu nesse ambiente gastronômico cheio de sabores e temperos e combinações intensos, uma marca da comida de Campo Grande. A mãe foi sua grande professora na cozinha. Com 5 anos ganhou de presente um jogo de panelas de verdade, e começou a aprender a cozinhar numa mini cozinha que montou no quintal.

Aos 8 anos já sabia, e bem, fazer o tradicional Arroz de Carreteiro Pantaneiro, típico do Mato Grosso do Sul, e virou a responsável pela sua preparação nos encontros familiares. Mesmo assim, não trabalhou com comida em Campo Grande (embora tenha feito um curso de Gastronomia no Senac) e, em 1996, veio morar em São Paulo. Aqui, trabalhou como modelo, foi empresária do ramo de iluminação para shows e atuou como corretora de imóveis no Campo Belo durante cerca de 13 anos. Em 2006 morou na Suíça, perto da fronteira com a Itália. Trabalhava numa empresa durante o dia e nos finais de semana fazia bicos num restaurante na cidade italiana de Lugano. Preparava pratos típicos do Brasil.

Em 2018, voltou a Campo Grande e a vontade de trabalhar com gastronomia já era forte – sobretudo depois de ver que uma amiga havia aberto um restaurante. Decidiu voltar a São Paulo e abrir um restaurante especializado em Sobá. Seus amigos, surpresos, logo perguntavam: “Sobá? Ninguém sabe o que é Sobá em São Paulo!”. A resposta dela sempre foi rápida: “Sim, Sobá”. Aliás, foi daí que surgiu o nome do restaurante Sim Sobá.

SERVIÇO

Restaurante Sim Sobá (só Delivery e Take Away)
Rua Zacarias de Góes, 1770 (Campo Belo)
Funcionamento: sexta-feira a domingo, das 18h às 22h
Fone: 2892-0527
Fone/whatsapp: 98696-5212
www.simsoba.com.br
www.facebook.com/simsoba
Instagram: @simsoba

PRESS RELEASE COMPLETO:

CARDÁPIO COMPLETO DO RESTAURANTE:

FOTOS EM ALTA RESOLUÇÃO:

Sobá: uma iguaria de Campo Grande (MS) que exige muita experiência e tempo para o seu preparo

Chef Vanessa Carvalho preparando seu Sobá à Moda de Campo Grande

Prato tradicional de Campo Grande (MS), o Sobá não é rápido e nem fácil de fazer. “Pelo contrário, é uma iguaria que exige experiência, tempo e habilidade no seu preparo”, explica a chef Vanessa Carvalho, que comanda o restaurante especializado nessa culinária, o Sim Sobá, instalado na capital paulista. O Sobá é composto por cinco componentes básicos: uma proteína (carne bovina, carne suína, frango ou shimeji), omelete, macarrão, cebolinha e um caldo com temperos. Confira, basicamente, como cada um deles é elaborado:

Proteínas. Entre as carnes, são utilizadas alcatra (carne bovina), filé mignon suíno e peito de frango. Tudo é comprado em peças, filetado pela chef, separado e porcionado em 120 gramas, que são colocadas em saquinhos plásticos selados. Tudo isso leva pelo menos duas horas de trabalho para atender em torno de 50 Sobás . Elas são cozidas na hora, com diversos temperos (secretos!), como o shoyo, levando entre dois e três minutos para ficarem no ponto. Nos sabores de frango ou suíno, a preparação é finalizada com óleo de gergelim. Enquanto isso, outro funcionário vai montando o prato do Sobá com os demais ingredientes. A proteína chega por último.

Omelete. Cada prato de Sobá vem com 40 gramas de omelete, elaborada com cerca de 1,5 ovo, sal e maisena. Aqui, o maior desafio é preparar a omelete no ponto exato: bem fininha e naquele tom amarelo claro tentador. A omelete sai pronta da frigideira em peças únicas, que são enroladas com cuidado e, a seguir, fatiadas. Esse trabalho leva em torno de uma hora, para 50 pratos, e é realizado na própria sexta-feira, durante o dia, para atender os clientes durante todo o final de semana. A omelete não pode ser congelada, nem dura até a outra semana em caso de sobras.

Cebolinha. A cebolinha é lavada, cortada nas extremidades e colocada em pé para secar e, também, para escorrer o caule interno. No final, ela fica bem seca, o que garante um sabor mais agradável, mais frescor e durabilidade superior. Depois de secas, são fatiadas finamente. Esse trabalho, que leva cerca de uma hora e acontece também na sexta-feira, para atender a demanda de todo o final de semana. Cada prato tem 15 gramas de cebolinha.

Macarrão. É a parte mais complicada, pois o autêntico Sobá à Moda de Campo Grande é feito com uma massa especial, caseira, diferente da que conhecemos na culinária italiana. Normalmente a massa é elaborada entre quarta-feira à noite e quinta-feira de manhã. A massa feita numa semana não serve para a próxima semana e não pode ser congelada. Para preparar sua massa, a chef Vanessa utiliza farinha, ovo, sal, água e dois segredinhos especiais que ela prefere não revelar. Quando isso vira uma massa compacta, ela é cortada em fatias grossas que, então, são passadas no cilindro e depois por um cortador manual (que só é vendido em Campo Grande) de onde saem já no formato final, em tirar finas e achatadas. Esse produto é colocado então em um “varal” culinário, para não estragar o formato grudando uma na outra, e logo é cozido numa panela com água e sal durante 5 a 7 minutos. Depois de escorrido, vai para o resfriamento imediatamente para que a massa não continue cozinhando com seu próprio calor e, em seguida, como as proteínas, é porcionada e embalada. Cada Sobá vem com 200 gramas de massa. Para se planejar para servir 50 Sobás, Vanessa precisa produzir 10 kg de macarrão, portanto – o que significa cerca de 5 horas de trabalho, no mínimo.

Caldo de ossobuco. Boa parte do sabor maravilhoso do Sobá vem do caldo de ossobuco preparado pela chef. Cada Sobá leva 350 ml deste caldo, que é entregue separado para o cliente colocar dentro do prato somente na hora de consumir. O caldo dá sabor e também aquece o prato (se o caldo estiver frio, pode ser aquecido no forno de microondas antes). O caldo é preparado com ossobuco e aparas das carnes bovinas e suínas e do frango. Essas carnes são cozidas por horas, para perderem toda a sua gordura, depois são acrescidos itens como caldo de Mocotó, temperos especiais de Mato Grosso do Sul (secretos), shoyu e hondashi (tempero japonês tradicional). A carne derrete e vira um caldo maravilhoso, mas leva tempo. São dois dias, ou cerca e 16 horas no total, para preparar o caldo de ossobuco.

RESTAURANTE FUNCIONA TODOS OS FINAIS DE SEMANA PELO DELIVERY

O restaurante funciona de sexta-feira a domingo, todas as semanas, das 18h às 22h, pelos serviços Delivery e Take Away. A casa conta com serviço próprio de entregas. Os pedidos podem ser feitos nos telefones abaixo. Se o cliente preferir, ele pode fazer seu pedido pelas plataformas iFood e Rappi, mas os preços serão um pouco superiores nestes aplicativos.

CARDÁPIO

Sobá Bovino – R$ 40,00
Sobá Suíno – R$ 36,00
Sobá de Frango – R$ 34,00
Sobá de Shimeji – R$ 44,00
Sobá Vegetariano (Shimeji) – R$ 44,00 (caldo de legumes)
Sobá Vegano (Shimeji) – R$ 46,00 (caldo de legumes, massa sem ovos e sem omelete)

SERVIÇO

Restaurante Sim Sobá
Rua Zacarias de Góes, 1770
Fone: 2892-0527
Fone/whatsapp: 98696-5212
Funcionamento: todas as sextas, sábados e domingos
Horário: das 18h às 22h
Pedidos pelos telefones ou pelas plataformas iFood e Rappi

SOBRE A CHEF VANESSA CARVALHO

Nascidaem Campo Grande (MS), Vanessa tem 45 anos. Ela nasceu numa família com cinco mulheres que adoram cozinhar – a mãe e quatro tias. “Em todas as reuniões e festas familiares são elas que preparam tudo”, conta Vanessa. Ela nasceu nesse ambiente gastronômico cheio de sabores e temperos e combinações intensos, uma marca da comida de Campo Grande. A mãe foi sua grande professora na cozinha. Com 5 anos ganhou de presente um jogo de panelas de verdade, e começou a aprender a cozinhar numa mini cozinha que montou no quintal.

Aos 8 anos já sabia, e bem, fazer o tradicional Arroz de Carreteiro Pantaneiro, típico do Mato Grosso do Sul, e virou a responsável pela sua preparação nos encontros familiares. Mesmo assim, não trabalhou com comida em Campo Grande (embora tenha feito um curso de Gastronomia no Senac) e, em 1996, veio morar em São Paulo. Aqui, trabalhou como modelo, foi empresária do ramo de iluminação para shows e atuou como corretora de imóveis no Campo Belo durante cerca de 13 anos. Em 2006 morou na Suíça, perto da fronteira com a Itália. Trabalhava numa empresa durante o dia e nos finais de semana fazia bicos num restaurante na cidade italiana de Lugano. Preparava pratos típicos do Brasil.

Em 2018, voltou a Campo Grande e a vontade de trabalhar com gastronomia já era forte – sobretudo depois de ver que uma amiga havia aberto um restaurante. Decidiu voltar a São Paulo e abrir um restaurante especializado em Sobá. Seus amigos, surpresos, logo perguntavam: “Sobá? Ninguém sabe o que é Sobá em São Paulo!”. A resposta dela sempre foi rápida: “Sim, Sobá”. Aliás, foi daí que surgiu o nome do restaurante Sim Sobá.

FOTOS EM ALTA RESOLUÇÃO:

Restaurante Sim Sobá oferece sucos exclusivos criados com ingredientes tradicionais na culinária de Mato Grosso do Sul

Varanda’s: um mix de capim-santo (também conhecido como capim-cidreira) e xaropes artesanais de gengibre e limão feitos pela própria chef Vanessa Carvalho. São bebidas que combinam muito bem com o Sobá, especialidade da casa.

A chef Vanessa Carvalho, que comanda o restaurante Sim Sobá, desenvolveu uma linha exclusiva de sucos elaborados com produtos tradicionais na cozinha de Mato Grosso do Sul. São ingredientes como capim-santo, gengibre e a erva natural utilizada numa bebida muito comum no estado, o Tereré. O resultado são combinações incríveis no sabor e muito refrescantes que remetem à rica gastronomia e cultura sul-mato-grossense.

“Minha intenção era criar uma linha de bebidas inédita, que remetesse à culinária de Campo Grande, cidade onde nasci e vivi muitos anos, para acompanhar justamente um dos pratos mais tradicionais de lá, que é o Sobá”, explica Vanessa Carvalho. Para chegar aos três sucos que compõem a linha hoje, chamada de Varanda’s Drinks, a chef precisou fazer muitos testes, experimentando a combinação de diferentes ingredientes. Como resultado, foram desenvolvidos três sucos naturais que integram o cardápio da casa:

Varanda’s. É um mix de capim-santo (também conhecido como capim-cidreira) e xaropes artesanais de gengibre e limão feitos pela própria Vanessa. Custa R$ 13,00 (300 ml).

Varanda’s Tereré. Uma combinação de chá da erva utilizada na elaboração do famoso Tereré (bebida muito tradicional do Mato Grosso do Sul) e xaropes artesanais de gengibre e limão. Custa R$ 14,00 (300 ml).

Flor de Varanda’s. É elaborada com chá de canela, xarope artesanal de hibisco (também produzido pela chef Vanessa) e um toque de limão. Custa R$ 14,00 (300 ml).

Os três drinks harmonizam muito bem com o Sobá à Moda de Campo Grande, elaborado com capricho pela chef. O Sobá é um dos pratos mais populares de Campo Grande, com centenas de restaurantes atendendo ao público da cidade.

SOBÁ À MODA DE CAMPO GRANDE

De origem japonesa, o Sobá ganhou fama e virou tradição no Campo Grande. O prato é uma combinação de macarrão (artesanal e diferente do que conhecemos na culinária italiana), omelete fatiada, cebolinha e uma proteína, que pode ser carne bovina, carne suína, frango ou shimeji. Além disso, o toque especial que dá um sabor muito especial ao prato no Sim Sobá é um caldo feito com ossobuco e temperos típicos de MS (há alguns segredos nesta receita da chef).

No Sobá de Shimeji, além da versão “normal”, com caldo de ossobuco, há mais duas opções: o “Vegetariano”, com um caldo à base de legumes, e o “Vegano”, também com o caldo de legumes e ainda não conta com omelete e sua massa é elaborada sem ovos.

CARDÁPIO DO SIM SOBÁ

Sobá Bovino – R$ 40,00
Sobá Suíno – R$ 36,00
Sobá de Frango – R$ 34,00
Sobá de Shimeji – R$ 44,00
Sobá Vegetariano (Shimeji) – R$ 44,00
Sobá Vegano (Shimeji) – R$ 46,00
Suco Varanda’s – R$ 13,00 (300 ml)
Suco Varanda’s Tereré – R$ 14,00 (300 ml)
Suco Flor de Varanda’s – R$ 14,00 (300 ml)

SERVIÇO

Restaurante Sim Sobá
Rua Zacarias de Góis, 1770
Fone: 2892-0527
Fone/whatsapp: 98696-5212
Bairro do Campo Belo – São Paulo (SP)
Funciona de sexta a domingo, apenas pelo Delivery.
Horário: 18h às 22h

SOBRE A CHEF VANESSA CARVALHO

Nascida em Campo Grande (MS), Vanessa tem 45 anos. Ela nasceu numa família com cinco mulheres que adoram cozinhar – a mãe e quatro tias. “Em todas as reuniões e festas familiares são elas que preparam tudo”, conta Vanessa. Ela nasceu nesse ambiente gastronômico cheio de sabores e temperos e combinações intensos, uma marca da comida de Campo Grande. A mãe foi sua grande professora na cozinha. Com 5 anos ganhou de presente um jogo de panelas de verdade, e começou a aprender a cozinhar numa mini cozinha que montou no quintal.

Aos 8 anos já sabia, e bem, fazer o tradicional Arroz de Carreteiro Pantaneiro, típico do Mato Grosso do Sul, e virou a responsável pela sua preparação nos encontros familiares. Mesmo assim, não trabalhou com comida em Campo Grande (embora tenha feito um curso de Gastronomia no Senac) e, em 1996, veio morar em São Paulo. Aqui, trabalhou como modelo, foi empresária do ramo de iluminação para shows e atuou como corretora de imóveis no Campo Belo durante cerca de 13 anos. Em 2006 morou na Suíça, perto da fronteira com a Itália. Trabalhava numa empresa durante o dia e nos finais de semana fazia bicos num restaurante na cidade italiana de Lugano. Preparava pratos típicos do Brasil.

Em 2016, voltou a Campo Grande e a vontade de trabalhar com gastronomia já era forte – sobretudo depois de ver que uma amiga havia aberto um restaurante. Decidiu voltar a São Paulo e abrir um restaurante especializado em Sobá. Seus amigos, surpresos, logo perguntavam: “Sobá? Ninguém sabe o que é Sobá em São Paulo!”. A resposta dela sempre foi rápida: “Sim, Sobá”. Aliás, foi daí que surgiu o nome do restaurante Sim Sobá.

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Com criatividade e ousadia, gastronomia do Campo Belo segue enfrentando a crise

O Campo Belo reúne hoje mais de 100 estabelecimentos gastronômicos agradáveis, divertidos, originais, intimistas, badalados, surpreendentes, curiosos, musicais, românticos, agitados, descolados, charmosos e até culturais. O bairro tem ótimos bares, restaurantes de diversas nacionalidades e especialidades (de churrascaria a vegetariano, de peruano a mexicano), pizzarias, hamburguerias, padarias sofisticadas, cafés, docerias e sorveterias. É impossível não comer bem no Campo Belo. Durante a pandemia, muitos estabelecimentos foram obrigados a realizar mudanças importantes em suas atividades para enfrentarem essa fase, ao mesmo tempo em que novos negócios surgiram, parcerias foram aceleradas e investimentos foram efetuados. Alguns negócios crescerem justamente por causa da pandemia. Confira algumas dessas histórias que estão dando certo na região:

O TAL DO CONGELADO. Loja especializada em comida congelada, criada em 2019, pela dentista Fernanda Micelli, de 44 anos. A primeira unidade foi aberta em setembro, em Moema, e já em novembro foi inaugurada a filial do Campo Belo. A casa oferece mais de 300 itens, entre pratos, tortas, panquecas, pizzas, pães, sopas, massas, molhos, salgados, carnes, peixes, frangos, acompanhamentos, sucos, doces, legumes e produtos vegetarianos e low carb. No início de março, antes da pandemia, 20% das vendas vinha do delivery e 80% eram vendas presenciais nas lojas. Toda a tecnologia necessária para desenvolver as vendas no delivery ainda engatinhava, e isso também impedia uma evolução das vendas. Na segunda quinzena de março, com a pandemia, as duas lojas foram fechadas. “Ficamos assustados e resolvemos fechar preventivamente por segurança, inclusive para proteger nossos funcionários. A loja de Moema ficou 20 dias fechada, enquanto o ponto do Campo Belo só voltou a atender ao público no dia 8 de maio. “Nosso grande desafio, nesse período, foi criar em tempo recorde um cardápio completo digital, com fotos de todos os produtos e com os recursos tecnológicos necessários para que a venda online decolasse”, diz Fernanda. Deu certo. As vendas pelo delivery começaram a crescer e já representam 60% do faturamento. O faturamento também cresceu cerca de 60% em relação ao que era até fevereiro. A pandemia favoreceu o negócio de O Tal do Congelado a ponto de uma terceira loja ter sido criada, no Planalto Paulista, em agosto. “A comida congelada atual é muito boa. Tem a mesma qualidade e sabor da comida feita na hora, mas muita gente ainda tinha preconceito, comparando os produtos atuais com a comida congelada do passado. Com a pandemia e muitos restaurantes fechados, parte do público resolveu experimentar o congelado. E aprovou”, acrescenta Fernanda.

ARTESANAL PÃES. Essa é a história da veterinária Bia Gualberto e do fotógrafo Túlio Vidal, ambos com 35 anos, um casal que mora no Campo Belo. Eles criaram a Artesanal Pães no meio da pandemia. Bia, que não gosta de cozinhar, trabalha com exames laboratoriais para pets e não foi afetada, profissionalmente, pelo isolamento social. Túlio, apaixonado pela cozinha, é fotógrafo corporativo e gastronômico. Com a crise, os trabalhos sumiram. E ele começou a ficar em casa. Foi quando passou a se dedicar mais à gastronomia e, em especial, à produção de pães artesanais, um hobby eventual desde o ano passado. Com tempo para estudar e experimentar, seus pães foram ficando cada vez melhores. No início, eram presentes para amigos e vizinhos, com cartõezinhos com mensagens positivas que ajudavam a melhorar o ânimo das pessoas durante a pandemia. Mas o pessoal gostou, começou a fazer encomendas, recomendar para amigos e a demanda foi aumentando. Em maio, o casal resolveu investir pra valer no negócio, comprando um forno profissional e uma massadeira (batedeira especial para massas de pães). “Temos uma padaria dentro de casa, com produção crescendo, e estamos em um momento de muita união, como casal, porque estamos trabalhando em um objetivo comum, uma coisa que sempre sentimos falta. Juntos, estamos realizando um grande sonho que já tem feito muito bem para a nossa família”, conta Bia. A Artesanal começou a operar em abril e, desde então, suas vendas, crescem a cada mês passando de menos de 100 unidades em abril para mais de 400 pães no mês passado, e com as encomendas aumentando em agosto – boa parte disso são de pães de fermentação natural, que deram início ao negócio. Todas as vendas foram realizadas pelo delivery, graças à divulgação de amigos e pelas redes sociais.  O próximo passo já está decidido: o casal vai montar um food truck numa Kombi, especializado em pães artesanais. “E esperamos daqui uns meses abrir uma pequena loja para atender o público aqui no Campo Belo”, afirma Bia.

NO PORTO ESPAÇO LOUNGE. Este é um projeto arrojado que nasceu no final de 2019 e cujas obras de construção vêm sendo tocadas mesmo durante a pandemia. Quatro sócios estão criando um inédito boulevard no Campo Belo, chamado No Porto Espaço Lounge, com 500 m² de área total, que terá um bar próprio desses quatro sócios – o nome do bar é No Porto. Além disso, já foram comercializados espaços para outros estabelecimentos comerciais – três restaurantes, um café, uma tabacaria, uma loja de roupas femininas, uma loja de cosméticos, um atelier de arte e uma casa de carnes. Tudo já vendido, e com contrato assinado. Todos estes estabelecimentos serão montados em containers (iguais aqueles dos portos, daí o nome do local), num espaço pet friendly, com muito verde, áreas de convívio, hortas coletivas abertas aos clientes, espaço kids que prioriza a natureza e tudo dentro de um conceito sustentável. A ideia é ter música ao vivo no local durante as tardes, nos finais de semana. Dois terços do espaço serão abertos, ao ar livre. Eles querem oferecer aos clientes a comodidade de se divertir com a família como se estivessem no “quintal de casa”. A inauguração está confirmada para o primeiro final de semana de outubro, se os números da pandemia na cidade continuarem em queda.

BAR BLUES BEER. Especializado em chopes e cervejas artesanais, o bar foi obrigado a fechar em março, com a quarentena, e só reabriu em julho. A única alternativa da casa foi investir no delivery, pelo menos para pagar parcialmente as despesas mensais, incluindo 10 funcionários – nenhum foi demitido! O bar apostou na proposta do chope delivery. A ideia era mostrar para o público, por meio das redes sociais, que não era preciso esperar o final da quarentena para tomar um chope fresco de alta qualidade.  Era possível fazer isso naquele momento, dentro de casa. O bar mantinha uma oferta de 15 rótulos diferentes todos os dias, disponíveis pelo serviço de entrega. O chope era entregue, principalmente, em latas de 1 litro, as chamadas crowlers. Os chopes são enlatados na hora em um recipiente de alumínio e a vedação é feita por uma máquina que comprime e lacra a tampa, retirando o oxigênio do frasco. Além da praticidade da embalagem, que é descartável, o material bloqueia a luz e conserva melhor as propriedades da bebida. Uma lata dessas, fechada, tem validade de até 20 dias. Com a divulgação, as vendas de chope pelo delivery cresceram a atingiram cerca de 25% do faturamento da casa – era o suficiente, pelo menos, para manter o negócio vivo e não demitir funcionários.

DONA NANÁ GASTRONOMIA MINEIRA. Inaugurado em 2016, este restaurante especializado na gastronomia mineira atendia entre 120 e 180 pessoas por dia, no almoço, até o início da pandemia. Trabalhavam pelo sistema buffet, com grande variedade de pratos e sobremesas por um preço fixo por pessoa. Fazia sucesso. A casa fechou em 19 de março. E assim permaneceu até 30 de maio. “Pensamos muito e então resolvemos adaptar o restaurante para o atendimento delivery”, explica Rosely Sena, uma das sócias. Um dos desafios foi criar um cardápio com pratos definidos, montando combinações e acompanhamentos. Outro desafio foi encontrar embalagens sustentáveis, uma exigência dos próprios sócios. E conseguiram: seus pratos são entregues em embalagens italianas que podem ser reaproveitadas. Entre 30 de maio e 10 de julho, quando puderam voltar a atender o público no local, seu faturamento pelo delivery já chegava a 24% do normal até fevereiro. Com a reabertura, dobraram o número de pratos, para atender um público que estava acostumado com a variedade que o seu buffet tradicional oferecia. Tiveram também de comprar novas louças artesanais para servir seus pratos, pois o conceito do restaurante havia mudado e a apresentação de cada prato passava a ser um novo atrativo. Hoje, estão faturando quase metade do que conseguiam até fevereiro, e tudo indica que esse número vai continuar crescendo. Sexta-feira passada criaram outra novidade: passaram a atender também no jantar de quinta a sábado. Nunca haviam aberto à noite antes da pandemia. Com coragem, criatividade, mudanças e muito trabalho, o restaurante mostra força e competência para continuar crescendo.

PIZZARIA AUTENTICO GUSTO. Esta pequena pizzaria com unidades no Campo Belo e em Pinheiros, especializada em boas pizzas napolitanas, já tinha o delivery em funcionamento quando veio a pandemia. Cerca de 30% do seu faturamento era gerado com esse serviço e os 70% restantes vinham dos salões das duas lojas. Com o fechamento do restaurante ao público, o delivery cresceu – chegando a cerca de 70% do total que a pizzaria faturava antes. Hoje, com a pizzaria novamente aberta ao público, o faturamento voltou ao normal, mas a proporção delivery/salão mudou totalmente. Cerca de 70% das vendas vêm pelas entregas, e apenas 30% é de consumo no local. Outra curiosidade desta casa, na unidade do Campo Belo, é uma parceria inusitada com o Boteco Vai de Vinho, vizinho de muro. É possível pedir uma pizza dentro do boteco ou um vinho dentro da pizzaria, falando diretamente com os garçons do vizinho. É muito comum encontrar os clientes do Vai de Vinho tomando seu vinho junto com uma pizza da pizzaria do lado. É uma parceria que estimula os dois negócios.

BENJAMIM BOTEQUIM. Um dos bares mais tradicionais do Campo Belo, o Benjamim Botequim fechou as portas para o público no dia 19 de março e só reabriu em 9 de julho. O que foi feito neste período? O jeito que sua proprietária, Aniella Vaz, conseguiu pra gerar algum faturamento foi criar um serviço delivery de vinhos e bebidas destiladas. Os pedidos e divulgações eram feitos pelas redes sociais da própria Aniella e também do bar. Ela conseguia oferecer bebidas a preços competitivos (e até inferiores) aos praticados nos supermercados. As entregas eram feitas no Campo Belo e nos bairros vizinhos, como Moema, Brooklin e Vila Mascote, pela própria Aniella. Ela conta que conseguiu atingir com este serviço, em média, um faturamento mensal em torno de 10% do seu volume habitual, antes da pandemia. “Ajudou muito a pagar algumas contas, pois chegamos a pensar até em fechar o bar em um determinado momento”, afirma.

LAZY CAFÉ. Uma casa especializada em cafés da manhã, o que é novidade no bairro, mas que também serve boas refeições – esse é o perfil do Lazy Café. O contrato de locação do imóvel foi assinado em 28 de fevereiro e o plano inicial era inaugurar o local logo no início de abril. Mas, no meio do caminho, com a casa em obras, veio a pandemia, e o planejamento foi alterado. O Lazy Café começou a funcionar, apenas pelo delivery, no dia 30 de maio. O casal Viviane Civalsci e Thiago Civalsci, sócios no empreendimento, dividem as funções, por enquanto sem outros funcionários. Suas opções de café de manhã seguem o estilo americano, mas com foco na comida saudável, com ingredientes orgânicos e de qualidade. Thiago, o chef, tem experiência internacional – trabalhou em um restaurante na Austrália, cuja culinária diversificada também serve de inspiração para algumas de suas criações. Hoje, quase todo o faturamento deles vem do delivery. “Só com as entregas, já estamos atingindo cerca de 50% do faturamento previsto no nosso plano inicial de negócios”, afirma Viviane. A casa tem capacidade para 24 pessoas, mas com o distanciamento exigido pela Prefeitura, só pode atender 14. O movimento presencial está muito fraco ainda. “Nosso produto é diferente. O estilo de café da manhã que oferecemos remete a viagens. O público ainda está aprendendo a conhecer a nossa proposta, mas estamos muito felizes. Está valendo super a pena, mesmo com as dificuldades”, conclui Viviane.

Para obter mais informações sobre a gastronomia da região, acesse as páginas “Gastronomia do Campo Belo” no Facebook (www.facebook.com/gastronomiadocampobelo) e no Instagram (@gastronomiadocampobelo).

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Gastronomia durante a pandemia

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Bar Blues Beer entrega chope fresco a domicílio durante a quarentena

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Crowlers: latas de um litro com o chope fresco e artesanal da sua preferência.

Você não precisa esperar o final da quarentena contra o coronavírus para tomar um chope fresco de alta qualidade. Você pode fazer isso neste final de semana na segurança e conforto da sua casa. O Bar Blues Beer, que fica no Campo Belo e é referência em variedade e qualidade de chopes e cervejas especiais, está operando pelo sistema Delivery. Você pode escolher o chope de sua preferência e ele será entregue na sua casa em latas de 1 litro, as chamadas crowlers. Os chopes são enlatados na hora em um recipiente de alumínio e a vedação é feita por uma máquina que comprime e lacra a tampa, retirando o oxigênio do frasco. Além da praticidade da embalagem, que é descartável, o material bloqueia a luz e conserva melhor as propriedades da bebida. Uma lata dessas, fechada, tem validade de até 20 dias. Hoje, a casa conta com 15 opções de chopes, entre nacionais e importados, com preços entre R$ 29,00 e R$ 85,50 cada lata de um litro. Os pedidos podem ser feitos pelos whatsapp 99197-1990 e 94710-2088 ou pelo iFood. Escolha o seu preferido:

ELVIS JUICE. Fabricada na Escócia pela marca BrewDog, é uma American IPA (India Pale Ale), um estilo que veio da Inglaterra. São cervejas amargas devido à concentração de lúpulos, muito aromáticas, refrescantes e fáceis de beber. No caso da Elvis Juice, é uma cerveja escura que leva na receita casca de Grapefruit. E apresenta nos aromas e sabores uma base de malte caramelo com notas cítricas, floral, levemente picante, além do amargor característico do seu estilo. R$ 60,00.

BELHAVEN BLACK. Também escocesa, é feita a partir de um blend de três tipos de malte escocês. É uma cerveja preta, de espuma super cremosa. Com notas torradas e delicioso aroma de café e chocolate, tem apenas 4,2% de teor alcoólico. R$ 50,00.

HOBGOBLIN. Cerveja inglesa fabricada pela Wychwood. É produzida com maltes Pale, Chocolate e Crystal e adição de lúpulos English Fuggles e Styrian Goldings. Seus aromas e sabores lembram caramelo, chocolate, notas herbais e levemente frutadas. R$ 55,00.

APA. Cerveja nacional, produzida pela Unicorn, com as características típicas de uma cerveja APA (American Pale Ale), um tipo de cerveja criada nos Estados Unidos, com teor alcoólico em torno de 5% e boa quantidade de lúpulo, o que a torna mais amarga. Esta APA também possui notas de frutas cítricas, principalmente toranja. O toque de caramelo trazido pelo malte equilibra o amargor médio. R$ 39,00.

DELIRIUM RED. É produzida na Bélgica, com cerejas, apresentando um aroma frutado, suave, com notas de amêndoas e cerejas. Tem 30% de suco de frutas vermelhas. R$ 85,50.

CROWN 13 GUAVA SOUR. Outra cerveja brasileira, da Perro Libre. É feita com uma base de Berliner Weisse (um tipo de cerveja alemã turva, ácida e branca) com adição de goiaba, hibisco e aveia, bem refrescante. R$ 34,00.

JUANITO. Feita em Atibaia (SP), pela cervejaria Los Compadres. É uma Weissbier, uma cerveja de trigo clara, de alta fermentação, refrescante, elaborada conforme a tradição alemã com uma base de malte de trigo. Apresenta acidez leve e aromas que remetem à banana e ao cravo, provenientes da levedura. R$ 36,00.

LURDES. É uma cerveja do tipo IPA, feita pela cervejaria Mental Moon em São Paulo. Reúne lúpulos Mosaic e Galaxy sobre uma sutil camada de maltes de cevada e trigo. É perfumada e traz um nível de amargor viciante. R$ 50,00.

HEINEKEN. Com mais de 140 anos de história, é uma cerveja de origem holandesa com fábrica no Paraná. Tem coloração dourada, sabor frutado, intenso, marcante e refrescante. Puro Malte. R$ 32,00.

BOSQUE. É uma American Wild Ale, a tradicional cerveja selvagem americana. Produzida em Belém pela cervejaria Evil Tribe, traz em sua receita açaí, tapioca e pitaya. Tem coloração em tons avermelhados. No aroma, notas cítricas provenientes da acidificação por lactobacilos plantarum (a principal característica das cervejas American Wild Ale). Leve e refrescante. R$ 45,00.

CAMALE RED IPA. Cerveja IPA, feita em São Paulo. Tem coloração cobre avermelhada, aroma eletrizante de lúpulo cítrico e amargor nervoso. Essas características fazem dela uma cerveja forte e com muita personalidade. R$ 47,00.

BALTIKA 7. É uma cerveja clara, leve e muito refrescante produzida na Rússia. No aroma, presença mais nítida do lúpulo. No sabor, o malte se sobressai e seu amargor é muito discreto. R$ 29,00.

DON DRINO. Produzida em Valinhos pela marca Mafiosa, é uma IPA “old school” com base maltada bastante presente, equilibrando o amargor do lúpulo. Ela apresenta aroma intenso de lúpulos americanos, lembrando frutas cítricas e tropicais e um leve toque do malte com caramelo também aparece no final. Amargor médio-alto. R$ 52,00.

FACES DE UNA SENSACION. Produzida em São Paulo pela cervejaria Juan Caloto, é uma IPA elaborada com quatro grãos e quatro lúpulos diferentes de perfis complexos e que trazem muita intensidade de aroma. Essa combinação resulta em uma explosão de frutas amarelas maduras, cítricas e refrescantes que lembrará uma verdadeira salada de frutas em forma de cerveja. Tem um amargor suave. R$ 60,00.

VEDETT EXTRA WHITE. Produzida pela cervejaria Duvel Moortgat, na Bélgica. É uma típica Witbier, um estilo de cerveja belga de trigo, temperada com sementes de coentro e cascas de laranja. Em sua receita, frutas cítricas, como o limão siciliano e a laranja. Além de ser muito refrescante, possui uma acidez moderada. R$ 38,00.

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Variedade e qualidade das sobremesas caseiras: um dos diferenciais do restaurante Dona Naná Gastronomia Mineira

Pudim de Leite

O restaurante Dona Naná Gastronomia Mineira, especializado na culinária mineira e destaque da gastronomia do bairro do Campo Belo, em São Paulo (SP), tem entre seus principais diferenciais uma grande variedade e quantidade de sobremesas caseiras deliciosas, servidas diariamente em seu buffet. Todos os dias, seus clientes podem escolher e repetir à vontade de seis a 10 sobremesas diferentes, incluindo seu imperdível “Pudim de Leite”, a única opção que é possível provar todos os dias, devido ao seu sucesso entre os clientes.

A mesa de sobremesas do Dona Naná segue o estilo mineiro, com delícias caseiras típicas da região, mas também populares em São Paulo e outras regiões do Brasil. Além do tradicional “Pudim de Leite”, vale destacar opções como “Doce de Abóbora”, “Figo em Calda”, “Ambrosia”, “Doce de Leite”, “Romeu e Julieta”, “Quindim”, “Doce de Jaca”, “Torta de Limão”, “Bolo de Laranja”, “Doce de Melancia” e “Paçoca de Amendoim”, entre várias outras – no total, a casa prepara semanalmente mais de 30 tipos de sobremesas.

“Sabemos que muitos clientes vêm ao nosso restaurante atraídos pela variedade e qualidade das nossas sobremesas. Nosso diferencial é trabalhar com produtos de primeira linha e produzir tudo artesanalmente, aqui dentro mesmo, como nossas mães, avós e tias faziam com muito amor em suas casas. Muitos clientes comentam que provar nossos doces faz com eles se lembrem com alegria de bons momentos da sua infância. Esse é o nosso objetivo”, explica Rosely Sena, sócia do Dona Naná.

A casa conta com um profissional especializado exclusivo, um chef Garde Manger. É ele quem zela pela qualidade de cada sobremesa. Há, também, um cuidado muito especial na compra dos ingredientes, como a jaca, uma fruta bem difícil de se encontrar no ponto certo para virar sobremesa. O restaurante ainda capricha nos detalhes, apesar da proposta de servir sobremesas caseiras. A “Paçoca de Amendoim”, por exemplo, uma das opções que faz mais sucesso entre o público, é servida em diferentes formatos – incluindo rolhas de vinho, bolinhas, rolinhos e até moedas.

Todo esse cuidado vem dando bons resultados. Para se ter ideia, a casa serve, por semana, cerca de 27 “Pudins de Leite”, com peso médio de 2,5 kg cada um. São, portanto, 270 kg de pudim por mês, a sobremesa “queridinha” do público fiel que frequenta o Dona Naná. “Este sucesso deve-se ao fato de seguirmos, rigorosamente, a receita original e tradicional do ‘Pudim de Leite’, sem alterar itens para reduzir custos, por exemplo”, explica Rosely.

 SOBRE O DONA NANÁ GASTRONOMIA MINEIRA

 O restaurante Dona Naná funciona todos os dias, na hora do almoço, sempre no sistema de buffet. Nas quartas e sábados, este buffet ganha a companhia de cumbucas com uma feijoada de qualidade, ao lado de, aproximadamente, mais 30 pratos quentes e outros 20 frios, além das sobremesas. Itens como “Feijão Tropeiro”, “Tutu de Feijão” e “Angu” ou “Polenta” são servidos todos os dias. Nos sábados, normalmente também são servidas delícias como “Cupim Assado na Cerveja”, “Flores de Galeto com Molho de Cebola”, “Escondidinho de Mandioca” e até “Espaguete”. Já nos domingos, o buffet ganha algumas opções ainda mais especiais, como “Rabada com Agrião”, “Costelinha na Rapadura”, “Língua no Molho de Vinho” e “Fraldinha na Cerveja”.

SOBRE O CAMPO BELO

Cercado por outras regiões nobres, como Brooklin, Moema e Vila Mascote, o Campo Belo é um bairro tranquilo, predominantemente residencial, com a maioria das suas ruas calmas e arborizadas e, ao mesmo tempo, é um forte polo gastronômico da cidade – ainda muito pouco conhecido pelos moradores de outros bairros e regiões da capital. O Campo Belo reúne hoje, num espaço relativamente pequeno, separado por poucas quadras, mais de 80 estabelecimentos gastronômicos agradáveis, divertidos, originais, intimistas, badalados, surpreendentes, curiosos, musicais, românticos, agitados, descolados, charmosos – incluindo mais de 20 bares (vários com música ao vivo), mais de 30 restaurantes de diversas nacionalidades e especialidades (de churrascarias a vegetarianos, de peruano a mexicano), pelo menos sete pizzarias e cinco hamburguerias, seis padarias sofisticadas, cafés, docerias e sorveterias. O Campo Belo tem acesso muito fácil pelas avenidas Santo Amaro, Vereador José Diniz, Jornalista Roberto Marinho e Washington Luís e ainda fica muito próximo de duas estações do metrô (Eucaliptos e Campo Belo, ambas da Linha 5 – Lilás).  Para informações sobre a gastronomia da região, acesse a página “Bares e Gastronomia do Campo Belo”:

www.facebook.com/baresegastronomiadocampobelo.

 SERVIÇO
Dona Naná Gastronomia Mineira
Avenida República do Iraque, 1298 – Campo Belo
Fone: 4561-4777
Abre todos os dias, apenas no almoço.
Horários: de segunda a sexta, das 12h às 15h; Sábados, domingos e feriados: das 12h às 16h.
Preços por pessoa incluindo as sobremesas: R$ 32,00 (segunda a sexta) e R$ 42,00 (sábados, domingos e feriados).

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Variedade e qualidade das sobremesas

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Sugestão de vinho: Casa Silva 5 Cepas. Pura sedução numa explosão de aromas e sabores!

CASA SILVA 5 CEPAS 2014

Casa Silva é hoje considerada uma das vinícolas mais prestigiadas do Chile, líder da nova geração de produtores de vinhos finos. Ela é focada unicamente no segmento de vinhos premiums, incluindo alguns orgânicos, e tem sido premiada nos concursos mais importantes do mundo. A vinícola fica no tradicional Valle de Colchagua. Seu escritório fica lá, também, e isso permite à família Silva acompanhar de perto todas as etapas da produção, garantindo a qualidade do seu vinho.

A relação com a terra e o vinho é parte diária dos membros da família Silva. Cada um cumpre uma atividade específica, particular e profissional, com o orgulho de quem vive e quer continuar vivendo uma estreita relação com a terra e o vinho, fazendo disto uma forma de vida. Eles produzem dezenas de vinhos diferentes.

Um dos seus rótulos mais incríveis é o “5 Cepas”. Os vinhos do Chile, na sua grande maioria, são varietais. Ou seja: são feitos de uma única uva. Assim, quando nos deparamos com um “assemblage chileno”, a surpresa é grande. E quando essa surpresa for um corte de cinco uvas diferentes? Este é o “5 Cepas”, um delicioso blend de cinco variedades que nos presenteia com uma taça cheia de aromas em camadas. É um vinho tinto com as seguintes uvas: Carmenère (35%), Cabernet Sauvignon (35%), Syrah (15%), Pinot Noir (10%) e Petit Verdot (5%).

“É um vinho muito interessante e apaixonante. É pura sedução. Ele harmoniza bem com queijos, massas com molho vermelho e até com churras” afirma Dani Scarpelli, sommelier e dona do Boteco Vai de Vinho, único bar especializado em vinhos instalado no bairro do Campo Belo, em São Paulo (SP). Seu aroma lembra especiarias, frutas vermelhas e flores brancas e seu paladar é sedoso, envolvente, com grande harmonia e equilíbrio. O “5 Cepas” também oferece um frescor agradável e uma delicada acidez.

A Casa Silva produz hoje mais de 15 milhões de garrafas por ano – 90% para exportação, principalmente para Brasil e Estados Unidos.

ONDE ENCONTRAR?
Boteco Vai de Vinho
Rua João de Souza, 377
Fone: (11) 5542-0326

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Cardápio do Restaurante Dona Naná Gastronomia Mineira para encomendas nestas festas de final de ano

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Feijão Tropeiro do Restaurante Dona Naná: imperdível!

O tradicional restaurante Dona Naná Gastronomia Mineira, instalado no bairro do Campo Belo, em São Paulo (SP), montou um cardápio especial para atender encomendas especiais para as festas de final de ano. Confira todas as opções disponíveis, lembrando que os pedidos devem ser feitos com cinco dias de antecedência:

PRATOS COM PREÇO POR KG
Feijão Tropeiro – R$ 80,00
Feijão carioca – R$ 45,00
Tutu de Feijão – R$ 50,00
Arroz branco ou integral – R$ 30,00
Farofa especial do dia – R$ 60,00
Torresmo à pururuca – R$ 112,00
Purê de Banana da Terra – R$ 75,00
Escondidinho – R$ 72,00
Caponata – R$ 55,00
Rabada com polenta mole – R$ 140,00
Pernil de porco na rapadura – R$ 95,00
Frango com páprica picante – R$ 60,00
Isca de frango na cerveja – R$ 65,00
Fraldinha na cerveja preta – R$ 85,00
Fraldinha no vinho – R$ 85,00
Cupim na cerveja preta – R$ 85,00
Frango à passarinho – R$ 42,00
Ballotine de frango recheado com alho-poró – R$ 86,00
Salpicão de frango – R$ 52,00
Beringela – antespasto – R$ 40,00
Focaccia – R$ 58,00 (unidade)

SALADAS – PREÇO POR PRATO (quantidade para até 6 pessoas)
Salada de folhas com frutas diversas – R$ 48,00
Salada de rúcula com tomate cereja – R$ 45,00
Cestinha com shimeji – R$ 74,00
Salada de feijão branco – R$ 55,00
Ratatouille – R$ 57,00
Ceviche de banana-da-terra – R$ 75,00
Maionese (preço por kg) – R$ 70,00

SOBREMESAS
Pudim de leite – R$ 80,00 (unidade)
Doces de abobora, melancia, maracujá, leite – R$ 50,00 (500 gramas)
Doce de jaca – R$ 70,00 (500 gramas)
Mousse de graviola, cupuaçu ou abacate – R$ 70,00 (500 gramas)

Para fazer o seu pedido ou se informar sobre outras opções, entre em contato pelo telefones (11) 4561-4777 e (11) 95629-8819 (whatsapp). Email: restaurantedonanana@gmail.com. Os preços acima são válidos até o próximo dia 20 de dezembro. O restaurante está instalado na Rua República do Líbano, 1298, no bairro do Campo Belo, em São Paulo (SP).