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Como as mulheres podem melhorar o relacionamento amoroso?

A terapeuta Catia Simionato tem uma visão interessante sobre os relacionamentos amorosos e oferece algumas dicas e sugestões para as mulheres melhorarem a relação com seu parceiro.
As mulheres têm um grande poder de melhorar o relacionamento amoroso.

Neste Dia dos Namorados, o segundo durante a pandemia, muitos casais enfrentam grandes dificuldades em seus relacionamentos amorosos. Em parte, por causa do isolamento social, que obrigou namorados e casados a viverem com mais intensidade suas relações, por conta do isolamento social. É um fenômeno mundial, que apenas antecipou situações e desgastes que levariam mais tempo para vir à tona na vida normal, pré-pandemia. A terapeuta Catia Simionato tem uma visão interessante dessas relações e oferece algumas dicas e sugestões que podem transformar e melhorar o relacionamento amoroso.

Para Catia, as mulheres que estão infelizes na sua relação não têm ideia do seu próprio poder para melhorar o relacionamento amoroso. “Ao invés de reclamar ou se sentir vítima do parceiro, a mulher precisa entender que a energia feminina é muito mais poderosa e transformadora do que a energia masculina. Isso significa que, em grande parte dos casos, a solução para o relacionamento pode estar dentro dela mesma. E isso está ao seu alcance de qualquer mulher, com mudanças de atitudes e posturas que não são muito complicadas”, explica Simionato. “Mas atenção: não estamos falando de relacionamentos abusivos ou violentos. Mulheres que enfrentam isso devem procurar ajuda da Justiça e se afastar imediatamente dos seus parceiros”, ressalta ela.

Segundo a terapeuta, a questão de melhorar o relacionamento amoroso é um dos assuntos mais procurados no seu canal Ser Felicidade, que reúne cerca de 1,2 milhão de seguidores no YouTube, Instagram, Facebook, Telegram e Spotify. Mais de 90% desse público é formado por mulheres. É o maior espaço da Internet brasileira voltado para o tema “expansão da consciência”. E, por isso, Catia resolveu compartilhar seus conhecimentos sobre este assunto por meio de um retiro online chamado “Papo de Sereia”, que vai acontecer, pela Internet, nos dias 25, 26 e 27 de junho.

Catia é responsável por todos os conteúdos do canal Ser Felicidade. Ela é especialista em desenvolvimento pessoal, autoconhecimento, expansão da consciência e meditações, além de ser professora espiritual. Conta atualmente com cerca de 2.000 alunos e os vídeos publicados na sua página do YouTube (www.youtube.com/c/SerFelicidade) já tiveram, no total, mais de 107 milhões de visualizações desde 2016.

MELHORAR O RELACIONAMENTO AMOROSO EQUILIBRANDO AS ENERGIAS

Muitas mulheres enfrentam dificuldades para viver um relacionamento realmente saudável, amoroso e feliz. E, pela experiência, pesquisas e estudos de Catia Simionato, o motivo disso é que as mulheres simplesmente erram na hora de lidar com o poder da energia feminina e tentam controlar tudo, o tempo todo, e assim assumem o papel da energia masculina no relacionamento ou na família, de forma inconsciente. Essa é a receita perfeita para diminuir ou acabar com a atração do seu parceiro por ela, e até mesmo da própria mulher perder o interesse por ele.

Quantas vezes você já ouviu uma mulher bem-sucedida ou simplesmente com muita atitude e capacidade de resolver os problemas reclamar dos homens com uma postura menos pró-ativa ou chamar o seu parceiro ou ex de “banana”, “sem iniciativa” ou “inseguro”? É disso que fala Catia.

Ela viveu esses desafios na própria vida, anos atrás, antes do atual casamento, e foi em busca de conhecimentos para entender melhor como funcionam, de fato, os relacionamentos entre homem e mulher. Um tipo de jornada que ela própria já havia explorado, antes, ao viajar pelo mundo conhecendo alguns dos mais renomados professores espirituais. Desta vez, sua viagem foi pela Internet, onde conheceu uma coach norte-americana chamada Rori Raye, que faz sucesso nos Estados Unidos ensinando às mulheres um conjunto de habilidades para lidar com seus parceiros, o que inclui uma “mudança de chave”: a capacidade de experimentar apenas “ser” e não mais se esforçar sempre para “fazer”. Seu trabalho inclui orientar as mulheres a expressarem seus sentimentos em palavras e uma linguagem corporal que um homem não apenas percebe, mas também se sente mais atraído pela parceira.

Depois de realizar cursos com Rori, inclusive uma mentoria presencial nos Estados Unidos, Catia conheceu outra coach de relacionamento, também norte-americana, com quem se aprofundou mais na sua busca: Adrienne Everheart. Com ela, Catia desenvolveu ainda mais seu entendimento sobre as diferenças entre as energias feminina e masculina, como equilibrá-las na mulher e, sobretudo, como estimular esta energia feminina para melhorar o relacionamento amoroso.

Na vida moderna, a mulher saiu de dentro de casa e foi para o mercado de trabalho competir com o homem e crescer profissionalmente, atingindo postos importantes de liderança e sucesso. Para isso, porém, muitas mulheres estimularam demais sua energia masculina, que é a capacidade de liderar, resolver problemas e ser pró-ativa, competências necessárias no mundo corporativo, e típicos da energia masculina.

Todos os homens e mulheres possuem as duas energias, mas normalmente as mulheres têm a energia feminina em maior intensidade, enquanto nos homens, claro, prepondera a energia masculina. “Sabe o que realmente atrai um homem? A energia feminina”, diz Catia. O que é energia feminina? Ela tem a ver com as emoções da mulher. Esqueça aquela história que homens não gostam de ouvir sobre as emoções das mulheres. Eles gostam. Mais do que isso, se sentem atraídos por elas. Homens querem saber sobre os problemas e fragilidades da mulher para que eles possam resolver tudo. Para serem o “herói” da história. Sua energia tem tudo a ver com ser o “herói”.

E, no fim das contas, o que é a mulher nesta história? “É a princesa encantada que será salva pelo herói, como nos Contos de Fadas. Essa é uma boa definição de como funcionam os relacionamentos. Se não há uma princesa em perigo, se não há uma mulher contando ao homem seus sentimentos e fragilidades, o modo herói dele não é ativado – e isso reduz a atração dele por ela. E dela por ele, afinal a princesa deseja ser salva pelo herói – e quando não é, ela mesma o critica”, explica a terapeuta.

“Será que a mulher deixa o homem à vontade para ele colocar em prática o seu instinto natural (de cuidar, proteger, salvar) ou muitas mulheres resolvem tudo sozinhas, com seu excesso de iniciativa? Com excesso de energia masculina!”, questiona Catia. É super positivo e necessário a mulher ter esse comportamento no mercado de trabalho, por exemplo. Mas, em casa, para um relacionamento amoroso prosperar, é importante existir mais equilíbrio. A mulher precisa “ser” mais e “fazer” menos.

Para ilustrar essa explicação, Catia lembra mais uma vez da “princesa” sentada dentro de um barco sendo levada por um “herói” que rema o tempo todo na direção que ele achar melhor. Ela não está fazendo nada. Está apenas sendo ela mesma. E deixando que ele tome suas próprias decisões. Relacionamentos amorosos saudáveis precisam de exemplos assim. Menos é mais em relacionamentos, em diversos aspectos.

Um erro clássico da mulher é correr atrás demais dos seus namorados, sobretudo no início. “Como sair dessa, com naturalidade, e como saber esperar e ser feliz consigo mesma enquanto dá a chance do homem (o herói) tomar a atitude no seu tempo, sem cobranças, sem demonstrações exageradas de afeto por ele, sem a mulher parecer carente ou desesperada?”, esse é o desafio de muitas mulheres na opinião de Catia.

COMO NASCEU O “PAPO DE SEREIA”

Tempos depois de todos esses estudos sobre relacionamentos, em 2018, Catia promoveu um retiro espiritual para um grupo de clientes femininas no Havaí. O tema do encontro não eram os relacionamentos. Nos momentos de folga, porém, quando Catia acompanhava suas alunas na praia, ela ouvia repetidamente reclamações sobre namorados e maridos. Muitas das suas alunas, fossem namoradas ou esposas, tinham problemas com seus relacionamentos. E, assim, de maneira informal, à beira do mar, Catia começou a compartilhar tudo que aprendeu sobre relacionamentos, especialmente a questão do equilíbrio entre energia feminina e masculina nas mulheres. Era literalmente um “papo de sereia”.

E a terapeuta mostrou para elas que a mulher tem mais poder nos relacionamentos, simplesmente porque sua energia é mais poderosa. A mulher, se quiser, pode ser a responsável pela qualidade do relacionamento, e não há nada de machista nesta afirmação. Falamos de energias, sentimentos e atitudes simples no dia a dia.

O homem, como um espermatozóide, fica feliz quando conquista, quando vence, quando “invade”. Essa é a sua energia natural. Já a energia da mulher é ficar feliz quando ela está bem com ela mesma, com seu corpo, com suas decisões. É uma energia que reforça o “eu me amo”, “eu compreendo minhas emoções”, “não corro atrás de homem”, “deixo meu companheiro colocar as emoções dele para fora”. Isso tudo é muito mais poderoso do que a energia masculina.

Nessas conversas, Cátia dava, entre outras dicas, um exemplo prático e divertido para qualquer mulher testar com um homem. Numa conversa com seu parceiro, em vez de falar “eu acho”, diga a mesma coisa de um jeito diferente. Diga “eu sinto”, e em seguida diga o que acha a partir dos seus sentimentos. Essa é uma forma poderosa de conectar a energia feminina à masculina. Até pessoas próximas de Catia, que estavam nesse evento, tiveram seus relacionamentos transformados com esses ensinamentos.

RETIRO ONLINE EXCLUSIVO

Catia Simionato vai realizar, pela primeira vez, um treinamento exclusivo sobre o tema – o “Papo de Sereia”. Será um retiro online, durante três dias, para falar apenas sobre relacionamentos amorosos. A programação inclui cinco aulas nos dias 25, 26 e 27 de junho, pela Internet. As inscrições serão abertas hoje, às 21h. Para mais informações, o público pode acessar www.serfelicidade.com.br/contato.

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Por que a percepção de solidão aumentou tanto durante a pandemia?

Desde o início da pandemia, cresceu bastante o número de pessoas que sentem solitárias pelo mundo todo.

No mundo todo, a questão da solidão sentida por muitas pessoas não é uma novidade. Mas, desde o início da pandemia, o planeta ganhou mais pessoas que se consideram “solitárias” e que sofrem com isso – e o Brasil se destaca neste assunto. Uma pesquisa realizada pelo Instituto Ipsos, entre 23 de dezembro e 8 de janeiro deste ano, ouviu 23.000 pessoas de 28 países. Desse total, 1.000 entrevistados são do Brasil, e 50% deles afirmaram sentir solidão “muitas vezes”, “frequentemente” ou “sempre”. Foi o maior percentual do mundo, seguido pela Turquia (46%).

“A solidão é um assunto realmente muito delicado, mas que em algum momento da vida pode atingir qualquer pessoa porque é algo inerente ao ser humano. E é algo que precisamos aprender a lidar para melhorar nossa qualidade de vida e evitar sofrimentos. A solidão pode ser muito prejudicial para a nossa saúde física e mental”, afirma a terapeuta Catia Simionato. “Somos seres sociais, não fomos feitos para ficar sozinhos. Gostamos de aglomerar, de ficar perto de outras pessoas”, complementa.

Catia é responsável pelo canal Ser Felicidade, que possui mais de 1,2 milhão de seguidores no YouTube, Instagram, Facebook e Spotify. Ela conta que, mesmo antes da pandemia, perguntas relacionadas à solidão já eram recorrentes nas suas redes. Catia é especialista em desenvolvimento pessoal, autoconhecimento, expansão da consciência e meditações, além de ser professora espiritual. Ela conta atualmente com cerca de 2.000 alunos e seus vídeos publicados na sua página do YouTube (www.youtube.com/c/SerFelicidade) já tiveram, no total, mais de 107 milhões de visualizações desde 2016.

HUMANIZAÇÃO DE PLANTAS E ANIMAIS

Ao avaliar o caso das pessoas que tiveram de se isolar durante a pandemia, Cátia afirma que o ser humano é um ser que reconhece a si mesmo por meio do outro. “A gente sempre vai precisar do outro para se enxergar. E quando este outro não está perto, muitas pessoas tendem a ‘humanizar’ outras coisas, como plantas e animais, conversando ou lidando com ambos como se fossem pessoas”, acrescenta. Ela exemplifica com o filme “Náufrago” (2000), no qual o ator Tom Hanks interpreta um homem que sofre um acidente aéreo e passa quatro anos sozinho numa ilha deserta.

“O personagem isolado na ilha, com o tempo, transforma uma bola de vôlei (que veio junto com ele do avião) em um amigo, criando um rosto nela. Ela vira o Wilson. Ele ‘humaniza’ aquele objeto e passa a se ‘relacionar’ com ele”, destaca Cátia. “O personagem de Tom Hanks fez o que podia fisicamente e mentalmente para continuar vivo”.

No último ano, por exemplo, muita gente tentou resolver o problema adotando um novo animal de estimação como companheiro. De acordo com uma pesquisa da Comissão de Animais de Companhia (Comac), o número de adoções de gatos no Brasil, por exemplo, cresceu 30% desde o início do isolamento social em março de 2020. “É a tentativa de ‘humanizar’ animais de estimação para combater a percepção de solidão”, aponta Catia.

“Algumas pessoas que ficaram isoladas neste período, se não fizerem algo assim, acabam enlouquecendo. Essa solidão da pandemia obriga as pessoas a encararem o seu maior inimigo: elas mesmas”, continua a terapeuta. Por outro lado, ela lembra que essa “solidão”, em outras pessoas, motivou uma busca muito grande pelo autoconhecimento e pela espiritualidade. “O canal Ser Felicidade no YouTube, por exemplo, atingiu a marca de 1 milhão de seguidores em abril do ano passado. Tivemos um forte crescimento na audiência em todas as nossas redes, especialmente no primeiro semestre do ano passado. Alguns alunos meus até consideram importante esse período para conseguirem, enfim, trabalhar mais o autoconhecimento e a espiritualidade”, conta.

Outro exemplo marcante do tema “solidão na pandemia” veio do Japão. O país criou o Ministério da Solidão, em 2021, com o objetivo de criar campanhas e políticas públicas voltadas para a saúde mental e prevenção do suicídio. Lá, durante a pandemia, a taxa de suicídio teve a primeira alta em 11 anos – cerca de 21 mil japoneses tiraram a própria vida no último ano, especialmente mulheres e estudantes. No Reino Unido também existe um Ministério da Solidão, desde 2018, criado para cuidar de 9  milhões de pessoas que se denominavam “solitárias”. Na época, uma em cada três pessoas acima de 75 anos afirmava que seus sentimentos de solidão estavam “fora de controle”.

A VISÃO ESPIRITUAL SOBRE A SOLIDÃO

“Numa situação extrema, como a pandemia que todos vivemos atualmente, esses sentimentos e sensações vêm mais à tona, porém não significa que já não existiam. Mas é importante entender, de fato, o que é solidão. Solidão não é estar sozinho em casa. Basta ver quantas pessoas sentem-se solitárias enquanto estão rodeadas de outras pessoas”, explica a terapeuta. Na busca por preencher esse espaço vazio gerado pela solidão, cada pessoa reage de uma forma diferente.

Ao longo de sua vida, Cátia Simionato estudou com professores espirituais de dezenas de países pelo mundo, sem se ligar a nenhuma religião em particular. Por isso, ela também tem uma visão espiritual da solidão. “Solidão é a ausência de conexão. Falta aquele ‘link’ que nos liga a outras pessoas e tentamos resolver isso buscando por este ‘link’ fora de nós. Muitas vezes, tentando ser algo que a gente não consegue e isso pode nos levar a vibrar numa sintonia diferente de quem nos rodeia. Como resultado, seguimos desconectados e, portanto, com o sentimento de solidão. No meu ponto de vista, tudo que acontece fora é reflexo ou projeção de algo que está acontecendo dentro. O segredo, então, é buscar a solução dentro de nós”.

Como fazer isso? “Primeiro, eu acho que nós nunca estamos sós de verdade. Estar na natureza, por exemplo, ajuda a perceber que a solidão é uma ilusão. Não é real. O contato com a natureza, com uma árvore, com os animais, com a terra, observar as formiguinhas. Tudo isso faz a sensação de companhia se estender cada vez mais. Isso é muito importante para retomar o sentimento de amor e compaixão por tudo que existe. A gente nunca está só também porque a gente sempre está com os nossos companheiros do mundo espiritual. Se você, simplesmente, se conectar com o criador você também nunca vai se sentir só”, explica.

Ela cita o próprio exemplo para ilustrar. “Eu também me sinto só às vezes. Eu sou terapeuta, dou aulas, tenho todos esses alunos e seguidores nas redes sociais, tenho amigos, tenho família. E, assim mesmo, às vezes vem o pensamento: se eu estou cuidando de tanta gente, quem está cuidando de mim?”. Cátia tem três dicas para lidar com este tipo de percepção e combater a solidão:

  • Meditação. Saber meditar é como andar de bicicleta. A gente vai treinando e uma hora se equilibra. Então, simplesmente sente-se, relaxe e preste atenção no seu corpo e na sua respiração. Só isso. Meditar é silenciar o falatório interno. É não prestar atenção na conversa constante da nossa mente. A gente consegue fazer isso prestando atenção na nossa respiração, por exemplo. Isso é meditar.
  • Orar. Conversar com Deus. Oração também silencia a mente.
  • Cantar ou repetir mantras. São ações que estimulam a sensação de bem-estar, autoconfiança, otimismo e conforto. E também contribuem para interromper nossos diálogos internos que nos trazem muito estresse.

“Quando você silencia o falatório interno da mente, ela se acalma e acontece uma mágica interna. Aquele Eu verdadeiro, com quem você não estava conseguindo se conectar, aparece por meio de uma leve sensação de bem-estar. Isso é começar a fazer o link, a conexão. Aí acontece a próxima mágica: você gosta um pouco mais de si mesmo. Este estado interno é o antídoto contra a solidão. Mesmo se você estiver realmente sem ninguém por perto, se esse estado de bem-estar e gostar de si mesmo se mantiverem, você sai na rua, dá alguns passos e naturalmente as pessoas se sentem atraídas por você”, conclui.

SOBRE CATIA SIMIONATO

Presente em todas as redes sociais com seu canal Ser Felicidade, Catia Simionato é um fenômeno da Internet no YouTube. Criado em 2016, seu canal conta, hoje, com 1,1 milhão de seguidores e possui centenas de vídeos sobre desenvolvimento pessoal, autoconhecimento, expansão da consciência, meditações, espiritualidade e entrevistas com professores espirituais que conheceu pelo mundo – produzidos pela própria Catia.

Ela também é professora espiritual, palestrante internacional, professora de meditação e condutora de retiros espirituais para a expansão da consciência. Catia já realizou uma infinidade de cursos integrativos. É autora do curso “Método MRI” (Manual para Reorganização Interna), um modelo de terapia individual onde a pessoa trabalha internamento o seu desenvolvimento em diversos níveis: físico, emocional e espiritual. O objetivo é realizar uma jornada de transformação, na qual a pessoa se livra de pensamentos negativos que a impedem de ser mais feliz. Com seus vídeos semanais, Catia também está promovendo o movimento “Da mente ao Coração”, no qual propõe que as pessoas ouçam menos sua mente crítica e autocrítica e encontrem dentro de si mesmas a sua felicidade, valorizando, por exemplo, o autoamor e a autoestima.

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Triumph cria uma Thruxton 1200 RS única para celebrar o aniversário de 10 anos do DGR

Para o DGR deste ano, que acontece no próximo domingo, dia 23, a Triumph criou uma motocicleta impressionante e exclusiva: a Thruxton 1200 RS.

O próximo dia 23 de maio marcará o 10º aniversário do Distinguished Gentleman’s Ride (DGR) e, para comemorar este incrível marco, e as iniciativas em prol da saúde dos homens para as quais o DGR foi criado para apoiar, a Triumph Motorcycles criou uma impressionante e exclusiva Thruxton 1200 RS que irá para um sortudo arrecadador de fundos da competição.

Refletindo a paixão e o compromisso dos participantes do DGR com a arrecadação de fundos no mundo todo, esta motocicleta exclusiva será o prêmio principal da competição “Gentlefolk do DGR 2021” para recompensar o arrecadador de fundos que seguir todos os passos necessários para entrar na competição. Conforme o participante cumpra estes passos, ele desbloqueia os seus “emblemas” e assim garante sua participação no sorteio.

A competição “Gentlefolk” foi criada para proporcionar aos apoiadores do DGR a chance de ganhar alguns dos incríveis prêmios oferecidos. Para ter a chance de ganhar a exclusiva Thruxton RS, os arrecadadores de fundos precisam seguir essas etapas para desbloquear seus emblemas (detalhes completos disponíveis em www.gentlemansride.com):

1. Preencher seu perfil

2. Doar em seu próprio perfil

3. Fazer uma doação aleatória para outro rider

4. Arrecadar um mínimo de US$ 250

Seguindo estes passos, todos os participantes do sorteio já garantem o “patch” comemorativo do DGR 2021 e sua entrada individual para disputar a exclusiva Thruxton RS do DGR. O vencedor será sorteado pelo DGR quando a arrecadação de fundos for encerrada, no dia 6 de junho.

Esta Thruxton 1200 RS comemorativa foi projetada, pintada e customizada na oficina de pintura da Triumph, no Reino Unido, uma instalação de última geração dentro da fábrica de Hinckley, na qual profissionais altamente qualificados asseguram a máxima qualidade possível nos projetos de motocicletas e criam pinturas exclusivas feitas à mão.

A parceria entre a Triumph e o Distinguished Gentleman’s Ride representa uma das colaborações mais importantes e duradouras da fabricante inglesa. Esta Thruxton RS exclusiva demonstra o compromisso e a paixão da Triumph pelo DGR e, consequentemente, pelas instituições de caridade voltadas para a saúde masculina que integram a iniciativa.

“10 anos de pilotagem com elegância em prol da saúde masculina é nada mais, nada menos que incrível, e celebrar isso com esta motocicleta exclusiva projetada em colaboração com a Triumph Motorcycles é uma maneira muito empolgante de homenagear isso. Esta Thruxton RS será o prêmio principal da nossa competição ‘Gentlefolk’, proporcionando a cada arrecadador de fundos que desbloquear seus emblemas no DGR 2021 uma chance de ganhar. É uma recordação do DGR que representa de maneira brilhante os esforços dos nossos dedicados participantes ao redor do mundo e a paixão compartilhada do nosso parceiro, a Triumph”, afirmou Mark Hawwa, fundador e diretor do DGR.

SOBRE O DGR 2021

Comemorando uma década de pilotagem elegante em prol de uma causa social importante, a Triumph e o DGR unem forças pelo oitavo ano consecutivo reunindo motociclistas clássicos e motocicletas vintage pelo mundo no próximo dia 23 de maio. O evento deste ano marca o seu 10º aniversário e já arrecadou US$ 27,45 milhões desde a primeira edição. A Triumph Motorcycles tem apoiado, com orgulho, o DGR nos últimos oito anos. Neste período, reuniu mais de 300.000 entusiastas de motocicletas clássicas para ajudar a arrecadar fundos e conscientizar sobre o câncer de próstata e a saúde mental masculina. Como homenagem ao 10º aniversário do DGR, foi criada esta Triumph Thruxton 1200 RS exclusiva.

Em função das restrições em constante mudança em cada cidade e país do mundo, o formato do DGR para 2021 variará conforme o local em que cada passeio será realizado. Ele incluirá uma mistura de eventos seguros contra a Covid-19, com rota definida, ou pilotagem solo. Para informações sobre como os passeios próximos a você serão realizados, acesse www.gentlemansride.com.

O DGR incentiva que todos participem seguindo as melhores práticas de proteção contra a Covid-19 e mantendo medidas adequadas de distanciamento social. Não serão promovidos eventos no Brasil, evitando qualquer tipo de aglomeração, seja nas concessionárias ou fora delas. O motociclista poderá optar pelo ride solo, escolhendo sua própria rota, saindo e retornando para sua casa como um ato nobre de apoio ao DGR, além de fazer suas doações.

SOBRE A TRIUMPH

A Triumph Motorcycles Brazil é uma das 12 subsidiárias da empresa pelo mundo e conta com sede em São Paulo (SP) e fábrica em Manaus. A marca conta com 18 Concessionárias no Brasil nas cidades de São Paulo (SP), Campinas (SP), Ribeirão Preto (SP), São José dos Campos (SP), Porto Alegre (RS), Brasília (DF), Curitiba (PR), Belo Horizonte (MG), Rio de Janeiro (RJ), Goiânia (GO), Florianópolis (SC), João Pessoa (PB), Londrina (PR), Vitória (ES), Várzea Grande (MT), Fortaleza (CE) e Salvador (BA). A Triumph possui o portfólio mais completo do mercado entre as marcas premium, oferecendo três pilares principais de produtos: Clássica, Adventure e Roadster. Fundada em 1902, a Triumph Motorcycles é uma empresa global, atuando diretamente em 13 países, por meio de suas filiais, e indiretamente em mais 57 mercados, através de distribuidores independentes. A Triumph é a maior fabricante britânica de motos e a marca que mais cresce no segmento acima de 500 cc nos países nos quais está presente. O faturamento mundial da empresa gira em torno de R$ 3,5 bilhões e suas vendas no varejo superam as 63.400 unidades anuais, com produção acima de 67.000 motos por ano. No mundo todo, a Triumph possui mais de 700 concessionárias e perto de 2.000 funcionários.

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IBMS promove Webinar sobre o mercado de micros modais elétricos

Monociclos elétricos ganham espaço no mercado brasileiro e viram opção real para uma mobilidade urbana com mais qualidade de vida.

O Instituto Brasileiro de Mobilidade Sustentável (IBMS), criado no final do ano passado, promove no próximo dia 28 de maio, das 10h às 12h, o seu primeiro evento oficial voltado para o segmento da eletromobilidade. Será o “1º Webinar IBMS: Mercado de Levíssimos”, que vai avaliar o atual momento e as tendências desse setor que inclui os micros modais elétricos – monociclos, patinetes e bicicletas.

“Queremos discutir como esse segmento vai se desenvolver no Brasil no cenário atual, considerando os espaços disponíveis para o uso compartilhado dos diferentes modais, o crescimento vivido nos últimos anos, as novas tecnologias quem vêm sendo incorporadas e as necessárias adequações na legislação sobre a mobilidade urbana que deverão ser avaliadas para garantir o conforto e segurança de todos os usuários”, explica Ricardo Guggisberg, presidente do IBMS.

Para debater sobre estes temas foram convidados os seguintes especialistas:

José Police Neto – Ex-vereador de São Paulo, foi eleito pela ONG Voto Consciente e pela revista Veja SP como o melhor vereador de SP por oito anos consecutivos. Especialista em mobilidade urbana, Police é autor de projetos para tornar a cidade mais moderna e justa do ponto de vista da locomoção das pessoas.

Márcio Canzian – CEO da Eletricz, referência no mercado brasileiro de monociclos elétricos, e diretor da Associação Brasileira do Veículo Elétrico (Abve).

Rui Felipe – Fundador da Riba Share, empresa especializada na locação de scooters elétricas na cidade de São Paulo.

Felipe Nunes – Diretor da Bull Motors, empresa brasileira especializada na produção e comercialização de veículos motorizados, incluindo sua linha Íon, de motos elétricas.

Daniel Guth – Ele é diretor executivo da Aliança Bike (Associação Brasileira do Setor de Bicicletas), além de ser consultor e pesquisador em políticas de mobilidade urbana.

Flávia Consoni – Professora da Unicamp com mestrado e doutorado em Política Científica e Tecnológica, e formação em Ciências Sociais.

O mediador do bate-papo será Marcus Regis, representante da Plataforma Nacional de Mobilidade Elétrica (PNME), que agrega mais de 30 instituições que incluem órgãos governamentais, agências, indústria, academia e sociedade civil. Entre seus objetivos está a construção de metas de longo prazo para a mobilidade elétrica no Brasil.

COMO PARTICIPAR?

Para assistir ao “1º Webinar IBMS: Mercado de Levíssimos” é preciso se inscrever gratuitamente pelo site https://mobilidadesustentavel.org.

SOBRE O IBMS

O IBMS tem como objetivo se transformar em uma ferramenta para incentivar e viabilizar, em todas as suas vertentes, o mercado brasileiro da eletromobilidade – a mobilidade por diferentes tipos de veículos elétricos. “Queremos contribuir, principalmente, com o desenvolvimento tecnológico deste setor, com a geração de mais conhecimento nesta área e, também, com a busca por investimentos internacionais em fundos criados para apoiar o desenvolvimento sustentável da mobilidade”, explica seu presidente.

Ricardo Guggisberg é um especialista em eletromobilidade, conhecido nacionalmente. Já foi presidente da Associação Brasileira do Veículo Elétrico (ABVE) e foi ele quem criou o evento “Salão de Mobilidade Elétrica e Cidades Inteligentes” (“VE Latino Americano”). “Queremos promover a inovação da mobilidade no Brasil e, para isso, vamos criar projetos específicos e buscar recursos internacionais para concretizá-los”, acrescenta.

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IBMS participa de projeto para criação de “cidades inteligentes” viáveis e com tecnologia já disponível

Projeto “Cidades Inteligentes” prevê a construção de ciclovias para a população.

O Instituto Brasileiro de Mobilidade Sustentável (IBMS), criado em novembro do ano passado, faz parte de um projeto ousado para propor e desenvolver “cidades inteligentes” reais, voltado principalmente para pequenos municípios brasileiros com população entre 15.000 e 50.000 habitantes. “Nossa proposta é levar soluções tecnológicas de ponta para toda a administração pública dessas cidades, envolvendo diversos setores, mas com foco principal na mobilidade urbana sustentável e limpa”, explica Ricardo Guggisberg, presidente do IBMS.

Quando se fala em “cidades inteligentes”, muita gente logo pensa em locais futurísticos, equipados com tecnologias que ainda nem existem ou, se já existem, ainda exigem investimentos elevadíssimos. Há mais de um projeto desse tipo pelo mundo. Em janeiro, o príncipe herdeiro da Arábia Saudita, Mohammed bin Salman, fez o lançamento mundial do projeto chamado The Line (A Linha). Trata-se do projeto de uma megacidade inteligente que eles já estão construindo, chamada Neon, e totalmente planejada. É, provavelmente, o maior projeto urbano em desenvolvimento no mundo hoje, com custo estimado em meio trilhão de dólares.

Uma cidade que está mais para ficção científica do que para a realidade. O projeto de “cidades inteligentes” do qual o IBMS faz parte segue em outra direção, muito mais acessível e realística. O embrião desse estudo, que inclui especialistas de diversas áreas, está sendo planejado para ser implantado dentro do futuro Parque Científico e Tecnológico de Macaíba, instalado dentro da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), em Macaíba (RN) – distante 27 quilômetros de Natal.

O projeto está em fase inicial de estudos, mas deverá abranger, na área de mobilidade urbana, inovações como transporte sustentável, eletromobilidade, criação de infraestrutura para carregamento de veículos elétricos (incluindo micro modais como monociclos, bikes e patinetes elétricos) e construção de ciclovias. Mas o projeto é maior do que isso, e deverá se estender a toda a administração pública, como educação, saúde, saneamento básico e segurança pública, por exemplo.

“A partir da implantação dessas inovações no Parque Científico e Tecnológico, nossa expectativa é que essas tecnologias se espalhem por todo o município de Macaíba, o quinto mais populoso do estado, e também para as cidades vizinhas, como São Gonçalo do Amarante e Parnamerim, trazendo muita evolução para a região e bem-estar e conforto para a população local”, diz Guggisberg.

SOBRE O IBMS

O IBMS tem como objetivo se transformar em uma ferramenta para incentivar e viabilizar, em todas as suas vertentes, o mercado brasileiro da eletromobilidade – a mobilidade por diferentes tipos de veículos elétricos. “Queremos contribuir, principalmente, com o desenvolvimento tecnológico deste setor, com a geração de mais conhecimento nesta área e, também, com a busca por investimentos internacionais em fundos criados para apoiar o desenvolvimento sustentável da mobilidade”, explica seu presidente.

Ricardo Guggisberg é um especialista em eletromobilidade, conhecido nacionalmente. Já foi presidente da Associação Brasileira do Veículo Elétrico (ABVE) e foi ele quem criou o evento “Salão de Mobilidade Elétrica e Cidades Inteligentes” (“VE Latino Americano”). “Queremos promover a inovação da mobilidade no Brasil e, para isso, vamos criar projetos específicos e buscar recursos internacionais para concretizá-los”, acrescenta.

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Paulistano vira um dos raros amputados do mundo a dominar um monociclo elétrico

Márcio utiliza o seu monociclo elétrico principalmente no lazer, como uma terapia.

O paulistano e administrador de empresas Márcio Frascino Neto, então com 32 anos, trabalhava há vários anos no escritório de um multinacional na Zona Oeste da capital paulista. Ia e voltava quase diariamente do trabalho, no trajeto Lapa-Perdizes, de motocicleta. Tinha uma vida intensa, com muitas viagens e prática esportiva regular. No dia 23 de março de 2018, isso tudo mudou: ele sofreu um acidente, se chocando contra um ônibus com a moto. Como resultado, teve a perna direita amputada pouco acima do joelho. “E agora? Como será minha vida?”, pensou na época, totalmente desolado.

A resposta veio da própria irmã: “A partir de agora, você terá de decidir se vai ser a vítima, ou se vai ser o cara que vai fazer acontecer, vai inspirar outras pessoas com dificuldades”. Ele optou pela segunda opção, mas foi uma longa jornada até a total cicatrização do corte (que teve mais de 100 pontos), aprender a andar de muletas, conseguir uma prótese (caríssima) capaz de lhe proporcionar qualidade de vida adequada e encontrar um propósito para sua vida. A prótese, que valia perto de R$ 40 mil, foi doada por uma pessoa desconhecida, o que ele considerou um verdadeiro “milagre”. Passou quase sete meses em casa antes de retornar ao trabalho, já com a prótese, mas ainda sem dominar o seu uso.

Mas, antes de chegar neste ponto, sua trajetória não foi fácil. No dia do acidente, por exemplo, chovia e ele ficou quase uma hora deitado na rua sangrando e aguardando o resgate, que demorava. “Passei este tempo questionando minha vida e achando que ia morrer. Do meu lado, uma enfermeira que estava dentro do ônibus não me largou nem um instante. Foi meu anjo da guarda”, acredita.

Mesmo antes do acidente, Márcio já vivia uma fase de reflexões, questionando o rumo da própria vida. Quando voltou à rotina da empresa de novo, quase sete meses depois, logo bateu de novo a sensação de vazio.  Ele pensava: “O que eu estou fazendo da minha vida? Como todo mundo me via muito positivo nesse assunto do acidente, decidi investir no trabalho de palestrante motivacional. Desde janeiro de 2019, já realizou dezenas de palestras desse tipo em locais e empresas diversificados. Deixou seu emprego e hoje se dedica a isso. Também já foi procurado por diversas agências de publicidade e fez comerciais para a TV para marcas como Rainha, Track & Field, Santander, Bradesco Prime, Braskem, Suvinil, Gillette e Academia Bio Ritmo.

MONOCICLO ELÉTRICO VIROU SUA TERAPIA

Neste meio tempo, Márcio investiu em outra atividade que o tornou um dos únicos em todo o mundo: ele aprendeu a pilotar um monociclo elétrico, aquele veículo com apenas uma rodinha no qual o condutor vai em pé. Ele é o único amputado do Brasil que pilota com grande desenvoltura este equipamento – e um dos raros do mundo. Ele possui um modelo da distribuidora Eletricz, fabricado pela marca King Song, o 16S, capaz de atingir 30 km/h de velocidade máxima. “Uso o monociclo principalmente como lazer. É minha terapia.”.

Hoje, aos 35 anos, Márcio tem como objetivo inspirar pessoas, mostrando que um acidente ou uma situação ruim no nosso dia a dia nós podemos não ser capazes de controlar, mas que a forma como vamos lidar com o problema é a chave para ser ou não feliz e contribuir para ajudar outras pessoas com suas próprias dificuldades.

Na rua, hoje em dia, pilotando seu monociclo elétrico pelas ciclofaixas, não é raro encontrar uma criança que, depois de juntar o monociclo (um veículo ainda pouco comum na paisagem paulistana) e sua prótese, logo se apressa em chamá-lo de “super-herói”, rótulo que Márcio descarta  com bom humor. “Sou uma pessoa comum reaprendendo a viver e, hoje, com um propósito muito claro de inspirar pessoas”, afirma.

SOBRE A ELETRICZ

A Eletricz iniciou suas operações em julho de 2018 com a missão de promover a locomoção de curta e média distância, incentivando a valorização da vida ao ar livre, a apropriação saudável das vias públicas e a mudança para um estilo de vida mais saudável, divertido e econômico. Por isso, comercializa os mais avançados veículos elétricos portáteis e desenvolve projetos e ações para difundir e incentivar este novo perfil de mobilidade urbana. A empresa comercializa monociclos, patinetes e bicicletas elétricas, mas os monociclos respondem hoje por 80% do seu faturamento.

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Rocket 3 R é a nova moto do chef Henrique Fogaça, Embaixador da Triumph no Brasil

Chef Henrique Fogaça, Embaixador da Triumph no Brasil, e a sua moto Rocket 3 R.

Em janeiro de 2017, a Triumph anunciava uma parceria inusitada. A partir daquela data, o chef Henrique Fogaça, proprietário de vários restaurantes e bares e um dos jurados do programa Master Chef, da Band, passaria a ser o novo Embaixador da Triumph no Brasil. Desde então, se passaram pouco mais de quatro anos e a parceria se consolidou. Fogaça aprendeu a admirar ainda mais os produtos da Triumph e, ao mesmo tempo, vem contribuindo fortemente para levar a marca inglesa a novos públicos. “Eu sempre tive moto, e a gente chega em um patamar que não tem mais para onde ir. E esse patamar se chama Triumph”, diz o chef.

“Estamos muito satisfeitos com os resultados obtidos por esta parceria com o Fogaça, que está contribuindo bastante para dar mais notoriedade à marca diante de diferentes públicos”, afirma Renato Fabrini, General Manager da Triumph no Brasil. A identificação de Fogaça com a marca é, realmente, muito forte. Ele já era fã do mundo do motociclismo, mas também se encantou ainda mais com a história da Triumph e a sua proposta despojada ao longo dos últimos anos. “Para uma marca como a nossa, é muito importante a parceria com uma celebridade com o carisma e o perfil desbravador, empreendedor e inovador do Fogaça, que também são valores da Triumph”, complementa Fabrini.

A partir desta semana, Fogaça passou a pilotar a grandiosa Rocket 3 R, moto produzida em série com o maior motor do mundo – um 2.500 cc capaz de gerar 167 cv de potência (a 6.000 rpm) e 221 Nm de torque (a 4.000 rpm). “O que mais me chamou a atenção na Rocket 3 R foi justamente essa pegada mais bruta dela. Quem me conhece, sabe que eu sou assim. Direto, objetivo, alguns dizem até bruto, e vejo isso na Rocket. Ela tem esse design minimalista e a força que nenhuma outra moto tem. Olhando ela, até parece pesada, mas na verdade é bem fácil de pilotar”, explica Fogaça.

A motocicleta faz parte do dia a dia de Fogaça na sua mobilidade. “A moto está inserida na minha vida em 95% do tempo. Quase tudo o que eu faço é de moto. Vou para a Band, vou de moto. Para os restaurantes vou de moto. Para a academia vou de moto. Também faço pequenas viagens com minhas motos. E, para onde eu vou, eu escolho a moto mais adequada. Uma Thruxton para um passeio mais tranquilo na cidade ou uma Scrambler quando pego uma estrada de terra, por exemplo”, conta.

Esta Rocket 3 R de última geração é apenas mais uma motocicleta dos sonhos em sua invejável coleção particular de modelos Triumph. “Já tive uma Tiger 1200 e hoje tenho uma Bonneville T120 customizada, que é meu xodó, uma Thruxton R branca mais baixa, uma Bobber com o guidão alto e também uma Scrambler 1200 XE que uso tanto para a estrada quando para a terra, todas incríveis de pilotar. Recentemente peguei a Speed Twin TCM numerada, customizada pela Shibuya Garage”, acrescenta o chef motociclista.

SOBRE HENRIQUE FOGAÇA

O chef Henrique Fogaça, nascido em Piracicaba (SP), possui hoje diversos bares e restaurantes. Fundado em 2005, em São Paulo, o Sal Gastronomia foi o pioneiro. Hoje, Fogaça conta também com o Cão Véio e Jamile em São Paulo e o Sal Grosso do Rio de Janeiro, entre outras filiais pelo Brasil. Fogaça é um dos jurados do programa Master Chef, da Band, e participou de vários projetos sociais, como o “Chefs Especiais”. Durante a pandemia, em 2020, ele criou o projeto “Marmita do Bem”, com apoio de voluntários, que já distribuiu (até o final de março) mais de 30 mil marmitas a pessoas em situação de rua no centro de São Paulo. Esta ação, inclusive, em outubro, foi realizada em parceria com o movimento “Women for The Ride”, criado pela Triumph, no qual 22 participantes, principalmente mulheres, distribuíram 70 kg de alimentos no centro da capital paulista. Ainda na área social, outra novidade que em breve será anunciada é o Instituto Olivia Fogaça, que leva o nome da sua filha. Ele também é vocalista da banda Oitão.

SOBRE A TRIUMPH

A Triumph Motorcycles Brazil é uma das 12 subsidiárias da empresa pelo mundo e conta com sede em São Paulo (SP) e fábrica em Manaus. A marca conta com 18 Concessionárias no Brasil nas cidades de São Paulo (SP), Campinas (SP), Ribeirão Preto (SP), São José dos Campos (SP), Porto Alegre (RS), Brasília (DF), Curitiba (PR), Belo Horizonte (MG), Rio de Janeiro (RJ), Goiânia (GO), Florianópolis (SC), João Pessoa (PB), Londrina (PR), Vitória (ES), Várzea Grande (MT), Fortaleza (CE) e Salvador (BA). A Triumph possui o portfólio mais completo do mercado entre as marcas premium, oferecendo três pilares principais de produtos: Clássica, Adventure e Roadster. Fundada em 1902, a Triumph Motorcycles é uma empresa global, atuando diretamente em 13 países, por meio de suas filiais, e indiretamente em mais 57 mercados, através de distribuidores independentes. A Triumph é a maior fabricante britânica de motos e a marca que mais cresce no segmento acima de 500 cc nos países nos quais está presente. O faturamento mundial da empresa gira em torno de R$ 3,5 bilhões e suas vendas no varejo superam as 63.400 unidades anuais, com produção acima de 67.000 motos por ano. No mundo todo, a Triumph possui mais de 700 concessionárias e perto de 2.000 funcionários.

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Triumph anuncia a Dynavolt como patrocinadora principal da equipe no Campeonato Britânico de Supersport 2021

Triumph anuncia a Dynavolt, especializada em baterias para motos, como patrocinadora oficial da nova equipe Triumph que disputará o Campeonato Britânico de Supersport .

A fabricante de baterias para motocicletas Dynavolt está confirmada como patrocinadora principal da nova equipe de corridas da Triumph, apoiada diretamente pela fábrica, em sua estreia no Campeonato Britânico de Supersport de 2021. A Dynavolt Tech está sediada na China e é conhecida por seus produtos de energia de alta tecnologia e sustentáveis. A empresa produz, anualmente, cerca de 15 milhões de baterias, que são vendidas em mais de 100 países no mundo todo.

A marca está envolvida no automobilismo há muitos anos, em seus mais elevados níveis, alcançando um grande sucesso em campeonatos mundiais, incluindo na Moto2, desde 2012, no Campeonato Mundial de Superbike e no Campeonato Mundial de Supersport.

“Na Dynavolt, temos orgulho do nosso relacionamento com a PTR, uma equipe com história e reputação impressionantes. A Dynavolt compartilha a paixão da PTR pelo automobilismo, e manter essa relação e também unir forças com a icônica marca Triumph é uma grande honra. A Dynavolt é uma das principais fabricantes de baterias do mundo, com muitos clientes leais e apaixonados que sabemos que ficarão felizes com essa parceria. A Dynavolt promove uma série de corridas de categoria mundial e estamos extremamente felizes por fazer essa parceria com a Triumph na sua volta às corridas com a PTR”, explica Nitipat Panichsakul, da Dynavolt Motorcycle Branding.

De acordo com Simon Buckmaster, gerente da equipe Dynavolt Triumph,“2020 foi o primeiro ano com a Dynavolt como patrocinadora principal da nossa equipe. É uma notícia realmente fantástica essa continuidade da nossa parceria nesse novo e empolgante projeto com uma marca tão icônica como a Triumph. Estou ansioso pelo início da temporada de 2021 com a equipe Dynavolt Triumph”.

SUCESSO DA TRIUMPH NAS COMPETIÇÕES

A Triumph tem uma história gloriosa no motociclismo, competindo e vencendo corridas em quase todos os campos e categorias em que é possível obter conquistas esportivas. Desde a conquista da segunda TT da Ilha de Man em 1908, ao domínio na Europa e nos Estados Unidos, de corridas em estradas e pistas na década de 1960, até as conquistas mais recentes da Daytona 200 com o motor Triple de 675 cc da Triumph em 2014, da TT de Supersports da Ilha de Man de 2014, e dos títulos do Campeonato Britânico de Supersports de 2014 e 2015 e do Campeonato Mundial de Supersports, e novamente, em 2019, com outra vitória na TT de Supersports da Ilha de Man, com Peter Hickman.

A história de corridas da Triumph continua como fornecedora exclusiva de motores para o Campeonato Mundial da Moto2 da FIM, desde o início da temporada de 2019. A Triumph fornece a todas as equipes motores triplo de 765 cc ajustados para corridas, cada um baseado no motor da Street Triple RS, líder da sua categoria. Redefinindo a categoria e quebrando recorde após recorde desde a estreia, incluindo a primeira velocidade máxima da Moto2 acima dos 300 km/h, a temporada de 2020 ficou ainda mais rápida com outros 11 recordes de voltas e sete vencedores diferentes em 15 corridas.

As atividades de corrida da Triumph foram reforçadas pelo retorno ao Campeonato Britânico de Superbike, em 2021, com uma equipe de corrida apoiada pela fábrica.

SOBRE A TRIUMPH

A Triumph Motorcycles Brazil é uma das 12 subsidiárias da empresa pelo mundo e conta com sede em São Paulo (SP) e fábrica em Manaus. A marca conta com 18 Concessionárias no Brasil nas cidades de São Paulo (SP), Campinas (SP), Ribeirão Preto (SP), São José dos Campos (SP), Porto Alegre (RS), Brasília (DF), Curitiba (PR), Belo Horizonte (MG), Rio de Janeiro (RJ), Goiânia (GO), Florianópolis (SC), João Pessoa (PB), Londrina (PR), Vitória (ES), Várzea Grande (MT), Fortaleza (CE) e Salvador (BA). A Triumph possui o portfólio mais completo do mercado entre as marcas premium, oferecendo três pilares principais de produtos: Clássica, Adventure e Roadster. Fundada em 1902, a Triumph Motorcycles é uma empresa global, atuando diretamente em 13 países, por meio de suas filiais, e indiretamente em mais 57 mercados, através de distribuidores independentes. A Triumph é a maior fabricante britânica de motos e a marca que mais cresce no segmento acima de 500 cc nos países nos quais está presente. O faturamento mundial da empresa gira em torno de R$ 3,5 bilhões e suas vendas no varejo superam as 63.400 unidades anuais, com produção acima de 67.000 motos por ano. No mundo todo, a Triumph possui mais de 700 concessionárias e perto de 2.000 funcionários.

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