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TRIUMPH Tiger 1200 ganha mais modelos no BRASIL: Alpine e Desert

Triumph Tiger 1200 Desert Edition

As Tiger 1200 Alpine Edition (R$ 83.590) e Desert Edition (R$ 88.590) chegam nesta semana às 18 Concessionárias brasileiras, ambas trazendo novidades tecnológicas, principalmente em relação ao modelo de entrada XR e ao intermediário XCx, já disponíveis em nosso mercado, e uma condição exclusiva e inédita: 3 anos de garantia de fábrica. Inspiradas por algumas das mais emocionantes aventuras de motocicletas ao redor do mundo, essas duas novas Triumph ostentam, em cada uma, um novo esquema de cores exclusivo, além de incorporarem novas tecnologias que contribuem com suas habilidades para enfrentar aventuras.

A Tiger 1200 Desert Edition, por exemplo, foi inspirada em aventuras épicas da Tiger 1200 nos desertos mais inóspitos e implacáveis ​​do mundo, do Saara ao Kalahari, por exemplo. Já a Alpine Edition teve como inspiração as lendárias aventuras da Tiger 1200 por algumas das cadeias de montanhas mais espetaculares do mundo. Cada nova versão também ganhou uma nova cor exclusiva. A Tiger 1200 Alpine está disponível no tom Snowdonia White, enquanto a Tiger 1200 Desert vem na cor Sandstorm.

As duas motos oferecem uma combinação incrível do renomado desempenho e potência do motor de três cilindros, de 1.200 cc, um nível muito alto de tecnologia voltada para o piloto e componentes e acabamentos de alta qualidade. Seu propulsor, por exemplo, com respostas imediatas, desenvolve potência máxima de 141 cv (a 9.350 rpm) e torque máximo de 122 Nm (a 7.600 rpm), com o som incrível proporcionado pelo novo sistema de escapamento Arrow – uma  das novidades que chegam como recursos de série nos dois modelos.

O sistema de escapamento Arrow é um conjunto mais leve, com acabamento em titânio e fixadores feitos de fibra de carbono – tudo isso, além de contribuir com o desempenho e proporcionar um som muito mais refinado ao motor, também oferece um visual mais moderno e nobre às motocicletas.

As duas motos já vêm equipadas, também como item de série, com o sistema de Auxílio de Troca de marcha Triumph (TSA – Triumph Shift Assist). O sofisticado recurso chegou recentemente ao Brasil na linha Tiger 900 e foi desenvolvido a partir do tradicional quickshifter da Triumph, presente em outros modelos da marca. No TSA, a tecnologia foi ainda mais aprimorada, permitindo mudanças de marchas rápidas para cima e para baixo, mais suaves e confortáveis, sem o auxílio da embreagem, enquanto o piloto mantem a posição do acelerador. Essa tecnologia reduz a fadiga do piloto e melhora a pilotagem.

TIGER 1200 ALPINE EDITION

A Tiger 1200 Alpine Edition é baseada na versão XRx, não disponível no Brasil, sendo equipada com todos os seus recursos, além das novidades já citadas. Isso inclui, por exemplo, piloto automático atualizado, tela ajustável com display TFT colorido, iluminação de LED (que oferece estilo mais moderno e maior visibilidade ao piloto), interruptores com design ergonômico e iluminação de fundo, manoplas com aquecimento, ignição sem chave “amigável ao piloto” e quatro modos de pilotagem: “Rain”, “Road”, “Off Road” e “Sport”.

TIGER 1200 DESERT EDITION

A Tiger 1200 Desert Edition foi construída a partir da conhecida Tiger 1200 XCx, vendida no Brasil desde 2018. Assim como a Alpine, ela chega ao consumidor equipada com piloto automático, tela ajustável com display TFT colorido, iluminação de LED, interruptores com design ergonômico e iluminação de fundo, manoplas com aquecimento, ignição sem chave “amigável ao piloto”. Uma diferença é que ela oferece cinco modos de pilotagem (e não 4, como na Alpine): “Rain”, “Road”, “Off Road”, “Off Road Pro” e “ Sport”.

REFERÊNCIA EM TECNOLOGIA

Além das novidades tecnológicas das novas Tiger 1200 Alpine e Desert, a Tiger 1200 oferece várias opções de recursos, inovações e benefícios para proporcionar uma experiência de pilotagem superior, como: sistemas de gestão totalmente integrados controlados por uma Unidade de Medição de Momento de Inércia (IMU), sistema de frenagem integrado (desenvolvido com a Continental), freios ABS e controle de tração otimizados para curvas, controle de arranque em subida e acelerador E mais: o para-brisa ajustável eletricamente torna todas as viagens ainda mais confortáveis.

As novas Tiger também mantêm os seus altos níveis de eficiência e segurança nas frenagens com freios Brembo de alta especificação, suspensão WP ajustável controlada pela tecnologia Triumph de suspensão semi-ativa, duas posições de altura do assento (835-855 mm), ajustáveis em 20 mm para adaptação ao estilo de pilotagem e ao terreno. A linha Tiger 1200 conta com mais de 50 acessórios opcionais, permitindo que o cliente personalize bastante a sua moto para maximizar a experiência de pilotagem, independentemente do modelo escolhido.

SOBRE A TRIUMPH

A Triumph Motorcycles Brazil é uma das 12 subsidiárias da empresa pelo mundo e conta com sede em São Paulo (SP) e fábrica em Manaus. A marca conta com 18 Concessionárias no Brasil nas cidades de São Paulo (SP), Campinas (SP), Ribeirão Preto (SP), São José dos Campos (SP), Porto Alegre (RS), Brasília (DF), Curitiba (PR), Belo Horizonte (MG), Rio de Janeiro (RJ), Goiânia (GO), Florianópolis (SC), João Pessoa (PB), Londrina (PR), Vitória (ES), Várzea Grande (MT), Fortaleza (CE) e Salvador (BA). A Triumph possui o portfólio mais completo do mercado entre as marcas premium, oferecendo três pilares principais de produtos: Clássica, Adventure e Roadster. Fundada em 1902, a Triumph Motorcycles é uma empresa global, atuando diretamente em 13 países, por meio de suas filiais, e indiretamente em mais 57 mercados, através de distribuidores independentes. A Triumph é a maior fabricante britânica de motos e a marca que mais cresce no segmento acima de 500 cc nos países nos quais está presente. O faturamento mundial da empresa gira em torno de R$ 2,1 bilhões e suas vendas no varejo superam as 63.400 unidades anuais, com produção acima de 67.000 motos por ano. No mundo todo, a Triumph possui mais de 700 concessionárias e perto de 2.000 funcionários.

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Tomar decisões profissionais de maneira impulsiva pode prejudicar a carreira

Durante sua carreira como Hunter e Consultora, principalmente nos últimos anos, a profissional Mari Clei Araújo, diretora da MC Coaching & Consultoria, tem observado um comportamento comum curioso e sem sentido em muitos profissionais. Geralmente de pessoas na faixa dos 35 aos 45 anos. É justamente neste momento que muitos profissionais promovem mudanças bruscas – e sem planejamento – em suas carreiras.

“Percebo este comportamento por meio dos currículos que eles me enviam, seja para se candidatarem a uma vaga anunciada, seja para buscarem uma recolocação/mentoria para uma transição de carreira. Alguns também me procuram para estarem melhores preparados para uma possível entrevista de emprego – mesmo sem ter nada em vista ainda, além do desejo de mudança, para os empregados, e de voltar ao mercado, para os desempregados”, explica Mari.

A análise básica de um profissional começa sempre por uma cuidadosa avaliação do seu currículo, além da entrevista. Quando Mari Clei é procurada por um profissional para ajudá-lo em sua carreira, a entrevista inicial sempre acontece e é uma etapa importante do serviço que poderá ser prestado pela especialista para aquele possível cliente. Quando se trata de um currículo enviado para atender a uma vaga anunciada, a entrevista pode até não acontecer – tudo vai depender do perfil e do currículo do candidato.

“Por causa desses diferentes cenários, leio muitos currículos diariamente. É o meu trabalho. E existem tendências e comportamentos que vejo, perigosamente, se repetirem. Ao avaliar um CV, observo, por exemplo, as empresas que aquela pessoa já passou, os cargos ocupados e o tempo que permaneceu em cada emprego. Essas informações, reunidas, representam a trajetória de desafios e conquistas alcançados por cada profissional ao longo de sua carreira – e serão muito importantes para que ele tenha sucesso em seus objetivos”, diz Mari.

De acordo com ela, “as minhas estatísticas informais, após ler tantos currículos, mostram que um número muito grande de profissionais, das mais variadas áreas, tem um comportamento impulsivo e arriscado muito parecido quando estão na faixa entre 35 e 45 anos. Em algum momento, nesta idade, esses profissionais passam a questionar o tempo que estão na empresa atual, os seus desafios no cargo que ocupam, o seu líder e até se arriscam a traçar cenários (geralmente negativos) para a sua carreira se continuarem onde estão”.

É exatamente por isso que é fácil notar como muitos profissionais simplesmente alteram a rota de suas carreiras entre os 35 e 45 anos – um fato muito evidente nos currículos. Eles fazem grandes mudanças, ou pelo menos tentam. Eles questionam-se muito neste momento, com o objetivo de avaliar se aquela situação o está fazendo feliz em sua vida pessoal e profissional.

E o que normalmente acontece? Esses profissionais ficaram muitos e muitos anos em uma mesma empresa – de cinco a 15 anos, em diversos casos. Eles passam por diferentes cargos, mudam de departamentos e, de repente, tomam uma decisão inusitada: pedem demissão. Uma decisão crucial tomada sem qualquer planejamento. Depois deste momento, boa parte deles passa a permanecer pouco tempo nas novas empresas – reduzem para três a quatro anos sua estada média nos empregos, segundo Mari Clei.

“Isso tudo fica lá registrado no currículo e chama muito a atenção de um recrutador ou de um consultor de carreira, como eu. Então, é inevitável eu perguntar à pessoa por que ela saiu daquela empresa onde tinha ficado tanto tempo. Aquele foi um momento de ruptura em sua carreira e é importante entender como aconteceu. A resposta mais comum que costumo receber é desoladora: ‘Eu já estava há muito tempo lá e decidi sair para ter novas experiências’. Ok, nesta hora, eu questiono o profissional se ele já tinha alguma oportunidade em vista na época ou, quem sabe, algum plano incrível. A resposta seguinte é ainda mais assustadora. ‘Não tinha nada em vista. Decidi sair para avaliar depois’. Conheci dezenas e dezenas de profissionais que vivenciaram situações iguais ou muito parecidas com esta, comenta a diretora da MC Coaching & Consultoria.

Ela já atendeu alguns profissionais que permaneceram até 15 anos na mesma empresa ou cargo   e pediram para sair, mesmo diante de cenários inusitados – em plena crise econômica, por exemplo. “Definitivamente, este não é o melhor momento para se despedir daquele chefe insuportável. Em muitos casos, observo que os profissionais tomam essas decisões repentinas por causa do seu líder ou do ambiente de trabalho”, acrescenta. Estudos indicam que o fator que causa maior engajamento dos colaboradores é o seu chefe imediato, só perdendo para dois fatores: oportunidades de crescimento na empresa e os benefícios oferecidos.

“Quando me deparo com um profissional que está prestes a ter esse tipo de comportamento, mas procura minha consultoria antes de sua decisão final, tento sempre questioná-lo sobre o seu “Plano B”. Qual será o seu próximo passo após sair da empresa atual? Como está a oferta de vagas neste segmento? Como está a situação deste setor hoje em dia? Qual é a sua estratégia daqui para frente? Enfim, cabe a nós, consultores, convencer o profissional que esse tipo de decisão nunca pode ser emocional. Nem pode ser tomada na mesa de um bar, bebendo com amigos cheios de opiniões e conselhos”, afirma a especialista.

Com base neste cenário, Mari Clei tem uma dica para quem enfrenta uma situação similar: “Não jogue para o alto tudo o que você construiu até hoje em sua trajetória profissional. Mesmo que não te faça feliz, o que você conquistou até esta etapa faz parte de você e precisa ser a sua porta de entrada em uma nova fase. Sem dúvida, decisões impensadas  não devem ser nem cogitadas. É preciso, isso sim, para ter uma carreira de sucesso, avaliar a melhor estratégia e, em qualquer situação, sempre montar um bom Plano B, muito bem planejado. Falar que vai sair da empresa e irá vender coco na beira da praia também não é a solução, mesmo que esta venda  seja na Tailândia. Em pouco tempo você poderá começar a questionar a sua atitude e a sua nova carreira da mesma forma”, avalia ela.

O profissional deve observar o seu momento e pensar em seu currículo, na sua carreira e no que consegue fazer com tudo isso.  A principal causa das saídas das empresas são: líderes, salário, distância e falta de perspectiva de crescimento profissional. “Portanto, é necessário avaliar as causas principais de sua saída e para onde você vai, bem como avaliar os passos que você pode dar antes de se aventurar. Analise os segmentos de mercado nos quais você pode atuar, Como eles estão? As empresas estão em expansão ou cortando gastos? Elas estão contratando ou demitindo? Seu perfil é atrativo para este mercado no momento atual? Qual o seu diferencial, como profissional daquele setor?”, questiona Mari Clei.

Estes passos são importantes para evitar constantes saídas e entradas em empresas. É importante o profissional saber que permanecer menos de seis meses em uma empresa também não é bem visto pelo empregador, com exceção dos trabalhos temporários – neste caso, é fundamental   citar isso no currículo. Os donos das vagas não vêm positivamente os profissionais com constantes trocas de empregador.

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Triumph amplia promoção “Be Classic” com taxa zero no financiamento de motos clássicas

Triumph Street Scrambler

A Triumph confirma hoje a continuidade da sua campanha promocional “Be Classic” (lançada em setembro). A promoção, que agora também inclui o modelo Street Scrambler 900, é válida para o mês de outubro, com condições especiais para a comercialização de quatro modelos da sua linha de motocicletas clássicas – Street Scrambler 900, Street Twin, Speed Twin e Bobber Black (ano/modelo 20/20). Todas elas estão à venda pelo Triumph Smart com taxa zero de juros e ainda trazem outros benefícios para os clientes, como bônus de até R$ 2.500,00 na venda da moto seminova Triumph do cliente e a recompra garantida pela Concessionária, no futuro, de todos os modelos adquiridos agora, durante a promoção.

A Street Scrambler 900, com preço de R$ 47.990,00, pode ser comprada com entrada de R$ 25.290,73 (52,7%), 23 parcelas de fixas de R$ 399,89 e uma parcela residual no final do contrato no valor de R$ 14.839,92. O modelo mais acessível desta promoção é a Street Twin, também com 900 cilindradas e campeã de vendas do seu segmento, que custa R$ 43.990,00, e pode ser comprada com entrada de R$ 23.182,72 (52,7%), 23 prestações fixas mensais de R$ 399,67 e uma parcela residual final de R$ 12.609,59

Outra opção é a Speed Twin, com 1.200 cilindradas, com preço de R$ 52.550, disponível com entrada de R$ 27.693,85 (52,7%), 23 parcelas de R$ 425,54 e uma parcela residual final de R$ 16.072,65. Já a Bobber Black, também com 1.200 cilindradas, que vale R$ 54.500,00, sai por R$ 28.721,50 (52,7%) de entrada, 23 prestações de R$ 445,54 e uma parcela residual final de R$ 16.533,54

No Triumph Smart, o cliente pode aproveitar o benefício da Recompra Garantida, na qual a Rede de Concessionários Triumph garante a recompra daquela moto usada por até 80% da tabela Fipe. Assim, este valor quita a parcela residual final e ainda permite ao consumidor, com o valor recebido pela sua motocicleta seminova, iniciar um novo ciclo com a Triumph. Dessa maneira, o cliente sempre terá uma motocicleta nova, dentro da garantia – o que proporciona mais segurança para o cliente, iniciando um novo Triumph Smart.

MOTOR DE 900 CC

Dos quatro modelos que integram esta promoção, dois são equipados com o eficiente propulsor de 900 cc: a Street e a Street Scrambler. No ano passado, esse motor Triumph foi aprimorado, ganhando uma série de melhorias – o aumento de potência e o consequente melhor desempenho da moto são os destaques dessas inovações. O motor de 900 cc de Alto Torque da família Bonneville teve sua potência elevada em 10 cv, passando para 65 cv, o que representa um impressionante aumento de 18% em relação à versão anterior. Este desenvolvimento também forneceu maiores rotações, de 500 rpm a 7.500 rpm, ao rodar com a moto. Isso, combinado com seu renomado pico de torque, de 80 Nm, fornecido a 3.800 rpm, e seus imponentes silenciadores duplos elevados, proporciona o inconfundível ronco de uma típica British Twin e uma pilotagem empolgante e responsiva para a Street Twin e também para a Street Scramber.

MOTOR DE 1200 CC

As outras duas motos que estão em oferta na campanha “Be Classic” são equipadas com o poderoso motor de 1.200 cc da Triumph, que recebe diferentes “         calibragens” para cada modelo, em razão do estilo de pilotagem de cada moto. A personalidade roadster moderna, por exemplo, ganha vida na Speed Twin com esse propulsor. Ele recebeu diversas modificações. Juntas, essas atualizações oferecem uma economia de peso de 2,5 kg e potência de pico de 97 cv (a 6.750 rpm). Além disso, o motor da Speed ​​Twin também oferece um forte pico de torque de 112 Nm (a 4.950 rpm).

Na Bobber Black, este aclamado motor, com intervalo de acionamento de 270° e um ronco Bobber exclusivo, fornece torque líder da categoria para uma pilotagem hot rod empolgante e uma nota de escapamento forte. São 106 Nm de torque (a 4.000 rpm) e 77 cv de potência (a 6.100 rpm). O propulsor ganhou uma afinação típica “Bobber”, o que significa uma dose maior de torque e potência em baixas rotações.

TECNOLOGIAS E ACABAMENTOS

As clássicas da Triumph são equipadas com a tecnologia mais avançada que existe no mercado mundial de motocicletas. Apenas o seu visual é retrô. Todas elas possuem um conjunto de equipamentos de última geração, focados no piloto, que oferecem segurança, conforto e requinte, incluindo controle de tração, sistema de freios ABS, iluminação em LED, modos de pilotagem para diferentes situações que podem ser programados pelo usuário e embreagem com auxílio de torque proporcionando um toque mais leve e uma pilotagem mais fácil e mais confortável durante longas distâncias. Além disso, todos os modelos possuem a elegância tradicional do legítimo design inglês. Os quatro modelos foram desenvolvidos para serem customizados – isso significa que as Concessionárias oferecem uma infinidade de opções para o cliente deixar a sua clássica com a sua personalidade.

SOBRE A TRIUMPH

A Triumph Motorcycles Brazil é uma das 12 subsidiárias da empresa pelo mundo e conta com sede em São Paulo (SP) e fábrica em Manaus. A marca conta com 18 Concessionárias no Brasil nas cidades de São Paulo (SP), Campinas (SP), Ribeirão Preto (SP), São José dos Campos (SP), Porto Alegre (RS), Brasília (DF), Curitiba (PR), Belo Horizonte (MG), Rio de Janeiro (RJ), Goiânia (GO), Florianópolis (SC), João Pessoa (PB), Londrina (PR), Vitória (ES), Várzea Grande (MT), Fortaleza (CE) e Salvador (BA). A Triumph possui o portfólio mais completo do mercado entre as marcas premium, oferecendo três pilares principais de produtos: Clássica, Adventure e Roadster. Fundada em 1902, a Triumph Motorcycles é uma empresa global, atuando diretamente em 13 países, por meio de suas filiais, e indiretamente em mais 57 mercados, através de distribuidores independentes. A Triumph é a maior fabricante britânica de motos e a marca que mais cresce no segmento acima de 500 cc nos países nos quais está presente. O faturamento mundial da empresa gira em torno de R$ 2,1 bilhões e suas vendas no varejo superam as 63.400 unidades anuais, com produção acima de 67.000 motos por ano. No mundo todo, a Triumph possui mais de 700 concessionárias e perto de 2.000 funcionários.

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Cinquentões e sessentões já somam 20% das vendas de monociclos elétricos da Eletricz

Os cinquentões e sessentões não são mais os mesmos. Eles estão cada vez mais dispostos, arrojados, saudáveis, modernos e buscando novas experiências. Os tempos mudaram. Os chamados “ageless” (pessoas cuja idade não se define pela cronologia) misturam-se facilmente a quarentões e trintões em bares, shoppings, restaurantes, shows, festas e, com muita frequência, é difícil até de identificar, entre eles, quem é o mais jovem ou o mais velho. Não se trata apenas de visual, jeito de se vestir ou local que frequentam. É uma questão de mentalidade e vitalidade, que mudou muito nas últimas décadas.

A turma que nasceu nos anos 50 e 60 sempre enxergou, durante sua adolescência, as pessoas dessa faixa etária como alguém “velho”. Pessoas acima de 40 anos já eram reconhecidas como idosas. “Mas o tempo passou e muita coisa mudou e, com isso, vivemos tempos mais modernos, com novas tecnologias chegando a todas as idades, novas formas de se viver e novos procedimentos”, afirma Márcio Canzian, CEO da Eletricz e diretor da Associação Brasileira do Veículo Elétrico (Abve). É só reparar como os cinquentões e sessentões se vestem hoje, como fazem atividade física regularmente nas academias e parques, estudam, iniciam faculdades e cursos, viajam com frequência, fazem planos para o futuro, mudam de carreira, se reinventam.

“Na mobilidade urbana não é diferente e fica cada vez mais perceptível o crescimento deste perfil de usuário, especialmente no que se refere aos micros modais elétricos”, explica Canzian. Atualmente, basta uma volta pelas ruas e ciclovias de São Paulo para constatar que eles estão lá em seus patinetes, bikes e monociclos elétricos, em números cada vez maiores.

“Para mim, o monociclo elétrico representa liberdade. E liberdade não tem idade. Quem pensa muito em idade, perde a liberdade. Me sinto com 15 anos conduzindo meu monociclo”, afirma Márcia Regina, de São José dos Campos (SP), que já pilota há sete anos. Mas Márcia é apenas um dos muitos exemplos de cinquentões e sessentões que encontraram uma espécie de “fonte da juventude” cima dos seus monos. Ela mesma é chamada de “vovó doidinha” pelos netos quando a vêem pilotando.

A Eletricz comercializa monociclos, patinetes e bicicletas elétricos em sua loja localizada no bairro de Vila Nova Conceição, em São Paulo (SP), e para todo o Brasil por meio da sua loja virtual (https://loja.eletricz.com.br). Mas 80% do seu faturamento vêm do monociclo, mercado que ele já virou referência nacional. “Aqui na loja a base principal dos clientes oscila entre 25 e 45 anos. Até um ano atrás, para se ter ideia, o número de clientes acima dos 50 anos era próximo do zero. Hoje, sem dúvida, essa turma que nasceu nos anos 50 e 60 já representa perto de 20% dos nossos negócios”, revela o executivo.

Esse salto aconteceu em apenas um ano, e parece ser uma tendência irreversível. De certa forma, a questão da pandemia acabou por impulsionar a adesão das pessoas mais maduras, especialmente aquelas do grupo de risco da covid-19, já que os micros modais são uma opção mais segura de locomoção. Mas, para muitos deles, modais como o monociclo elétrico também são sinônimo de liberdade, qualidade de vida e diversão pura.

Eles vão ao mercado, à farmácia, visitar netos e filhos, simplesmente passear e até trabalhar. Não são raros os casos de cinquentões e sessentões que trocaram o automóvel pela praticidade de se locomover diariamente em seu pequeno veículo elétrico. Outro exemplo marcante é Paulo Sperandio, de 67 anos, um dentista aposentado de São Paulo (SP), que pilota seu monociclo há cinco anos. “Antes de andar de monociclo eu tinha várias dores pelo corpo. Não tinha vontade de sair de casa. Hoje eu me sinto uma pessoa de 35 a 40 anos. Melhorou muito minha disposição e até as dores que eu tinha pelo corpo. Uso meu mono o dia todo. Não é a idade que faz a gente não querer sair de casa. Nossa cabeça é que nos limita”, acrescenta. O monociclo elétrico mudou sua vida.

Para Luis Roberto Fink, de 62 anos, que mora em Piratininga (SP), andar de monociclo é uma terapia. “Uma monoterapia, como eu chamo. Quando estou estressado, até minha mulher fala: vai andar de mono”, diz ele. “O monociclo elétrico é pura diversão. Me sinto 30 anos  mais jovem quando estou pilotando o meu mono”, conclui. Gilberto Santos, de 63 anos, morador de Taboão da Serra (SP), diz que com ele foi um caso de amor à primeira vista. “Estou realmente encantado com este produto. Antes de ter o meu, quando eu vi um deles passar perto de mim pela primeira vez, eu já pensei: é isso o que eu quero”, explica. Gilberto usa seu mono diariamente, a trabalho, para visitar clientes. “Não me vejo mais tendo carro. Com o mono parece que tenho 18 anos”.

“O fato é que esse público, em especial, vem se livrando das crenças limitantes atribuídas à idade cronológica e percebendo que ao mudar a forma como se locomovem, ganham, entre outras coisas, algo que vai se tornando cada dia mais valioso: o tempo”, avalia Márcio Canzian.

SOBRE A ELETRICZ

A Eletricz iniciou suas operações em julho de 2018 com a missão de promover a locomoção de curta e média distância, incentivando a valorização da vida ao ar livre, a apropriação saudável das vias públicas e a mudança para um estilo de vida mais saudável, divertido e econômico. Por isso, comercializa os mais avançados veículos elétricos portáteis e desenvolve projetos e ações para difundir e incentivar este novo perfil de mobilidade urbana. A empresa comercializa monociclos, patinetes e bicicletas elétricas, mas os monociclos respondem hoje por 80% do seu faturamento, que chegou a R$ 3,5 milhões em 2019.

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Projeto “Women For The Ride” e chef Fogaça doam alimentos e cobertores para moradores de rua

O novo projeto “Women For The Ride” realizou, na última semana,
sua primeira ação social. A iniciativa, em parceria com o chef Henrique Fogaça, Embaixador da Triumph no Brasil e sócio do restaurante Jamile, teve a participação de 22 pessoas.

Os participantes se encontraram no restaurante Jamile, localizado no bairro da Bela Vista, e de lá seguiram juntos para o Teatro Municipal, no centro de São Paulo, onde foram realizadas as doações para os moradores de rua. Durante o trajeto, os integrantes mantiveram o distanciamento necessário entre as motos e todos os participantes utilizaram máscaras de proteção e luvas o tempo todo, além de realizarem a higienização com álcool em gel sempre que necessário.

Foi organizada uma fila com a população carente da região, mantendo o distanciamento mínimo, e os motociclistas fizerem a distribuição de mais de 200 marmitas (cerca de 70 kg de alimentos), águas e cobertores. “Com essa ação, conseguimos atender mais de 100 moradores de rua. Em breve vamos anunciar novas iniciativas como essa. Queremos, cada vez mais, trazer as mulheres para o universo divertido do motociclismo, mas sem deixar de lado essa missão social que assumimos ao criar o projeto”, explica a motociclista Luana Michelucci, que trabalha no Marketing da Triumph e é uma das coordenadoras do Comitê Feminino do “Women For The Ride”. “Nossa meta é realizar pelo menos uma ação social por mês”, acrescenta Luana.

Todos os participantes desta ação receberam um kit exclusivo “Women For The Ride”, contendo camiseta, botton e adesivo.

SOBRE A TRIUMPH

A Triumph Motorcycles Brazil é uma das 12 subsidiárias da empresa pelo mundo e conta com sede em São Paulo (SP) e fábrica em Manaus. A marca conta com 18 Concessionárias no Brasil nas cidades de São Paulo (SP), Campinas (SP), Ribeirão Preto (SP), São José dos Campos (SP), Porto Alegre (RS), Brasília (DF), Curitiba (PR), Belo Horizonte (MG), Rio de Janeiro (RJ), Goiânia (GO), Florianópolis (SC), João Pessoa (PB), Londrina (PR), Vitória (ES), Várzea Grande (MT), Fortaleza (CE) e Salvador (BA). A Triumph possui o portfólio mais completo do mercado entre as marcas premium, oferecendo três pilares principais de produtos: Clássica, Adventure e Roadster. Fundada em 1902, a Triumph Motorcycles é uma empresa global, atuando diretamente em 13 países, por meio de suas filiais, e indiretamente em mais 57 mercados, através de distribuidores independentes. A Triumph é a maior fabricante britânica de motos e a marca que mais cresce no segmento acima de 500 cc nos países nos quais está presente. O faturamento mundial da empresa gira em torno de R$ 2,1 bilhões e suas vendas no varejo superam as 63.400 unidades anuais, com produção acima de 67.000 motos por ano. No mundo todo, a Triumph possui mais de 700 concessionárias e perto de 2.000 funcionários.

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Comunicado aos proprietários de motocicletas Triumph

Triumph Street Scrambler

A Triumph Motorcycles Brazil convoca os proprietários das motocicletas Street Scrambler, com número final de chassis entre 9718 e 4015, e Street Twin, com número final de chassis entre 9724 e 7140, para participar de uma campanha de recall. Em todas estas motocicletas será adicionada uma peça de proteção na região de marcação do número VIN. Além disso, será checada e, se necessário, efetuado um reparo e novo roteamento do chicote.

Essas medidas são necessárias como precaução ao risco de desligamento súbito do motor em situações extremas, o que pode gerar o risco de queda e/ou colisão, lesões físicas leves e até fatais ao piloto, ao garupa e a terceiros, além de danos materiais.

Os proprietários destes modelos, cujos números de chassis estejam dentro dos intervalos informados acima, devem entrar em contato com o Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC) da Triumph, de segunda a sexta-feira, das 9h00 às 18h00, pelo telefone 0800-7272025, para agendar o reparo. Essa ação corretiva é gratuíta e visa garantir a segurança dos clientes Triumph. O tempo gasto na execução do serviço é de, aproximadamente, 60 minutos. Para mais informações, os clientes também podem utilizar o email sac.triumph@europ-assistance.com.br.

Com esta medida, a Triumph demonstra, mais uma vez, seu compromisso de oferecer ao consumidor brasileiro produtos com alta qualidade e segurança e um serviço de pós-venda ágil e eficiente. A Triumph realizará campanha publicitária nacional em rádio, TV e jornais para informar aos seus clientes.

SOBRE A TRIUMPH

A Triumph Motorcycles Brazil é uma das 12 subsidiárias da empresa pelo mundo e conta com sede em São Paulo (SP) e fábrica em Manaus. A marca mantém 18 Concessionárias no Brasil nas cidades de São Paulo (SP), Campinas (SP), Ribeirão Preto (SP), São José dos Campos (SP), Porto Alegre (RS), Brasília (DF), Curitiba (PR), Belo Horizonte (MG), Rio de Janeiro (RJ), Goiânia (GO), Florianópolis (SC), João Pessoa (PB), Londrina (PR), Vitória (ES), Várzea Grande (MT), Fortaleza (CE) e Salvador (BA). A Triumph possui o portfólio mais completo do mercado entre as marcas premium, oferecendo três pilares principais de produtos: Clássica, Adventure e Roadster. Fundada em 1902, a Triumph Motorcycles é uma empresa global, atuando diretamente em 13 países, por meio de suas filiais, e indiretamente em mais 57 mercados, através de distribuidores independentes. A Triumph é a maior fabricante britânica de motos e a marca que mais cresce no segmento acima de 500 cc nos países nos quais está presente. O faturamento mundial da empresa gira em torno de R$ 2,1 bilhões e suas vendas no varejo superam  63.400 unidades anuais, com produção acima de 67.000 motos por ano. No mundo todo, a Triumph possui mais de 700 concessionárias e perto de 2.000 funcionários.

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Nova Triumph Trident em fase final de testes

Após a revelação do protótipo de design da Trident, no London Design Museum, em agosto, a vitrine de fotografia de teste representa o último estágio de desenvolvimento antes do lançamento desta nova Triumph. Fotografada durante sua fase final de teste de estrada, perto da sede global da Triumph e das instalações de design em Hinckley, no Reino Unido, a motocicleta de teste traz o esquema de pintura de teste da Triumph e um #TriumphTrident para aprender mais sobre este novo modelo.

As imagens que mostram a Triumph Trident camuflada marcam a conclusão de um programa de quatro anos, com um design britânico original desenvolvido na sede da Triumph. Ao longo dos estágios finais de teste, a equipe de Produto da Triumph ajustou as características que farão da nova Trident a primeira escolha para uma nova geração de pilotos Triumph: trazendo todas as vantagens de uma moto com motor triplo para a categoria, com tecnologia líder de classe como padrão, chassi ágil e amigável ao piloto e ergonomia.

Conforme anunciado durante a divulgação para a imprensa no London Design Museum, a Trident estará disponível na primavera de 2021, na Europa, e terá um preço competitivo para oferecer grande valor tanto para pilotos experientes quanto para novatos. A data e a hora da revelação completa da nova Triumph Trident serão anunciadas nas próximas semanas. Mas não há confirmação do modelo para o mercado brasileiro.

SOBRE A TRIUMPH

A Triumph Motorcycles Brazil é uma das 12 subsidiárias da empresa pelo mundo e conta com sede em São Paulo (SP) e fábrica em Manaus. A marca conta com 18 Concessionárias no Brasil nas cidades de São Paulo (SP), Campinas (SP), Ribeirão Preto (SP), São José dos Campos (SP), Porto Alegre (RS), Brasília (DF), Curitiba (PR), Belo Horizonte (MG), Rio de Janeiro (RJ), Goiânia (GO), Florianópolis (SC), João Pessoa (PB), Londrina (PR), Vitória (ES), Várzea Grande (MT), Fortaleza (CE) e Salvador (BA). A Triumph possui o portfólio mais completo do mercado entre as marcas premium, oferecendo três pilares principais de produtos: Clássica, Adventure e Roadster. Fundada em 1902, a Triumph Motorcycles é uma empresa global, atuando diretamente em 13 países, por meio de suas filiais, e indiretamente em mais 57 mercados, através de distribuidores independentes. A Triumph é a maior fabricante britânica de motos e a marca que mais cresce no segmento acima de 500 cc nos países nos quais está presente. O faturamento mundial da empresa gira em torno de R$ 2,1 bilhões e suas vendas no varejo superam as 63.400 unidades anuais, com produção acima de 67.000 motos por ano. No mundo todo, a Triumph possui mais de 700 concessionárias e perto de 2.000 funcionários.

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Home office, a difícil arte da disciplina dentro de casa

Como ter disciplina diante do cenário atual determinado por algumas empresas? Isso tudo está exigindo muitas adaptações, indispensáveis, em cada um de nós. Esta nova realidade entrou de uma vez pela porta da frente das nossas casas de um jeito que nunca imaginaríamos. A verdade é que o mundo corporativo entrou em nossas casas de uma maneira mal planejada. Assim como os encontros e reuniões com colegas e equipes também foram transformados, tornando-se virtuais.

É esse cenário do chamado “novo normal” de muitas pessoas que está gerando o que chamamos de Fadiga Mental, um termo ainda meio recente, que muitos profissionais podem estar sofrendo sem saber. E o que é Fadiga Mental? É a sensação de se sentir cansado demais – só que pelo mundo online.  O Home Office trouxe para a nossa vida, por exemplo, um excesso de reuniões em vídeos cada vez mais exaustivas.

Tudo isso, alinhado à rotina de trabalho que já existia, e somado às atividades domésticas que muitos não tinham na sua rotina, nos dão a sensação de que o nosso trabalho aumentou. E aumentou mesmo. Esse excesso é decorrente de mais reuniões (virtuais) e também das telas do celular ou do computador. Essas imagens em telas tendem a consumir mais energia de nós para que consigamos interpretar corretamente tudo que acontece relacionado à reunião. Ao contrário, nos encontros pessoais, há muitos estímulos que facilitam toda esta comunicação, gerando menos estresse e gastando menos da nossa energia.

Além disso, muitas vezes, sem nos dar conta, estamos participando de reuniões virtuais com tensão no rosto ou franzindo a testa, por exemplo, alguns dos sintomas da Fadiga Mental – e isso pode até nos gerar dor de cabeça durante ou após a reunião virtual.

É fácil entender esse cenário. Nossas mudanças foram muito maiores do que alguns imaginam. Antes nos deslocávamos para ir ao trabalho, enfrentávamos trânsito, engarrafamentos, horas no metrô, trem, para chegar em nosso posto de trabalho e por lá ficar, muitas vezes, entre 8 e 10 horas todos os dias. E no final do período voltar para a nossa rotina normal de casa, com filhos, família, faculdade, academia – quase sempre, neste horário não havia mais trabalho. E hoje ainda há! Uma dica simples para amenizar essa Fadiga Mental é tentar reduzir a quantidade de imagens, e aumentar a quantidade de textos e áudios, se for possível. Isso já reduziria o trabalho do cérebro, evitando parte desse cansaço e esforço exagerado.

Neste “novo normal”, as empresas entraram em nossas residências, quartos, salas e cozinhas – e tivemos de nos adaptar por uma necessidade emergencial, sem planejar muito a viabilidade do espaço, iluminação, ruídos etc. Passados cinco meses, diversas empresas transferiram definitivamente suas ações (reuniões/treinamentos/feedbacks) e hoje incorporamos esta rotina à nossa vida pessoal dentro de nosso lar, somadas às ações do dia a dia, como cuidar dos filhos ou da casa. Para alguns, esta transformação foi super tranquila, mas para outros ainda incomoda muito.

Mudanças fazem parte da nossa vida, mas a pandemia trouxe a todos uma nova visão de responsabilidades, disciplina e autocontrole, em um cenário nada ajustado para isso. Apesar disso, cada funcionário precisa seguir em frente, entender qual a melhor forma de não perder o foco no trabalho, na carreira e ainda manter a harmonia dentro dos seus lares.

Para nos adaptarmos a qualquer mudança, em geral, levamos em média de três a seis meses. E se isso não for planejada, certamente vai gerar algum desconforto inicial. Para isso, eu gostaria de apresentar algumas sugestões que podem melhorar a sua produtividade e a sua harmonia com a vida profissional.

Negocie com o seu líder: este momento de adaptação requer que você busque novas formas de se relacionar, mostrando efetivamente o que está lhe deixando com algum desconforto – podem ser as rotinas diárias, por exemplo, e, neste caso, uma forma para se adaptar é criar uma agenda com os horários das reuniões virtuais.

Crie seu próprio espaço mental: se você tem dificuldade para se adaptar ao local atual de trabalho, imagine que a sua casa, agora, além das divisões normais, ganhou um novo local voltado para o trabalho. Você terá que estar adaptável: roupas, material de trabalho, móveis, iluminação, ruídos, conexão com a internet – tudo isso tem que ser muito bem controlado. Crie seu espaço e faça dele o melhor possível, assim você terá disposição para entrar em ação todos os dias, com uma estação de trabalho do jeito que você gosta.

Adaptar uma nova rotina: reorganize suas atividades domésticas e profissionais. As tarefas domésticas, realizadas juntas com as atividades profissionais, levam a pessoa a trabalhar mais. Procure separar o que é importante do urgente em suas atividades e tente iniciar pelo menos as três principais que vão gerar resultados em sua vida , assim você coloca as prioridades para aquilo que deseja alcançar.

O importante deste novo momento é que as pessoas reajam ou respondam de forma diferente, de acordo com a sua disposição, o seu preparo, planejamento, idade e tendências. Por isso, é importante você lembrar daquela velha e famosa frase: “Os que mais se adaptarem serão os que sobreviverão”. Fazer a gestão da mudança requer que você se desafie o tempo todo, e, neste novo normal, é fundamental inovar e se adaptar constantemente.

(Artigo escrito por Mari Clei Araújo, diretora da MC Coaching & Consultoria, cliente da g6 Comunicação)